Dos 24 deputados estaduais eleitos apenas Manoel Queiroz (PPS) não prestou contas dos gastos eleitorais até o momento, os outros 23 parlamentares estaduais eleitos que prestaram contas gastaram no total R$ 7,5 milhões, segundo as prestações entregues à Justiça Eleitoral, resultando na média de R$ 20,80 por cada um dos 360.626 votos recebidos.

Os representantes eleitos do Bico do Papagaio gastaram juntos quase R$ 1 Milhão, mas isso declarado, sem contar os valores gastos por Manoel Queiroz. Individualmente quem mais gastou foi Amélio Cayres(PR), que desembolsou R$ R$ 311.033,50 pelos 13.227 votos, gastando R$ 23,52 por voto, sendo o mais caro entre os eleitos da região.

Na seqüência dos deputados biquenses figura em segundo lugar como maior gastador o deputado Iderval Silva(PMDB) com R$ 283.349,67 gastos para conseguir 15.775 votos, pagando R$ 17,96 por cada um. José Bonifácio (PR) é o terceiro e desembolsou R$ 244.915,00, para conseguir 13.578 votos à R$ 18,04. Na quarta colocação aparece Raimundo Moreira (PSDB) gastando R$ 127.068,83 para obter 8.224 votos à R$ 15,49.

O menos e o mais gastador do Estado

Eleito pela primeira vez para o parlamento, e na última vaga, o petista Zé Roberto teve o menor custo. Eleito pela legenda com 6.542 votos, ele declarou despesas de R$ 37,6 mil, o que lhe confere a média de R$ 5,7 por voto.

Já o deputado estadual e reeleito Osires Damaso (DEM) tem o voto mais caro entre os pares. Ele gastou no total R$ 520 mil, o que lhe confere média de R$ 49,96 por cada um dos 10.413 votos recebidos.

O deputado mais votado, o também reeleito Sandoval Cardoso (PMDB), gastou média de R$ 14,1 por cada um dos 27.072 votos recebidos, ao declarar gastos de R$ 384 mil.

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