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Pará

ACIP aciona Vale e a mineradora assume dívida da D’Service

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O acordo foi intermediado ela ACIP que trouxe consenso entre credores e a mineradora

Com inúmeras pendências com fornecedores, a D’Service tem sido alvo de discussões e reuniões entre credores e a mineradora Vale. O fato foi apurado pela Vale e a Associação Comercial e Industrial de Parauapebas (ACIP) na tentativa de receber os valores apresentados pelos credores, que pode ultrapassar R$ 20 milhões.

Segundo os credores a D’Service não os recebia e alegava que não efetuava os respectivos pagamentos por ter grande somatória de medição em créditos com a Vale; por outro ladoa mineradora garante que não tem nenhuma pendência com sua ex-contratada.

Foram dois meses de insegurança os fornecedores passam a ter a certeza de que reaverão seus créditos com a D’Service, contratada da mineradora Vale.

A dívida foi assumida pela Vale que se propôs a pagar os respectivos valores aos credores que comprovarem com documentação os devidos créditos.

O acordo foi fechado em reunião ocorrida na tarde de quinta-feira, 17, no auditório da ACIP- Associação Comercial Industrial e Serviços de Parauapebas, entre a mineradora e os credores, quando diretores da Vale garantiram que após levantamentos e comprovação dos créditos os valores serão pagos integralmente.

O acordo será detalhado em entrevista coletiva concedida pelo presidente da ACIP Oriovaldo Mateus, presidente da ACIP; e assessor jurídico da entidade, Manoel Chaves; que esclarecerão o ocorrido.

Será abordada ainda, com detalhes, a situação de outras empresas com histórico de calote na praça e o andamento dos processos para reaver valores. Entre as empresas citadas em vários casos de calotes que ainda repercute no município está a empresa SMI, que deu um calote de mais de R$ 10 milhões; CIMI, cujo débito é maior que R$ 3 milhões; Mecanorte, com débito de aproximados R$ 5 milhões; a W.O. com um calote exorbitante de R$ 10 milhões; a Lucaia que passa de R$ 8 milhões; Santa Bárbara Engenharia S.A. e a CBEMI – Construtora Brasileira e Mineradora Ltda, ambas com dificuldades financeiras e com decreto de falência em andamento; a primeira, Santa Barbara, está em processo de recuperação judicial, tramitando na 2ª Vara Empresarial, em Belo Horizonte.

Tantos calotes traz como consequência, na opinião de Manoel chaves, um mercado estático; refletindo em toda a população que sofre pelo fim das contratações acarretando perdas no comércio que sente a evasão dos clientes e a inadimplência crescendo a cada dia. Os constantes calotes tem provocado falência de empresas locais e várias outras anunciam o fechamento da operações e demissões em massa. (Francesco Costa)

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Pará

BREU BRANCO: Chamonzinho leva ações do Mais Saúde

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Neste sábado, 15, o deputado Chamonzinho (MDB), levou até Breu Branco, na região de carajás, Pará, ações do Mais Saúde, promovidas pelo Instituto Miguel Chamon, com atendimentos de saúde para fortalecer o combate à pandemia.

Chamonzinho esteve acompanhado de vereadores, vice-prefeito e prefeito da cidade, onde também visitaram a Praça São Cristóvão, que será reformada e revitalizada, através de uma emenda destinada pelo parlamentar.

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Pará

MARABÁ: ADEPARÁ realiza saneamento em fazendas

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Servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) de Marabá, no sudeste paraense, promoveram uma ação sanitária com coleta sanguínea para Anemia Infecciosa Equina (AIE) em equídeos de uma prioridade rural do município, a fim de investigar se os animais da propriedade são portadores ou não da AIE.

Para o trabalho sanitário, na última quarta-feira (12), a propriedade foi interditada para trânsito de equídeos até à finalização do saneamento. Para a liberação da propriedade, é preciso que dois exames consecutivos constem como negativos.

“A Adepará se dirigiu até à propriedade para realizar os exames porque um animal contaminado passou pelo rancho e criou um vínculo epidemiológico. É uma doença altamente infecciosa e não podemos deixar os animais positivos transitar no estado”, disse Geraldo Teotônio Pereira Jota, gerente regional da Adepará de Marabá.

