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Esporte

PA: Bahia faz quatro, atropela o Remo, e avança para enfrentar a Portuguesa

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O Bahia mostrou a sua força nesta quinta-feira ao golear o Remo por 4 a 0, no Pituaçu, no jogo de volta da segunda fase da Copa do Brasil. Lulinha, Junior, Rafael Donato e Vander fizeram os gols. Depois da derrota por 2 a 1 em Belém, o Tricolor teve um ótimo segundo tempo e fez todos os gols que garantiram com sobras a classificação para as oitavas de final. O Remo precisava apenas de um empate para ficar com a vaga, mas sofreu pressão desde o primeiro minuto do jogo.

Com a vitória, o time baiano vai enfrentar a Portuguesa (SP), no próximo dia 25, no Canindé, em São Paulo, e decidirá a vaga para as oitavas em casa. Agora, o clube baiano volta as atenções para o Campeonato Baiano e enfrentará o Vitória da Conquista, no Lomanto Junior, domingo, pela semifinal.

O Remo tem pela frente o primeiro jogo da final do segundo turno do Paraense, domingo, contra o Águia de Marabá, fora de casa.

Bahia pressiona desde o início

Precisando vencer, o Bahia não perdeu tempo e, logo aos 35 segundos, o meia Gabriel recebeu boa bola na área do Remo e foi travado pelo lateral Aldivan. A pressão do time baiano continuou com Lulinha, Madson, Gabriel e com o atacante Junior, infernizando os zagueiros do Remo. Aos três minutos, Lulinha tocou para Gabriel, que cruzou para a defesa do goleiro Adriano. As investidas do Bahia seguiam e o Remo, claramente, jogava no contra-ataque, alternando o uruguaio Juan Sosa na zaga e como volante.

Com poucas chances, as investidas remistas eram sempre com o lateral-direito Thiago Cametá e com o meia Magnum, que teve boa chance aos 25 minutos, quando cruzou na área e por pouco Reis não chegou. Antes disso, Lulinha, depois de bola alçada na área e desviada pelo ataque baiano, tentou meio sem jeito, mas o goleiro do Remo estava atento e fez boa defesa.

Júnior comemora gol do Bahia

Outro bom lance, até então, foi com o goleiro Adriano, que defendeu, no reflexo, uma bomba de primeira do centroavante Junior. Era a maior chance do Bahia até aquele momento. A partir de então, a zaga remista se ajustou e dificultou o jogo do adversário. Mas, novamente, Lulinha teve boa chance e chutou na rede pelo lado de fora.

O Remo, depois de saída errada do goleiro baiano, chegou com Reis que, sozinho, de frente para o gol, perdeu a melhor chance do time paraense. O atacante Fábio Oliveira pouco apareceu no jogo e, até os 40 minutos do primeiro tempo, teve participação resumida a um chute que desviou na zaga do Bahia. Nos cinco minutos finais, o jogo esfriou e o melhor lance ficou com Morais, que bateu de fora da área sem força, ficando fácil para a defesa do goleiro Adriano. Já eram oito finalizações do Bahia e 64% de posse de bola.

Segundo tempo dos sonhos para os baianos

Errando muitos passes, o Bahia levou um susto logo no primeiro minuto da segunda etapa com Fabio Oliveira, que puxou contra-golpe e tentou achar Magnum, mas Titi cortou. Depois disso, só deu Bahia. De tanto tentar, o Tricolor chegou ao primeiro gol. Após enfiada de bola de Morais, Madson arrancou, colocou a bola na frente do defensor remista e cruzou para Lulinha, que já tinha passado da bola, mas conseguiu voltar e chutar para gol.

Com placar desfavorável e precisando do gol de empate para voltar a sonhar com a vaga, o técnico Flavio Lopes tirou o lateral-esquerdo Aldivan e colocou em campo o centroavante Marciano. Aos 25, o Remo mudou novamente e colocou o atacante Joãozinho no lugar de Reis. Mas a porteira já estava se abrindo. Três minutos mais tarde, Gabriel cobrou escanteio e Rafael Donato subiu para fazer o segundo gol. O terceiro não demorou e chegou aos 28 com o atacante Junior, depois de novo escanteio de Gabriel.

O Remo, em mais uma tentativa frustrada, mudou. Colocou Alan Peterson no lugar de Adenísio. Em seguida, foi a vez de Falcão mudar o Bahia. Saiu o autor do terceiro gol, Junior, e entrou Vander que, no minuto seguinte, aproveitou falha do zagueiro Diego Barros, entrou sozinho na área, passou pelo goleiro Adriano, mas chutou em cima do zagueiro. No rebote, Vander, meio se ângulo, colocou a bola no fundo da rede. Era o quarto gol baiano e o Remo já não existia em campo. A partir de então, o Bahia apenas administrou o jogo. Final: 4 a 0. (Globo Esporte)

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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