O processo de atualização e cadastramento do serviço público de tração animal começou nesta segunda-feira, 11, das 8h às 12h, na Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes, Setran, e termina em 22 de dezembro. Interessados devem apresentar cópias da carteira de identidade, CPF e o comprovante de endereço recente.

Atendimento aos carroceiros está sendo feito no núcleo de “Educação para o Trânsito”. No ato da atualização, eles recebem orientações sobre o curso de capacitação, que será realizado nos dias 09 e 10 de janeiro, das 13h às 18h, na Escola Municipal Machado de Assis, na Rua Epitácio Pessoa, 20, Vila Nova.

Após a qualificação, serão expedidos alvarás de concessão pública e emitidas Autorizações para os Condutores de Veículos de Tração Animal (ACVTA) e o Certificado de Licenciamento do Veículo de Tração Animal (CRLVTA). De acordo com o secretário Leandro Braga, a iniciativa visa regulamentar a prestação do serviço, criar o “disk-carroça”, evitar o descarte irregular de entulhos e instalar quatro “ecopontos” em locais estratégicos de Imperatriz.

Segundo ele, a legislação também proíbe que veículos de tração animal sejam conduzidos por pessoas com menos de 18 anos e garantiu que o prefeito Assis Ramos regulamentará os dispositivos da Lei Municipal nº 950/2000. “Em parceria com universidades, pretendemos oferecer atendimento para tratar os animais utilizados neste tipo de transporte” – acrescentou.

O carroceiro Francisco Vieira considerou positiva a regulamentação e atualização dos dados para organizar a atividade, explorada durante muitos anos em Imperatriz. “Se é para colocar o serviço em ordem, considero válido, pois não tenho dúvidas que vai melhorar bastante” – enfatizou.

José Feliciano, que conduz veículo de tração animal, compreende que “trabalhar de maneira organizada é o correto, inclusive curso de capacitação será oferecido para melhor orientação dos carroceiros”. (Gil Carvalho)

- Publicidade -

FAÇA UM COMENTÁRIO

Atenção: Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do Jornal. Se achar algo que viole ou fira sua honra pessoal, envie para o email: [email protected] que iremos analisar.