Por volta das 14 horas desta segunda-feira (18), um pistoleiro armado de um revólver calibre 38 tirou a vida do ex-presidiário Antônio Alves de Lima, de 23 anos, em plena Praça São Francisco, Núcleo Cidade Nova, na presença de dezenas de testemunhas. Chama atenção a audácia dos criminosos. Enquanto um atirava na vítima, o outro parou a moto quase em frente à Delegacia de Polícia Civil da Cidade Nova e ficou esperando o comparsa executar Antônio. Os dois fugiram e não há pistas sobre eles.

A autoridade policiai que primeiro chegou ao local do crime foi o cabo Reis, da Polícia Militar, acionado pelo Núcleo Integrado de Operações Policiais (NIOP). Segundo o praça, a vítima era conhecida no mundo do crime, sendo acusada de assaltos e vans e também de tráfico de drogas, tendo inclusive cumprido pena por este crime.

Há uma informação de que Antônio de Lima também cometeu um assalto recentemente em uma residência na Folha 5, Nova Marabá, mas este último caso não foi confirmado pelo cabo Reis.

Sobre o assassinato, cabo Reis disse que a primeira informação que chegou ao conhecimento da polícia foi de que o acusado estava sentado num dos bancos da praça próximo à rua São Francisco, quando o criminoso apareceu, armado de um revólver e com o rosto descoberto. Desesperado, Antônio correu, mas seu algoz correu atrás, atirando. Os dois cruzaram a praça e Antônio foi atingido já perto da Rua Frei Raimundo Lambezart.

Entre as dezenas de testemunhas do crime está o taxista Orlando Pereira da Silva. No momento dos disparos, ele aguardava dentro do táxi e tinha acabado de abaixar o banco do motorista para descansar, e uma das balas disparadas pelo pistoleiro acabou acertando o carro, mas não o taxista, que saiu ileso da situação. Ele contou que se estivesse sentado no encosto do banco na hora da ação criminosa, certamente seria mais uma vítima.

Como sempre acontece, dezenas de curiosos se aglomeraram em redor do corpo e sobraram especulações. Imediatamente, várias fotos do corpo foram enviadas para os grupos de WhatsApp. Ao local também compareceu uma irmã de Antônio, Elielma Alves de Lima, que confirmou que Antônio já cumpriu pena por tráfico, mas disse não ter ideia de quem pode ter tirado a vida do irmão dela. (Chagas Filho com informações de Evangelista Rocha/Correio Tocantins)

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