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Bico do Papagaio

AGUIARNÓPOLIS: Gaguim discute infraestrutura de pátios multimodais

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to1O governador Carlos Henrique Gaguim esteve reunido nesta quarta-feira, 4, em Brasília, com o presidente da Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias S/A,, José Francisco das Neves, para discutir projetos de eletrificação dos pátios multimodais em construção ao longo da ferrovia Norte-Sul em território tocantinense. A preocupação do governador é dotar os pátios de infraestrutura, para que as empresas que já manifestaram interesse possam se instalar, tão logo a estrada-de-ferro entre em operação.

O governador informou que há empresas de comercialização de grãos, combustíveis, asfaltamento e frigoríficos interessados em se instalar nos pátios, mas precisam de infraestrutura. Os pátios multimodais estão sendo construídos nos municípios de Aguiarnópolis, Araguaína/Babaçulândia, Colinas, Guaraí, Palmas/Porto Nacional e Gurupi.

A Valec se comprometeu a levar a rede de energia até os pátios, mas informou que as subestações seriam responsabilidade do Governo do Estado. “Estamos procurando um denominador comum. O máximo que a Valec puder fazer, será feito. E o que o governo do Estado puder fazer, acredito que fará. Vamos encontrar uma solução em comum”, afirmou o presidente da empresa.

O projeto para dotar os pátios multimodais de energia elétrica está orçado em R$ 90 milhões. Como o Estado detém 49% das ações da Celtins – Companhia de Energia Elétrica do Tocantins, uma alternativa levantada pelo governador seria negociar as ações do Estado para levar energia aos pátios. “Se for preciso, vamos pôr à venda. A Nossa obrigação é disponibilizar a infraestrutura de energia elétrica e vamos cobrar isso da Celtins, pois temos 49% das ações. Já temos mais de 30 empresas licitadas, só aguardando a estrutura do governo”, afirmou Gaguim.

Os secretários de Representação, Carlos Patrocínio, e da Infraestrutura, Rômulo do Carmo, acompanharam a reunião. (Cristiane Hidaka, Foto: Rapael Carvalho)

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ARAGUATINS: Nome de rua não homenageia ex-governador Siqueira Campos

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Ontem, segunda-feira, dia 17, o webjornal Folha do Bico, recebeu diversas mensagens comentando sobre a dúvida do nome da rua popularmente chamada de Siqueira Campos, principal via comercial não só de Araguatins, mas do Bico do Papagaio, após o senador Eduardo Gomes (MDB), espalhar nas redes sociais e em veículos de imprensa ligados a ele, que a referida via, seria uma homenagem ao ex-governador Siqueira Campos. O estranhamento, veio principalmente por parte de moradores mais antigos do município, que imediatamente reagiram a “mancada”.

O vídeo do senador foi gravado para ele alegar, que foi o responsável por viabilizar a obra de recapeamento, por meio de recursos da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), do Governo Federal, feitas ainda em 2018, na gestão do ex-prefeito Cláudio Santana.

Acontece, que a informação espalhada pelo senador, realmente não procede. O nome da rua não se refere ao ex-governador, mas sim ao militar e político Antônio de Siqueira Campos, que se tornou conhecido como Tenente Siqueira Campos. Ele foi um dos heróis da Revolução do Forte de Copacabana, na Revolta Tenentista. Foi um dos militares que marcharam na Avenida Atlântica, na orla marítima de Copacabana, no Rio de Janeiro, em direção aos cerca de três mil soldados legalistas e que, após intenso tiroteio em um combate totalmente desigual (18 revoltosos), acabaram sendo derrotados. Siqueira Campos e os movimentos aos quais era ligado, buscaram frear vícios da política brasileira da época, em que grupos elitistas se perpetuavam no poder. O tenente acabou sendo exilado, mas depois voltou a participar como um dos seus principais líderes, da famosa Coluna Prestes-Miguel Costa. Durante mais de três anos a Coluna percorreu o interior do Brasil do Sul ao Nordeste no prosseguimento da luta para derrubar a República Velha, que viria a cair em outubro de 1930 com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder.

Não só em Araguatins, mas em diversas cidades importantes do Brasil, existem homenagens como a de Araguatins. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o popular Parque Trianon, tem como nome oficial Parque Tenente Siqueira Campos. Na cidade do Rio de Janeiro, em Copacabana, também existe uma Rua Siqueira Campos, ela começa na junção com a Avenida Atlântica. Em Belém, no estado do Pará, tradicional Praça do Relógio, próximo ao Mercado do Ver-o-Peso, também se chama Praça Siqueira Campos.

Outras ruas importantes da área central de Araguatins, também são batizadas como nomes de militares históricos, como: Floriano Peixoto, Castelo Branco e Marechal Rondon.

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Bico do Papagaio

SÃO MIGUEL: Atendimento de saúde para desabrigados é reforçado

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Na tarde desta segunda-feira (17) a Escola Turma da Mônica, em São Miguel, no Bico do Papagaio, contou com atendimento médico e de enfermagem para as famílias desalojadas.

Os estudantes de medicina do último período da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), acompanhados do Dr. Alison, realizaram a triagem dos pacientes.

Além dos estudantes de medicina, a equipe de saúde contava com médicos, enfermeiros e técnicos.

A Prefeitura de São Miguel tem oferecido, além de abrigo e alimentação, atendimento de saúde para as famílias que sofrem com a elevação do Rio Tocantins.

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MARABÁ: Toni Cunha critica condições precárias de abrigos

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O deputado estadual, Delegado Toni Cunha (PTB), fez um giro este final de semana pelos abrigos da Prefeitura, que estão recebendo os desalojados pela cheia dos rios Tocantins e Itacaiúnas, em Marabá, na região de Carajás, Pará.

O parlamentar esteve nos abrigos no final da Av. Sororó, que atende moradores dos bairros Independência, Liberdade e Laranjeiras. O deputado disse que a situação é precária. “Vamos acompanhar até o fim das cheias para exigir tratamento digno para as pessoas. Estão sem água potável, sem mantimentos, correndo riscos com estruturas elétricas improvisadas, água entrando em baixo dos abrigos”, desabafou.

Cunha também esteve no abrigo da entrada da Marabá Pioneira, onde quase 500 pessoas estão, segundo ele, em situação muito difícil. “Água invadindo os barracos por falta de vedação no piso, apenas dois banheiros químicos para centenas de pessoas, 02 pontos de água para banho sem portas, “gambiarra elétrica” gerando sérios riscos de choque. Poucos mantimentos e, o mais grave, reclamam de nenhum material de higiene, sem álcool e máscaras em meio a pandemia.

O deputado ainda pediu a abertura do Centro de Convenções e mais prédios públicos com condições de receber as pessoas. “Ciente disso, vou expedir ofícios aos órgãos do estado e do município, bem como ao ministério público, exigindo providências”, finalizou.

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