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Amapá confirma morte de duas crianças por Sarampo

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Governo do Amapá confirma a morte de duas crianças por sarampo no estado, uma na capital Macapá e outra no município de Pedra Branca do Amapari. Nos dois casos, as crianças não estavam vacinadas, pois a imunização começa apenas aos 6 meses e as crianças eram mais novas quando contraíram a doença.

O caso na capital do estado ocorreu no dia 28 de março. Já a criança de Pedra Branca do Amapari era indígena e vivia em uma aldeia. Entre janeiro e maio deste ano, o Amapá registrou 320 casos de sarampo e se tornou o estado responsável por 80% dos casos do país em 2021. Óbitos por sarampo não ocorriam há pelo menos duas décadas no estado e o governo amapaense afirma que possui um plano de ação para combater o surto da doença nos municípios. 

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2021 foram registrados casos de sarampo em três estados: Amapá, Pará e São Paulo. O Brasil obteve o certificado de país livre de sarampo em 2016, mas perdeu o título em 2019.

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Defesa Civil Nacional reconhece situação de emergência em municípios do Pará, Amazonas e Amapá

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Quatro cidades da Região Norte do País obtiveram reconhecimento federal de situação de emergência por conta de desastres naturais.

Manicoré e Urucará, no Amazonas, e Vitória do Jari, no Amapá, registraram inundações. Já Santa Maria das Barreiras, no Pará, foi vítima de chuvas intensas.
Com o reconhecimento federal, as cidades estão aptas a pedir recursos do Ministério do Desenvolvimento regional, o MDR, para ações de resposta aos desastres e de reconstrução de infraestrutura pública danificada.


Karine Lopes, diretora de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, explica como deve ser feito o pedido por recurso. 

“Os municípios que tiveram o reconhecimento federal de situação de emergência podem fazer a solicitação de recurso para ações de resposta, que compreendem socorro, assistência, restabelecimento de serviços essenciais e também para ações de recuperação. Os pedidos devem ser encaminhados via S2iD, que é a principal plataforma do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil. “

O S2iD é o Sistema Integrado de Informações sobre Desastres. A ferramenta pode ser acessada em s2id.mi.gov.br. 

Ainda nesta segunda-feira, 14 de junho, a Defesa Civil Nacional também reconheceu a situação de emergência em cinco cidades do Norte e cinco do Nordeste do País.

Para saber mais sobre as ações de defesa civil do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br. (Brasil 61)

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Mortes por Covid-19 no Brasil somam 487,4 mil e casos chegam a 17,4 milhões

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O total de pessoas que contraíram a covid-19 desde o início da pandemia no Brasil subiu para 17.412.766. Em 24 horas, houve 37.948 novas ocorrências da doença notificadas. O país tem 1.130.817 casos de pessoas com a infecção ativa, em acompanhamento. Os dados são do balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado neste domingo (13).

O balanço sistematiza as informações coletadas por secretarias estaduais de Saúde sobre casos e mortes.

O número de óbitos da pandemia do novo coronavírus agora é de 487.401. De ontem para hoje, foram confirmadas 1.129 novas mortes.


Ainda há 3.824 falecimentos em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

O número de pessoas que foram infectadas, mas se recuperaram desde o início da pandemia, chegou a 15.794.548, o que representa 90,7% dos casos.

Estados

ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (118.121). Em seguida, vêm Rio de Janeiro (52.998), Minas Gerais (43.124), Rio Grande do Sul (29.672) e Paraná (28.135). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.679), Acre (1.712), Amapá (1.762), Tocantins (3.019) e Alagoas (5.002).

Vacinação

Na última atualização, o governo federal informou que foram enviados a estados e municípios 109,4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, 72,1 milhões de doses foram aplicadas, sendo 50,5 milhões da primeira dose (23,7%) e 21,5 milhões da segunda (10,1%). (Rafael Vilela)

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Após acordo, Azul anuncia novos voos para o Amazonas

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Um acordo com os governos do Amazonas e federal a empresa aérea Azul Linhas Aéreas anunciou a expansão de suas operações no Amazonas. Se tudo correr conforme previsto, a companhia planeja começar a voar para oito cidades amazonenses e retomar as viagens para mais três destinos no estado ainda no segundo semestre.

As oito cidades que a companhia adicionará à sua malha aérea são Apuí, Barcelos, Borba, Eirunepé, Itacoatiara, Humaitá, Novo Aripuaña e São Gabriel da Cachoeira. O início das operações depende da conclusão de melhorias na atual infraestrutura aeroportuária.

O acordo com os governos estadual e federal também prevê a reativação dos voos para Coari, Lábrea e Maués e o aumento do número de assentos disponíveis na rota que passa por Parintins, um dos quatro municípios amazonenses onde a companhia atualmente opera – os outros três são Manaus, Tabatinga e Tefé.

O governador do Amazonas, Wilson Lima, a expansão das operações da empresa para 11 novos destinos do estado. “Estamos muito otimistas”, disse o governador ao explicar que, em contrapartida, o governo estadual ofereceu incentivos à empresa, como, por exemplo, a possibilidade de renovar a redução da alíquota do ICMS cobrado do combustível de aviação.

“Esse acordo foi possível a partir dos incentivos que o governo do estado dá a essa empresa, para fazer com que essas viagens se tornem viáveis para ela e também para o consumidor”, disse Wilson Lima.

Segundo o governo estadual, o acordo inicial vale para o biênio 2021/2022, mas pode vir a ser ampliado mediante a manutenção de voos e criação de novas rotas. O acordo também prevê que a empresa estabeleça voos diretos de Manaus para Belém, Boa Vista, Porto Velho, Recife, Santarém (PA) e Campinas (SP).

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, também comemorou a iniciativa. “Estamos falando de levar a aviação para o interior. De democratizar o serviço de aviação e conectar as pessoas que lá, naquela região, dependem muito do serviço de transporte aéreo”, disse o ministro após se reunir com representantes da Azul, em Brasília, na manhã desta quinta-feira (10). “Essa é uma iniciativa que casa com a dinâmica da nossa economia, cada vez mais voltada para o Norte do Brasil”, acrescentou Freitas.

De acordo com o ministério, o governo federal tem investido em melhorias nos aeroportos regionais operados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) com vistas a expandir a aviação regional em todo o país. Segundo a pasta, mais de R$ 1,4 bilhão já foram investidos desde 2019 para a compra de equipamentos de navegação aérea ou revitalização de aeroportos das cinco regiões brasileiras.

“Muitos dos aeroportos foram construídos nas décadas de 50, 60 e 70 e, aos poucos, foram sendo deixados de lado, sem uma manutenção e operação corretas. Justamente por isso, estamos fazendo esse trabalho de revitalização e colocando esses aeroportos em condições de infraestrutura para atender a operação comercial, adequando ao porte das aeronaves demandadas”, disse o secretário Nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, em nota.

O governo federal espera atrair investimentos privados por meio da concessão de aeroportos. O governo já realizou seis rodadas de leilões, e a sétima está prevista para ocorrer em 2022. Há também um projeto que o próprio ministério trata como desestatização de oito aeroportos amazonenses (Barcelos, Carauari, Coari, Eirunepé, Lábrea, Maués, Parintins e São Gabriel da Cachoeira) e que prevê a concessão dos equipamentos por meio de parcerias público-privada. (Alex Rodrigues)

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