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O prefeito de Marabá, João Salame, convocou a imprensa, nesta segunda-feira, 8, no auditório da Secretaria de Educação (SEMED), para falar da atuação dos órgãos envolvidos no socorro aos atingidos pelo temporal no último domingo.

Acompanhado dos secretários Antônio de Pádua (Obras), Claudio Feitosa (Serviços Urbanos), Dina Rosa (Assistência Social) e Pedro Souza (Educação); do coordenador da Defesa Civil, Márcio Costa; e dos vereadores Júlia Rosa, Miguelito Gomes, Coronel Araújo, Ubirajara Sompré, Leodato Marques, Ronaldo Yara, Guido Mutran, Alécio Stringari e Orlando Elias, o prefeito falou primeiro da ação da Prefeitura nos lugares mais críticos, como a Grota Criminosa, Bairro da Paz, São Félix, Km 7 e Bairro Araguaia.

Ele confirmou que a prefeitura ofereceu abrigo aos moradores, mas a maioria se recusou a sair de suas casas. E lembrou que o maior volume de chuvas registrado em Marabá, nos últimos anos, foi em 2010, mas longe do que aconteceu na manhã deste domingo, e lembrou que, nas invasões, foram construídas casas em cima das 41 grotas existentes na cidade.

O prefeito também confirmou uma força tarefa da Secretaria Municipal de Urbanismo (SEMSUR), que tem hoje como titular Claudio Feitosa. A Semsur, conforme falou Salame, irá trabalhar uma campanha educativa com os moradores das regiões das grotas, para que evitem jogar lixo nos leitos dos canais.

Os graves efeitos da chuva de domingo, na avaliação de Salame, deixaram claro que é preciso acelerar as obras de drenagem e canalização de grotas, para resolver em definitivo o problema. “Hoje mesmo estou indo a Brasília, mostrar imagens para a Defesa Civil Nacional e para o Ministério das Cidades, no intuito de que seja antecipada a liberação do recurso da segunda etapa da obra da Grota Criminosa”, disse o prefeito.

Ele ainda lembrou que, mesmo com o início das obras de drenagem e pavimentação no Bairro da Paz, houve gente que construiu casas sobre uma das grotas, causando um grande transtorno a muitas famílias no temporal de ontem.

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