No Pará, 26 pessoas morreram vítimas de naufrágios de embarcações nos rios do estado em 2017. O número de mortes aumenta para 107 mortes quando são levados em consideração os últimos cinco anos, que registraram 88 naufrágios na região.

No estado há 128 embarcações registradas na Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Pará (Arcon). No entanto, a agência estima que existem cerca de 6 mil embarcações que transitam nos rios do Pará sem registro.

Na semana passada, passageiros denunciaram que uma embarcação que varia o percurso de Belém até Barcarena estaria com superlotação. Mas a Arcon informou que o barco tem capacidade para 530 passageiros e que no dia da denúncia a embarcação estava com 478 passageiros embarcados.

Mesmo assim, a Arcon orienta os passageiros que se sentirem-se inseguros quanto a legalidade da embarcação ou da autorização de viagem, eles podem solicitar ao capitão ou a tripulação do barco o registro e autorização do veículo.

“É direito do passageiro chegar ao captação da embarcação, ou a qualquer outro funcionário da empresa, e exigir que o capitão apresente pra ele o certificado de registro daquela embarcação. O capitão apresentando, ele pode ter a tranquilidade que aquela embarcação é autorizada”, disse Bruno Guedes, diretor da Arcon Pará.

Passageiros reclamam que não há uma rotina de fiscalizações nos postos do Pará.

“A fiscalização só acontece no período do Círio e do Natal e depois eles somem”, denunciou Odicley Jesus, operador de máquinas. (G1)

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