O servidor administrativo e chefe de cadeia de Xambioá, Saulo Barros Borba, foi preso, nesta quarta-feira, 3, sob a acusação de prática de “improbidade administrativa”. Dois agentes de Polícia, Paulo Rogério Alves e Carlos Alberto Gonçalves Oliveira, foram afastados de seus cargos. A prisão e os afastamentos foram decididas pela Justiça, que atendeu ação movida pelo Ministério Público Estadual (MPE).

De acordo com o MPE, Borba teria emitido certidões de bom comportamento para o preso Mizael Evangelista dos Santos, abolindo suas faltas sempre que deixava de ir à delegacia. O detento está no regime semi-aberto. Além disso, juntamente com Carlos Alberto, Borba teria fraudado compras de alimentos para os presos.

O advogado de Borba, Joaquim Gonzaga disse que a prisão de seu cliente foi desnecessária e que já foi feito o pedido de habeas corpus. Ainda segundo o advogado, as denúncias são infundadas, uma vez que, não existiriam provas. Questionado sobre os indícios de enriquecimento ilícito de Borba, ele avaliou como também sendo infundado, pois seu cliente nem casa própria teria.

Borba está preso na delegacia de Xambioá, em sala diferente dos demais presos.

A denúncia sobre Paulo Rogério é que a Promotoria teria flagrado o agente em um encontro íntimo com uma mulher dentro da delegacia. Segundo Paulo Rogério, o MP está equivocado, pois ele não conhece a mulher que filmaram na delegacia. Ainda segundo ele, o MP esta desapreciando a imagem de um policial conceituado. Carlos Alberto não foi encontrado para se manifestar. (Lara Tavares – Jornal do Tocantins)

- Publicidade -

FAÇA UM COMENTÁRIO

Atenção: Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do Jornal. Se achar algo que viole ou fira sua honra pessoal, envie para o email: [email protected] que iremos analisar.