A Ouvidoria Geral do Município – OGM tem sido um importante canal de diálogo entre os órgãos da Prefeitura com os moradores dos bairros e da zona rural de Imperatriz. São denúncias, críticas, sugestões e também elogios por parte da população. A prefeitura está atenta às demarcações irregulares de loteamentos, invasão de Áreas de Preservação Permanente – APPs e derrubada de matas ciliares de riachos que cortam a cidade.

Para o ouvidor geral, Carlos Lima de Almeida, receber denúncias como estas até fogem da responsabilidade da OGM, mas ele acompanha, monitora, responde as demandas  e encaminha solicitações para os órgãos competentes como o Ibama. Entre estas áreas, houve o registro de uma moradora sobre a invasão de uma APP, no Parque Sumaré, entre as Avenidas Floriano Peixoto e Ouro Verde. A derrubada de mata ciliar do riacho Cacau, na Vila Redenção II, também foi denunciada.

A Ouvidoria cobrou do IBAMA, através de ofício, a intervenção do órgão junto à pessoa que autorizou o desmatamento de uma área de 90 alqueires, prejudicando as matas ciliares do rio Tocantins e dos afluentes Cinzeiro e Mirindiba.

As secretarias de Regularização Fundiária – Serf, de Planejamento Urbano – Seplu, e de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – Semmarh, também respondem denúncias dentro de suas áreas de atuação e as encaminham para a Ouvidoria cientificar o denunciante. Domingos Cézar)

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