passgeiros

Os veículos que são usados para fazer o transporte público em Araguaína, no norte do Tocantins devem ser reduzidos a partir do ano que vem. Isso porque a empresa que presta o serviço não quis renovar o contrato com a prefeitura do município.

O principal motivo pele qual a empresa não quer renovar o contrato é a ação de clandestinos no transporte de passageiros. Hoje a Passaredo opera com 25 ônibus na cidade. Ainda não há informação sobre quais linhas vão ser afetadas e quantos veículos vão sair de circulação.

Os passageiros temem pelo que pode estar por vir no transporte público da cidade. “Será que vai acontecer do mesmo jeito que aconteceu da última vez, a viação Lontra parou de uma vez e os usuários ficaram prejudicados”, questiona a estudante Helen Cristina.

O contrato da Passaredo com a prefeitura foi assinado ainda em julho desse ano para ser executado de forma emergencial até o dia 16 de dezembro. Ainda na semana passada a empresa chegou a passar um ofício ao município informando que vai reduzir o número de veículos pelas ruas da cidade.

O presidente da Agência Municipal de Trânsito disse que propôs um novo contrato emergencial até janeiro, quando vence o prazo da licitação aberta pela prefeitura. Mas a Passaredo não demonstrou interesse. O município pretende regularizar o serviço de lotação para evitar prejuízos.

“Seria o táxi legítimo, aquele regulamentado, instituído por lei que roda hoje na nossa cidade e ele sim fazer a lotação, mas em determinadas linhas. Vamos estipular linhas para que esses taxistas possam fazer determinada lotação.”, presidente da AMTT, Gustavo Fidalgo.

“Nas últimas semanas temos intensificado ainda mais o combate a clandestino. Hoje temos um departamento exclusivo só para essa área e pessoas destinadas ao combate desses clandestinos”, diz ele. (G1)

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