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Bico do Papagaio

3 municípios do Bico serão pólo do Consocial

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Será lançado nesta quinta-feira, 16, as 15 horas, no auditório do Palácio Araguaia, o decreto de convocação da Etapa Estadual da I Conferência Nacional sobre Transparência e Participação Social – Consocial. O evento vai contar com a presença de todos os prefeitos municipais e demais autoridades.

O Bico do Papagaio irá sediar dois pólos onde serão realizados reuniões preparatórias, nas quais serão repassadas informações sobre a metodologia e logística do evento nacional. Tocantinópolis e Augustinópolis e Ananás serão os pólos biquenses.

Os outros pólos no Tocantins sãos: Palmas, Paraíso do Tocantins, Gurupi, Palmeirópolis, Arraias, Almas, Porto Nacional, Miracema do Tocantins, Pedro Afonso, Guaraí, Colinas do Tocantins, Araguaína.

A Consocial é uma iniciativa da Controladoria Geral da União (CGU) que, por meio das controladorias nos Estados, no caso do Tocantins, da Controladoria Geral do Estado – CGE, busca traçar diretrizes de atuação para assegurar a efetividade das políticas públicas de promoção da transparência pública e da participação social, além de fazer um diagnóstico sobre a adoção e implementação dessas políticas nos âmbitos municipal, estadual, distrital e federal.

A Conferência Nacional vai ocorrer de 18 a 20 de maio de 2012, em Brasília. No Estado do Tocantins, os municípios serão agrupados em cidades pólo, no total de 15, e as conferências vão acontecer conforme cronograma a ser estabelecido posteriormente.

As conferências estaduais devem seguir os procedimentos, metodologia e documentos de referência estabelecidos pela comissão organizadora nacional da Consocial, contando com representantes da sociedade civil (60%), dos conselhos de políticas públicas (10%) e do poder público (30%).

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Aquiles manda recado para assentados, “Não sou governado pelo rabo”

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O prefeito de Araguatins, no Bico do Papagaio, Aquiles da Areia (PP), ficou irritado por estar sendo cobrado por moradores de diversas regiões de assentamentos e distritos, por conta das más condições das estradas vicinais, que tem dificultado a vida dessa parte da população que necessita se locomover até a cidade.

O gestor gravou um vídeo e divulgou nas redes sociais, respondendo os críticos. Assista:

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Bico do Papagaio

AUGUSTINÓPOLIS: Estelionatário especialista em falsificação de diplomas de medicina é preso após desligar padrões de energia

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Por força de mandado judicial pelo crime de estelionato, a Polícia Militar realizou a prisão de um homem de 33 anos, na noite de segunda-feira, 24, na cidade de Augustinópolis, no Bico do Papagaio. 

A prisão foi feita pela equipe de policiais militares do 9º Batalhão da PM (9º BPM) e contou com o apoio de um militar que se encontrava de folga e agentes da Polícia Civil, que auxiliaram com informações que levaram a prisão do indivíduo.

As primeiras informações que chegaram para a Polícia Militar davam conta de que moradores da área central da cidade de Augustinópolis estariam amedrontados devido uma pessoa estar desligando o padrão de energia das casas durante a noite.

No local, a PM foi recebida por moradores que disseram para a polícia o nome do possível suspeito da ação e o indivíduo acabou sendo localizado pela equipe de policiais militares e preso. 

Através de consulta ao Banco Nacional de Mandados de Prisão, o sistema apontou que havia um mandado judicial aberto em desfavor do foragido, acusado pelo crime de estelionato. Segundo informações, o indivíduo era especialista em falsificação de certificados escolares e universitários, principalmente de curso de medicina.

O autor foi apresentado na Central de Flagrantes para as providências cabíveis.

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Bico do Papagaio

SÃO MIGUEL: Rio Tocantins recua e algumas famílias começam a voltar para casa

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Moradores que ficaram desabrigados ou desalojados por causa das enchentes começaram a voltar para casa em São Miguel, no Bico do Papagaio. Isso porque o nível do rio Tocantins baixou cerca de quatro metros nos últimos dias.

Por outro lado, ainda há muitos moradores em abrigos públicos na cidade. Há quase 30 dias, a cidade sofre com a cheia. O rio chegou a subir cerca de 11 metros, desabrigando 233 famílias, que estão alojadas em 15 locais fornecidos pela prefeitura.

“A gente retirou esse pessoal para abrigos públicos e a gente tem dado toda a assistência, como alimentação, assistência médica. Fornecemos tanto alimentação pronta, como cestas básicas para aquelas famílias que foram desalojadas e não estão em abrigos públicos”, explicou o coordenador de incidência Paulo da Silva Pereira.

Com essa baixa, a travessia feita de balsa entre São Miguel e Imperatriz voltou a ser feita normalmente. O serviço tinha sido suspenso porque não havia lugar para que a embarcação pudesse ancorar.

Em vários pontos da cidade, a vida começa a voltar ao normal. A principal rua do bairro Bela Vista não está mais alagada, no entanto há muitos estragos causados pela cheia.

O que restou dos móveis está acumulado na frente das casas. Um estabelecimento foi interditado porque pode desmoronar. Mesmo o rio tendo baixado, a orientação da defesa Civil é que as famílias não retornem ainda para as residências.

“Ainda temos o risco de essa água voltar a subir e afetar novamente os moradores. A Defesa Civil está trabalhando na prevenção, tentando conscientizar a população para que não retorne agora até porque juntamente com a Secretaria de Saúde, vai ser iniciado o trabalho de dedetização das residências e das ruas que foram afetadas pela inundação”, explicou o secretário da Defesa Civil, Gustavo Enes.

Mesmo assim, alguns moradores têm retornado. O nível que a água chegou na casa do servidor público Jésser Oliveira está marcado nas paredes. Por 15 dias ele ficou na casa de parentes, mas agora que o rio está baixando, resolveu voltar.

“Não me sinto seguro, mas como a gente está de favor na casa de parentes, eu optei por voltar, na esperança de que o rio não chegue mais ao nível que chegou”, disse.

Nas áreas mais baixas, muitas casas ainda estão tomadas pela água. A dona de casa Joelma Matos o marido e o filho de 4 anos estão em um dos abrigos. Ela conta que não teve tempo de retirar quase nada antes da água subir.

“Está aqui o que eu consegui [retirar]. O meu botijão e a bicicleta do meu filho. Foi o que eu peguei, joguei nas costas e vim. O restante, documento dele, tirei um pedaço pregado no chão”, disse a dona de casa Joelma Matos. (G1)

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