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Pará

Encontrada mancha de óleo na Praia do Atalaia, em Salinas

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Quem procurou Salinópolis para passar o final de semana prolongado teve que deixar a Praia do Atalaia, na segunda-feira (30), por conta de uma mancha de óleo que ‘apareceu’ no local.

Segundo o sargento Matos, do Corpo de Bombeiros, o mais provável é que essas manchas sejam de óleo diesel. ‘Imagino que tenha vazado de embarcações grandes que passam defronte à Salinas. Se fosse petróleo seria mais grosso, mais pesado’, garante o militar.

Uma equipe dos Bombeiros passou várias horas analisando a presença incômoda nas areias do Atalaia. Os vestígios do óleo se espalharam por quase dois quilômetros. ‘Se fosse um vazamento maior, uma faixa mais extensa de areia teria sido atingida, e também haveria óleo na água’, afirmou o sargento.

Já um comerciante da área afirmou que o óleo teria sido jogado por um navio que chegou mais próximo da praia para pegar algum prático (profissional que guia embarcações em determinadas áreas que os comandantes não conhecem). Ele contou ainda que há pelo menos dois anos não apareciam manchas de óleo na praia do Atalaia.

Para a família Oliveira, que reside em Paragominas e estava passando o feriado em Salinas, vai ser ‘a pior lembrança que vão levar para sua cidade natal’. O mecânico Manoel Oliveira contou que ele e seus familiares chegaram na praia por volta das 10h30 de hoje (30), e quando estavam jogando futebol na areia prestaram atenção que seus pés, e a bola também, estavam sujos e não conseguiam limpar de forma alguma.

A assessoria de comunicação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) que informou que encaminhará uma equipe para Salinas, junto com o Ibama, para checar o que houve na praia e investigar os culpados pelo acidente. (Redação Portal ORM, com informações do repórter Edivaldo Mendes Fotos: Tarso Sarraf , O Liberal)

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Assista o Conexão Rural deste final de semana – Dias 16 e 17

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Pará

PARAUAPEBAS: Município e ANM assinam nesta quarta-feira Termo de Cooperação para regularização de mineradoras

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Buscando soluções que viabilizem empreendimentos minerários legalizados e sustentáveis, será assinado nesta quarta-feira, 13, o Termo de Cooperação Técnica entre a Prefeitura de Parauapebas e a Agência Nacional de Mineração (ANM).

O evento será realizado no Hotel Vale dos Carajás, às 18h.

Em 22 de setembro a Prefeitura apresentou junto à ANM um documento com um plano de trabalho para indicar o interesse do município em firmar a parceria.


De acordo com o documento, o município coloca à disposição da ANM a equipe técnica da Secretaria Municipal de Mineração, Energia, Ciência e Tecnologia para contribuir com os processos de fiscalização da Contribuição Financeira por Exploração Mineral (Cfem) e de atividades de extração mineral, além de apoio em Processos Minerais.

“Segundo o cadastro da ANM, até dezembro de 2020, o município de Parauapebas registrava 761 Processos Minerais em todas as suas fases, desde requerimento até a autorização de lavra, representados por 197 pessoas físicas e jurídicas, com indicação de 29 substâncias minerais”, detalha o documento.

O município de Parauapebas tem longa experiência na fiscalização da Cfem, especialmente pelo trabalho desenvolvido desde 2007 em conjunto com o então Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), hoje ANM. Graças a essa sinergia, foram realizadas denúncias quanto à prática de preços externos da Vale S.A, que resultou no Processo de Cobrança nº 951.438/2009 e rendeu mais de meio bilhão de reais por meio da Execução Fiscal 0006181-37.2010.4.01.390.

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Pará

PARAUAPEBAS: Gilson Fernandes pode ser um dos nomes de Bolsonaro para federal

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O nome do líder dos pequenos mineradores, Gilson Fernandes, vem ganhando força no meio bolsonarista na região de Carajás, para disputar uma cadeira de deputado federal em 2022.

Gilson está a frente da Federação Brasileira da Mineração e da Cooperativa Brasileira da Mineração, e vem desde 2015 ganhando protagonismo nas pautas conservadoras e políticas alinhadas ao presidente Bolsonaro.

Gilson tem se mantido reservado quanto a possibilidade de aceitar disputar uma cadeira de deputado federal, mas vem sendo incentivado por correligionários do setor mineral e conservador da região de Carajás.

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