Os últimos dias não têm sido dos melhores para o prefeito de Palmas e pré-candidato a governador, Carlos Amastha (PSB). Após reuniões na capital com temas voltados para a economia local, não terem dado certo e amargarem uma fraca participação popular e sem contar ver seu nome indiciado pela Polícia Federal, por suposto ato de corrupção, agora veio uma cobrança partidária.

O presidente nacional do PSB, Carlos Roberto Siqueira de Barros, exigiu de Amastha um nome na legenda com poder de juntar votos na disputa por uma cadeira de deputado federal. A exigência do dirigente nacional, na verdade não é apenas para o Tocantins, todos os outros estados têm a obrigação de apresentar nomes competitivos para a Câmara, pois são os votos destinados a deputado federal que valem para todos os cálculos eleitorais, desde fundo partidário, tempo de Rádio e TV, entre outros.

A princípio, Amastha tinha apresentado a direção nacional do PSB, o nome de Adir Gentil, como nome escalado para juntar os votos dentro do PSB, mas para tentar aglutinar mais legendas em torno de seu projeto, Amastha teve de abrir mão de Gentil no PSB, e fez o subprefeito migrar para o PODEMOS, onde também disputará vaga na Câmara Federal.

O problema é que Amastha não esperava a severa cobrança de Carlos Roberto Siqueira, quanto ao nome que canalizaria votos dentro da legenda. Essa exigência fez com que Amastha, na noite de segunda-feira, 18, tivesse de desfazer o projeto pensado para o vereador e pupilo, Tiago Andrino (PSB), que até então disputaria uma vaga de deputado estadual e terá agora de pleitear uma de federal, cargo que já sofreu uma derrota em 2014 ao lado do ex-governador Sandoval Cardoso (SD).

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