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Esporte

PA: Em Belém, Fortaleza vence Paysandu

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Jogadores do Fortaleza reclamam falta no lateral-direito (Foto: Tarso Sarraf/O Liberal)

O Fortaleza fez o básico e acabou com o favoritismo do Paysandu dentro do Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, ao vencer o time paraense por 1 a 0, com gol de Waldson aos 15 minutos da etapa inicial. Roberval Davino conheceu, nesta segunda-feira, dia 16, a primeira derrota no comando do Paysandu. Já o técnico Vica estreou com o pé direito no comando do Tricolor do Pici e deixou o torcedor cearense otimista.

Agora, o time de Belém vai até Recife para enfrentar o Santa Cruz, na próxima sexta-feira, dia 20, no Estádio do Arruda. Já o Fortaleza tentará manter a boa fase e jogará em casa contra o Salgueiro (PE) no próximo domingo, dia 22, no Estádio Presidente Vargas. Para o próximo confronto na Série C do Brasileirão, Papão e Pici não terão Yago Pikachu e Esley, expulsos no desta segunda.

Apesar do equilíbrio, Fortaleza aproveitou e saiu na frente

A saída de bola foi o time paraense e o primeiro lance de perigo aconteceu logo aos dois minutos. O meio-campo Harison cobrou escanteio, o atacante Kiros tentou cabecear a bola, mas a zaga do Tricolor do Pici afastou o perigo. Aos quatro minutos veio a resposta do Fortaleza com Kauê, que avançou pela esquerda, tentou lançar na área, mas o Thiago Costa cortou.

O jogo seguia aberto, com os dois times atacando, sendo o Paysandu um pouco mais agressivo, já que jogava em casa. Aos oito minutos da etapa inicial, Yago Pikachu chutou forte e o goleiro Lopes, que já passou pelo Remo, mandou a bola para escanteio. O Paysandu ainda tentou com Thiago Potiguar, depois que Leandro errou no meio-campo. Sem qualquer perigo.

Kiros bem que tentou, mas não conseguiu repetir as boas atuações (Foto: Tarso Sarraf/O Liberal)

Aos 15 minutos, o placar do Mangueirão foi aberto. O meio-campo Leandrinho, do Paysandu, bobeou, o Fortaleza e aproveitou e armou boa triangulação com Rafinha e Jailson, até a bola parar nos pés e Waldson, que teve tempo de escolher o canto e mandar para o fundo das redes do Papão. 1 a 0.

Depois do gol, o clube paraense sentiu e ficou mais recuado. O Fortaleza, por sua vez, tentou aproveitar o momento para ampliar, mas esbarrou na defesa bem postada do Paysandu. Aos 24 minutos, os paraenses quase chegaram ao empate. Thiago Potiguar tentou lance individual, balançou na frente de dois marcadores, conseguiu o cruzamento, a bola chegou até o atacante Kiros, mas a zaga cearense estava atenta e evitou o que seria o empate.

Mas o Fortaleza queria aumentar e, por pouco, não conseguiu aos 35 minutos do primeiro tempo. Depois de tocar errado, Potiguar permitiu o contra-ataque do Pici. Doda lançou Geraldo que, ao tentar tocar no atacante Jailson, que ficaria de cara para com o goleiro Paulo Rafael, chutou a bola na perna do zagueiro Marcus Vinicius. Lance muito perigoso.

Quando o jogo começava a ficar morno, Yago Pikachu, uma das principais armas do Papão, aos 42, em boa jogada individual, quase deixou Kiros de frente para o goleiro Lopes. Mas foi travado por Rafinha. Os minutos finais foram tensos. Wesley, do Fortaleza, ainda foi expulso depois de ter simulado, na visão do arbitro, e levou o segundo amarelo. O jogador saiu do gramado chorando.

Papão tentou, tentou e esbarrou na defesa do Pici

O Paysandu voltou para o segundo tempo com mudanças. Davino tirou Harison e Ricardo Capanema para as entradas de Régis, lateral-esquerdo, e Heliton, atacante. Papão tentava ganhar mais velocidade e habilidade no ataque. Enquanto isso, o Fortaleza optou por reforçar o meio-campo, já que tinha um jogador a menos. Vica tirou o atacante Jailson e colocou o volante Gustavo Moura.

E as mudanças, por parte do time paraense, começaram a fazer efeito aos dois minutos da etapa complementar. Thiago Potiguar lançou na área, Kiros pensou que estava impedido e não acreditou na jogada, a bola passou na frente do atacante, que não aproveitou a oportunidade. Grande chance perdida pelo Paysandu.

Claramente, o Papão voltou todo no ataque, deixando o contra-ataque do Tricolor Perigoso. Geraldo, sempre acionado no meio-campo, era o responsável por fazer a ligação ao ataque. Mas o veterano não conseguia desempenhar, até então, a função de articulador. O Papão, por sua vez, tentava, tentava e esbarrava na defesa cearense.

Aos 10 minutos, depois o Roberval Davino colocou mais um atacante. Tirou Thiago Potiguar, meia que joga no ataque, e colocou Rafael Oliveira. Era mais uma tentativa para empatar o jogo e, quem sabe, tentar a virada.  A pressão do time da casa era total, mas o Pici se segurava de todas as formas.

Aos 38 minutos o Fortaleza conseguiu ficar mais tranquilo. Yago Pikachu recebeu na área e simulou um pênalti. Como já tinha um cartão amarelo, o jogador foi expulso. No lance seguinte, o Tricolor do Pici quase mata a partida no contra-ataque de Geraldo que chutou forte e a bola explodiu no travessão do goleiro Paulo Rafael. Fim de jogo. 1 a 0 para o Fortaleza. (G1)

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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