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Bico do Papagaio

Adapec vistoria granjas do Bico do Papagaio

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As granjas do Bico do Papagaio que abastecem o abatedouro de Aguiarnópolis serão inspecionadas pela Adapec – Agência de Defesa Agropecuária – a partir desta terça-feira, 10. A operação de cunho educativo pretende orientar os criadores de aves sobre as medidas de biosegurança para novo registro junto à Agência. As mudanças e o novo cadastro estão previstos na Instrução Normativa nº 56 e quem descumprir as exigências ficará impedido de transportar e abater os animais.

De acordo com o presidente da Adapec, José Luciano Azevedo, esta visita inicial irá tirar todas as dúvidas dos avicultores quanto às novas mudanças que devem ser realizadas para a adequação dos estabelecimentos. “São novidades sobre questões físicas das granjas, como espaço de telas, cercas, isolamento e instalação de gabinete sanitário. Tudo isso foi determinado pelo Mapa – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para tornar a produção de carne de frango ainda mais segura sanitariamente”, explicou o presidente, acrescentando que o processo dará um registro único para cada avicultor.

Segundo o gerente do programa estadual de Sanidade Avícola, Antônio Leal, o prazo para novo registro segue até dia 4 de dezembro somente para as empresas que foram criadas depois do dia 04 de dezembro de 2007, data de publicação da IN. “Para as granjas mais antigas o prazo para adequação às normas será um pouco maior, mas nada impede que elas já façam as mudanças”, disse o gerente, completando que aproximadamente 40 granjas tocantinenses terão que fazer o novo cadastro até a data.

A Adapec será responsável por registrar as granjas comerciais, ou seja, aquelas que criam frangos de corte (carne) ou de postura (ovos). Já os estabelecimentos especializados em reprodução serão vistoriados pelo Mapa, por meio da SFA – Superintendência Federal da Agricultura.

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Nome de rua não homenageia ex-governador Siqueira Campos

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Ontem, segunda-feira, dia 17, o webjornal Folha do Bico, recebeu diversas mensagens comentando sobre a dúvida do nome da rua popularmente chamada de Siqueira Campos, principal via comercial não só de Araguatins, mas do Bico do Papagaio, após o senador Eduardo Gomes (MDB), espalhar nas redes sociais e em veículos de imprensa ligados a ele, que a referida via, seria uma homenagem ao ex-governador Siqueira Campos. O estranhamento, veio principalmente por parte de moradores mais antigos do município, que imediatamente reagiram a “mancada”.

O vídeo do senador foi gravado para ele alegar, que foi o responsável por viabilizar a obra de recapeamento, por meio de recursos da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), do Governo Federal, feitas ainda em 2018, na gestão do ex-prefeito Cláudio Santana.

Acontece, que a informação espalhada pelo senador, realmente não procede. O nome da rua não se refere ao ex-governador, mas sim ao militar e político Antônio de Siqueira Campos, que se tornou conhecido como Tenente Siqueira Campos. Ele foi um dos heróis da Revolução do Forte de Copacabana, na Revolta Tenentista. Foi um dos militares que marcharam na Avenida Atlântica, na orla marítima de Copacabana, no Rio de Janeiro, em direção aos cerca de três mil soldados legalistas e que, após intenso tiroteio em um combate totalmente desigual (18 revoltosos), acabaram sendo derrotados. Siqueira Campos e os movimentos aos quais era ligado, buscaram frear vícios da política brasileira da época, em que grupos elitistas se perpetuavam no poder. O tenente acabou sendo exilado, mas depois voltou a participar como um dos seus principais líderes, da famosa Coluna Prestes-Miguel Costa. Durante mais de três anos a Coluna percorreu o interior do Brasil do Sul ao Nordeste no prosseguimento da luta para derrubar a República Velha, que viria a cair em outubro de 1930 com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder.

Não só em Araguatins, mas em diversas cidades importantes do Brasil, existem homenagens como a de Araguatins. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o popular Parque Trianon, tem como nome oficial Parque Tenente Siqueira Campos. Na cidade do Rio de Janeiro, em Copacabana, também existe uma Rua Siqueira Campos, ela começa na junção com a Avenida Atlântica. Em Belém, no estado do Pará, tradicional Praça do Relógio, próximo ao Mercado do Ver-o-Peso, também se chama Praça Siqueira Campos.

Outras ruas importantes da área central de Araguatins, também são batizadas como nomes de militares históricos, como: Floriano Peixoto, Castelo Branco e Marechal Rondon.

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Bico do Papagaio

SÃO MIGUEL: Atendimento de saúde para desabrigados é reforçado

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Na tarde desta segunda-feira (17) a Escola Turma da Mônica, em São Miguel, no Bico do Papagaio, contou com atendimento médico e de enfermagem para as famílias desalojadas.

Os estudantes de medicina do último período da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), acompanhados do Dr. Alison, realizaram a triagem dos pacientes.

Além dos estudantes de medicina, a equipe de saúde contava com médicos, enfermeiros e técnicos.

A Prefeitura de São Miguel tem oferecido, além de abrigo e alimentação, atendimento de saúde para as famílias que sofrem com a elevação do Rio Tocantins.

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Bico do Papagaio

MARABÁ: Toni Cunha critica condições precárias de abrigos

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O deputado estadual, Delegado Toni Cunha (PTB), fez um giro este final de semana pelos abrigos da Prefeitura, que estão recebendo os desalojados pela cheia dos rios Tocantins e Itacaiúnas, em Marabá, na região de Carajás, Pará.

O parlamentar esteve nos abrigos no final da Av. Sororó, que atende moradores dos bairros Independência, Liberdade e Laranjeiras. O deputado disse que a situação é precária. “Vamos acompanhar até o fim das cheias para exigir tratamento digno para as pessoas. Estão sem água potável, sem mantimentos, correndo riscos com estruturas elétricas improvisadas, água entrando em baixo dos abrigos”, desabafou.

Cunha também esteve no abrigo da entrada da Marabá Pioneira, onde quase 500 pessoas estão, segundo ele, em situação muito difícil. “Água invadindo os barracos por falta de vedação no piso, apenas dois banheiros químicos para centenas de pessoas, 02 pontos de água para banho sem portas, “gambiarra elétrica” gerando sérios riscos de choque. Poucos mantimentos e, o mais grave, reclamam de nenhum material de higiene, sem álcool e máscaras em meio a pandemia.

O deputado ainda pediu a abertura do Centro de Convenções e mais prédios públicos com condições de receber as pessoas. “Ciente disso, vou expedir ofícios aos órgãos do estado e do município, bem como ao ministério público, exigindo providências”, finalizou.

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