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A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, anunciou neste domingo, 12, em São Paulo (SP), apoio ao candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, no segundo turno. Marina destacou a importância do documento “Juntos pela Democracia, pela Inclusão Social e pelo Desenvolvimento Sustentável”, apresentado por

Aécio, durante sua visita ao Recife (PE), no sábado, 11.

“A presidente Dilma, que assinou compromissos inclusive com o Código Florestal, não cumpriu esses compromissos assumidos nos últimos quatro anos. Tivemos um imenso retrocesso na agenda ambiental, socioambiental do Brasil e na questão indígena, só para citar alguns, sem falar na reforma econômica, reforma agrária e tantos outros aspectos que são de

conhecimento público”, aponta.

A ex-senadora destacou alguns compromissos que constam do documento apresentado no Recife, como prioridades. O primeiro item é o respeito aos valores democráticos com a ampliação dos espaços de exercício da democracia e o resgate das instituições de Estado. Marina Silva também mencionou a valorização da diversidade sociocultural, a reforma

política, a começar pelo fim da reeleição para cargos executivos, além da melhoria na educação, saúde, reforma agrária.

Marina Silva ainda acrescentou: “A presidente Dilma teve a chance, durante quatro anos, de encaminhar as propostas com as quais ela se comprometeu. Nesse segundo turno, nós programaticamente as entregamos ao candidato a Aécio, que fez a sinalização e foi identificado com a mudança”.

“A mudança não é simplesmente, para tirar um partido e botar outro, uma pessoa e botar outra. A sociedade brasileira sinaliza que quer cada vez mais uma mudança de qualidade, manter as conquistas, aperfeiçoá-las, corrigir os erros, encarar novos desafios”, destaca.

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Para Marina Silva, há um acordo com esse compromisso assumido, que ela e Aécio estão “inteiramente coerentes com essa renovação da política”.  ice na chapa de Marina Silva, Beto Albuquerque destacou que seu partido, o PSB, está ao lado de Aécio por almejar uma mudança consistente e por não compactuar com os “velhos rumos e acordos” tomados pela gestão PT.

“Se o PSB quisesse apoiar a Dilma Rousseff, não precisava ter saído do governo de dois anos atrás. Não precisava ter perdido Eduardo Campos a trabalho dessa mudança. Poderíamos estar hoje confortavelmente dentro do governo. Quando tomamos a decisão de sair e ter candidatura própria, já dissemos o que pensávamos sobre esse governo. Saímos porque não

concordamos com os rumos, os velhos acordos, com a ineficácia, com o descontrole fiscal que está acontecendo no país”, avaliou.

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