A Prefeitura de Parauapebas realiza audiência pública que irá apresentar o prognóstico do Plano Municipal de Saneamento Básico de Parauapebas, que irá nortear as políticas públicas na área para os próximos 20 anos. A audiência será no dia 1º de novembro, a partir das 18h30, no Centro Universitário de Parauapebas (Ceup).

O plano municipal vem sendo construído por uma equipe do Projeto de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap), da Secretaria de Planejamento (Seplan), que em setembro deste ano realizou uma outra audiência pública desta vez para apresentar o diagnóstico do saneamento básico do município. “Com o prognóstico, apresentamos as soluções para os problemas de saneamento que existem no município”, diz a subcoordenadora de Infraestrutura do Prosap, a engenheira Thaís Valadares, para explicar que o plano tem quatro eixos: esgotamento sanitário, abastecimento de água, coleta de resíduos sólidos e drenagem e manejo de águas pluviais.

Depois da audiência pública do dia 1º de novembro, o plano será transformado em projeto de lei pelo prefeito Darci Lermen e encaminhado para a Câmara de Vereadores, para discussão e aprovação.

Agenda ONU 2030

No Plano de Saneamento, constarão os objetivos, metas, programas, projetos e ações de curto, médio e longo prazos a serem executados em um prazo de 20 anos. Também serão definidas ações para emergências e contingências bem como mecanismos e procedimentos que devem ser criados para que o sistema seja eficiente e econômica e ambientalmente sustentável.

O secretário de Planejamento, João Corrêa, explica que no Plano Municipal de Saneamento Básico a prefeitura estabelecerá diretrizes alinhadas aos objetivos e metas definidos pela Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas (ONU). A agenda apresenta o que é chamado de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aprovados por unanimidade por 193 Estados-membros da ONU, reunidos em assembleia geral. O objetivo é resolver as necessidades das pessoas tanto nos países desenvolvidos como naqueles em desenvolvimento, com ênfase para que nenhuma cidade do mundo fique para trás. (Hanny Amoras)

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