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segunda-feira, 08 / agosto / 2022
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Reunião tenta por fim a ocupação indígena em Belo Monte

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No município de Altamira, sudoeste paraense, uma reunião que ocorreu nesta segunda-feira (9), tem como objetivo por fim a ocupação dos índios em um dos canteiros de obra da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Os indígenas já estão no local há três semanas e querem que a Norte Energia, consórcio construtor responsável pela obra, cumpra com as medidas condicionantes.

As negociações para liberar a área reúnem o presidente da Norte Energia, lideranças indígenas de 12 etnias e representantes da Fundação Nacional di Índio (Funai) de Brasília.

Os índios querem melhoria em 35 aldeias do Xingu. O presidente da Norte, Carlos Nascimento, prometeu cumprir as reivindicações e pediu que os índios liberassem a área.

Primeira reunião

O diretor-presidente da Norte Energia S.A, Carlos Nascimento, esteve reunido no dia 28 de junho, em Altamira, com cerca de 50 lideranças indígenas da região do Xingu das etnias Xikrin, Juruna, Parakanã e Arara do Maia, para negociar a desocupação do canteiro de obras do Sítio Pimental.

Após conversa, que transcorreu em clima amigável, foi aprovada pelos indígenas a proposta de retomada das negociações para esta segunda-feira (9) no município. Durante este período, os pleitos de caráter geral e as demandas específicas das aldeias foram analisadas pela Norte Energia de modo que pudesse ser encontrada uma relação com as ações que integram o Projeto Básico Ambiental do componente indígena, o qual receberia aprovação da FUNAI em no último dia 2 de julho.

Nesta reunião participaram os diretores e superintendentes da Norte Energia, o representante da Presidência da República em Altamira, Avelino Ganzer, e funcionários da Funai em Altamira.

Ocupação

Aproximadamente 100 índios ocuparam desde o dia 21 de junho o canteiro de obras da Usina de Belo Monte, no município de Altamira, no sudoeste do Estado.

Só no mês de junho a obra foi invadida duas vez. A manifestação do dia 21/06 aconteceu em uma ensecadeira (barragem provisória para interromper o curso do rio) construída no sítio Pimental, que fica a 40 quilômetros do município, uma área onde é feito o desvio do Rio Xingu. Os índios querem a paralisação das obras da Barragem. (Portal ORM)

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