A propriedade com foco de AIE pode seguir até 60 dias interditada, podendo ter o prazo estendido, se caso uma amostra positivar. As amostras foram colhidas pela Fiscal Estadual Agropecuária (FEA) Raika Dias, que contou com o apoio dos servidores Leandro Sousa e José Cleudo para a contenção dos animais. O material recolhido será enviado para análise do laboratório oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Para a médica veterinária Raika Dias, o trabalho tem uma grande importância para a defesa animal no Pará. Ela destacou que o Estado segue as legislações vigentes em instruções normativas e portarias estabelecidas, que contribuem para a erradicações de doenças em equídeos.

“A importância desse trabalho para a defesa animal é um trabalho que se dá em duas frentes: preventiva e corretiva, uma que atua antes e durante a ocorrência de um foco, minimizando assim, a proliferação da doença”, ressaltou veterinária Raika Dias.

Doença – A Anemia Infecciosa Equina (AIE) acomete os equídeos (cavalos, jumentos, burros e mulas) de todas as idades. Não há cura para a doença e nem vacinas, por isso há todo um trabalho de prevenção por parte dos órgãos de defesa animal, como a Adepará.

A transmissão ocorre por meio de picada de mutucas e das moscas dos estábulos; e materiais contaminados com sangue infectado como agulhas, instrumentos cirúrgicos, groza dentária, sonda esofágica, aparadores de cascos, arreios, esporas e outros materiais, além da placenta, colostro e acasalamento.

O vírus, uma vez instalado no organismo do animal, permanece por toda a vida, mesmo quando não provoca sintomas. Não há tratamento efetivo ou vacina para a doença. O animal infectado torna-se portador permanente da doença, sendo fonte de infecção.

SERVIÇO

A Adepará trabalha com orientações para os produtores, para que haja a prevenção contra a AIE e realizem regularmente exame de todos os equídeos da propriedade. Em caso de suspeita, a notificação deve ser feita no escritório da Agência mais próximo de onde a propriedade está localizada.

Presente nos 144 municípios paraenses, a Adepará disponibiliza canais de comunicação e uma Ouvidoria para recebimento de denúncias. No site da Agência – há os contatos dos escritórios das regionais. O telefone fixo da Gerência dos Programas Estaduais Suídeos e Equídeos (Gpese) é o 3210-1188 e, caso a preferência seja por celular, o contato é o (91) 99392-4250.

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Pará

Pará recebe mais um lote de vacinas contra a Covid-19

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O Pará recebeu, na tarde desta sexta-feira (14), mais uma remessa das vacinas contra a Covid-19. Essa é a 22ª enviada pelo Ministério da Saúde desde janeiro. São 34.200 doses da CoronaVac/Sinovac, vacina que é desenvolvida no Brasil pelo Instituto Butantan, localizado em São Paulo. No total, o Pará já recebeu 2.687.220 doses, sendo 1.239.440 da CoronaVac, 1.396.300 da Oxford/AstraZeneca e 51.480 da Pfizer. 

A expectativa é que a distribuição das doses que chegaram hoje, seja realizada já a partir deste sábado (15), para os Centros Regionais de Saúde. O envio será feito por vias terrestre, aérea e fluvial, e contará com o apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

“A equipe de logística da Sespa vai se reunir, ainda na tarde de hoje, para organizar o envio das doses para os municípios da Região Metropolitana e interior do Estado. A prioridade é enviar doses aos locais que precisam acelerar a vacinação nos grupos da terceira etapa do plano estadual de vacinação”, explica Marcus Coura, coordenador de Logística da Sespa. 

A aplicação da vacina é responsabilidade das secretarias municipais de saúde. “A Sespa está viabilizando a campanha junto aos municípios, mas nós reforçamos que a população deve continuar fazendo a sua parte sem deixar de lado os cuidados com a higienização das mãos assim como distanciamento social, uso de álcool em gel e máscara”, afirma o Secretário de Estado de Saúde Pública do Pará, Rômulo Rodovalho. 

“A chegada de mais remessas ao Estado é importante, pois dessa forma vamos avançando a vacinação em todo o Estado. Ressaltamos que é importante que todos fiquem atentos ao calendário de vacinação do seu município e não deixem de tomar a segunda dose, pois só assim é possível completar o ciclo da imunização”, reforça o secretário.

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