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Esporte

PA: Paysandu e Santa Cruz empatam por 3 a 3 em jogo eletrizante no Recife

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Santa Cruz teve forças e buscou empate no fim do jogo no Arruda (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

Santa Cruz e Paysandu são dois dos principais favoritos para o acesso à Série B e nesta sexta-feira as equipes não decepcionaram no quesito emoção. Em jogo válido pela quarta rodada do grupo A da Série C, o Tricolor e o Papão empataram por 3 a 3 em um jogo cujo último gol saiu aos 45 minutos quando boa parte dos 24.360 torcedores que compareceram ao Arruda já se preparava para deixar o estádio. A renda da partida foi de R$ 417.060,00.

O Paysandu saiu na frente com o zagueiro Fábio Sanches, de cabeça, aos 18 minutos do primeiro tempo. Dois minutos depois, o atacante Fabrício Ceará, também de cabeça, empatou o jogo. Os paraenses voltaram a ficar na frente com Thiago Potiguar (aos oito minutos do segundo tempo) e Régis (aos 32). Dênis Marques descontou aos 39 minutos e decretou o empate aos 45 minutos quando a pequena torcida do Papão já comemorava a vitória. O Tricolor ainda chegou a fazer um quarto gol com Fabrício Ceará de bicicleta, mas o árbitro anulou o gol.

Com o resultado, o Paysandu avançou a sete pontos e segue na vice-liderança do grupo. O Santa Cruz foi a seis pontos e agora corre o risco de sair do G-4 no complemento da rodada. O Tricolor pode ser ultrapassado pelo Guarany de Sobral, Salgueiro, Águia de Marabá ou Fortaleza caso esses times vençam no fim de semana.

Na quinta rodada, o Santa Cruz sai do Recife e vai enfrentar o Cuibá no estádio Presidente do Dutra. O jogo está marcado para o domingo, 29, às 16h. Na segunda-feira, 30, o Paysandu receberá em Belém o Águia de Marabá, às 20h30m.

Zagueiro e atacante marcam de cabeça

O fato de jogar longe de casa parece que afetou o Paysandu no primeiro tempo – pelo menos até a abertura do placar. Aos dois minutos de jogo, o Papão chegou ao ataque com Kiros, em jogada na qual o árbitro assinalou impedimento. Mas esse foi um dos poucos lances de perigo dos paraenses no primeiro quarto da etapa inicial. O Santa Cruz, por sua vez, arriscou o primeiro chute a gol aos três minutos com o zagueiro Edson Borges.

Os pernambucanos voltaram a chegar ao ataque aos quatro minutos, em uma cabeceada do atacante Fabrício Ceará, que subiu mais do que toda a defesa do Paysandu. Aos nove minutos, foi o lateral Renatinho que tentou surpreender o goleiro Paulo Rafael com um chute de fora da área.

Santa Cruz e Paysandu jogaram no Arruda para um público de 24.360 mil espectadores (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

Apesar de rondar pouco a área do Santa Cruz no começo do jogo, foi o Paysandu que primeiro abriu o placar. Aos 18 minutos, Thiago Potiguar cobrou escanteio e o zagueiro Fábio Sanches mandou a bola para o fundo das redes de cabeça. Dois minutos depois, em uma repetição da jogada que colocou o Papão na frente, Weslley bateu o escanteio e o atacante Fabrício Ceará, também de cabeça, igualou o resultado.

Gol anulado, bola na trave e desempate

Depois do gol, o Paysandu teve as melhores chances para desempatar. Aos 31 minutos, o goleiro Fred, do Santa Cruz, esticou-se todo para tentar defender uma bomba de Régis de fora da área. O camisa 1 do Tricolor foi acionado novamente aos 36 minutos para defender uma bela cobrança de falta de Thiago Potiguar. Na sequência, o Papão quase chegou ao gol após um bate-rebate na área.

A pressão do Paysandu seguiu até o fim do primeiro tempo. Com dificuldades de tocar a bola no meio-campo, o Santa Cruz permitiu a presença dos paraenses em seu campo de defesa. Antes do árbitro final, porém, os pernambucanos ainda tiveram “a bola do jogo”, mas o zagueiro Edson Borges se enrolou com a bola dentro da área adversária e desperdiçou a chance de desempatar.

O Santa Cruz voltou para o segundo tempo com uma mudança na equipe – o meia Luciano Henrique, com dores, deu lugar ao atacante Paulista. Logo no início, o Tricolor já assustava o Paysandu com Renatinho. Aos seis minutos, a torcida coral soltou o grito de gol quando Dênis Marques deu uma bela bicicleta e acertou as redes. No entanto,o árbitro viu mão do jogador no lance e anulou o que seria o gol do desempate.

Se o gol do Santa Cruz não valeu, o mesmo não se pode dizer do gol do Paysandu aos oito minutos. O meia Thiago Potiguar recebeu um belo passe no setor esquerdo do campo, venceu os marcadores e colocou o Papão mais uma vez na frente. Aos 13 minutos, quase Fabrício Ceará dá fim à alegria paraense. O atacante avançou pela direita e carimbou a trave para desespero dos torcedores pernambucanos.

Emoção no segundo tempo

Aos 17 minutos, o goleiro Paulo Rafael, que vinha fazendo uma boa partida até então, se machucou e deu lugar a Dalton. O Santa Cruz tentou se aproveitar da mudança e um minuto depois o atacante Paulista invadiu a área e pediu pênalti. Além de não assinalar a penalidade, o árbitro deu cartão amarelo para o jogador tricolor. Os pernambucanos, que já não gostaram da anulação do gol de Fabrício Ceará, reclamaram bastante.

Apesar das tentativas, o Santa Cruz não teve forças e competência para alcançar o empate mesmo com quatro atacantes em campo. O desespero do Tricolor em campo fazia contraponto à tranquilidade dos paraenses. O castigo pela ineficiência veio aos 32 minutos quando Chicão falhou na marcação de Régis, que avançou em direção ao gol e marcou o terceiro no Arruda.

Dênis Marques aproveitou uma das falhas da defesa do Paysandu (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)

Os pernambucanos não desanimaram e foram em busca do empate. Aos 39 minutos, Dênis Marques fez o segundo gol do Santa Cruz. O empate veio aos 45 minutos quando boa parte da torcida já se preparava para deixar o Arruda. De novo, Dênis Marques mostrou o faro de artilheiro. A partida ainda seguiu até os 50 minutos e por pouco o Tricolor não consegue um desempate histórico. (Globo Esporte)

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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