fabiolaO selfie para muitos já virou coisa do passado. A nova onda que tem conquistado adeptos na rede social é o “belfie”, um tipo de selfie que, ao invés de ressaltar o rosto, dá destaque ao bumbum. No Tocantins, uma das pioneiras da tendência é a jornalista Fabíola Casado, de 35 anos. Moradora de Palmas há 13 anos, ela diz que entrou na ‘moda’ após aceitar um desafio na internet há cerca de um mês. Ela gostou e os seguidores dela também. “As pessoas preferem bunda a cérebro, ganho cerca de 200 seguidores [nas redes sociais] por dia”, brinca Fabíola.

A jornalista é paranaense, torce para o Grêmio, e diz que sempre foi polêmica na internet. O assunto que Fabíola gostava de comentar era sobre política, mas segundo ela, o tema não lhe beneficiava. “Eu criticava a política e arranjava confusão. Eu tinha 670 seguidores. Depois que eu passei a postar fotos mais sensuais e aceitei o desafio do belfie passei a ter 1303. Isso chama seguidores”.

Fabíola acredita que o belfie é o ‘selfie abrasileirado’, uma tendência que combina com os brasileiros. “Bumbum sempre foi a paixão dos brasileiros, tanto que há lojas no exterior especializadas em vender biquinis para brasileiras que moram lá, com modelagem apropriada para o tamanho do nosso bumbum”.

A loira, que atrai olhares e admiradores na internet, diz que é mais elogiada do que criticada. De qualquer maneira, ela conta que não se importa com julgamentos. “Meus pais, meu filho, meu namorado, todos sabem. Ninguém liga. Meu pai diz que o que é bonito tem que ser mostrado”.

Além das fotos sensuais, ela também posta frases ousadas e polêmicas na rede, mas segundo ela, nem estas nem aquelas, a atrapalham no trabalho e nos relacionamentos interpessoais. “Meu chefe, inclusive me segue [nas redes sociais], me respeita, me acha brava. Eu sei que todos sabem das fotos, mesmo assim eu sou respeitada”.

Quanto ao namorado, a jornalista que diz ser “autêntica”, dispara: “Ele sabe que não adianta se importar. Ele confia, acha engraçado e morre de rir. Na rede eu sou uma personagem, me expresso de forma original. Falo o que eu quero, o que eu penso e eu assumo o ônus”. (G1  TO).

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