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Amazônia 4.0: plataforma de ESG lançará documentário inédito sobre visão inovadora de sustentabilidade

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Na data em que se celebra o Dia da Terra, em 22 de abril, a Plataforma Grape ESG lançará o filme Amazônia 4.0, que aborda as principais soluções para o desenvolvimento sustentável na Floresta Amazônica e os caminhos que são necessários percorrer para solucionar os problemas de um dos biomas mais ricos em biodiversidade do mundo. O lançamento será feito pelo canal do YouTube da Grape ESG, às 15h. O teaser do vídeo pode ser conferido neste link: https://www.youtube.com/watch?v=tLoSrE9st7U

O lançamento coincide também com a “Cúpula dos Líderes sobre o Clima”, convocada pelo Presidente dos EUA, Joe Biden, que reunirá as principais lideranças de todo o mundo. Assim o filme pretende provocar e inspirar discussões oportunas, positivas, e com visão de futuro, envolvendo empresas, executivos e a ciência, num momento em que líderes mundiais congregam-se em torno dos temas de sustentabilidade.

A produção audiovisual de 25 minutos que reúne importantes nomes da ciência, academia, organismos internacionais e dos negócios, será veiculada de forma online, aberta a todos os públicos, com o objetivo de aumentar a conscientização sobre as principais questões em torno do desenvolvimento sustentável da Amazônia e da economia circular. A produção executiva do filme é de Ricardo Assumpção, CEO da Grape ESG, e de Ione Anderson, COO da Grape ESG.

Um dos destaques do documentário é Carlos Nobre, pesquisador sênior do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP), que apresenta os caminhos de desenvolvimento a serem percorridos para solucionar as ameaças à floresta, reunindo as visões científica e dos negócios, com o objetivo de desencadear oportunidades econômicas novas e inclusivas para a proteção de ecossistemas e comunidades em toda a bacia amazônica.

“Existem novas iniciativas aderindo aos princípios de uma bioeconomia inovadora e decentralizada enraizada na Amazônia, em contraste ao tratamento da floresta como fonte de recursos para indústrias situadas em outros lugares. A região pode acomodar tantos os seres humanos quanto a biodiversidade”, ressalta Carlos Nobre em artigo no jornal The New York Times em outubro de 2020, que inspirou o documentário.

Segundo Ricardo Assumpcão, CEO da Grape ESG e produtor executivo do documentário, “a Floresta Amazônica é provavelmente o maior e mais avançado laboratório no planeta Terra. Por isso a ciência e os negócios precisam caminhar lado a lado para explorar os caminhos de um desenvolvimento sustentável, criando impacto ambiental e social e ao mesmo tempo em que cria-se valor futuro, inclusive valor financeiro. Isto é possível se levarmos em conta que o capitalismo vem passando por diversos ajustes e passamos do “Risco, retorno” para o “Risco, retorno e impacto”. Manter nosso maior Bioma em pé é o maior desafio e também uma das maiores oportunidades que teremos na próxima década”.

A CCO da Grape ESG, Ione Anderson, reforça que o trabalho da Plataforma Grape ESG é exatamente o de construir as pontes entre negócio e ciência, integrando tecnologia, ciência e cadeias produtivas sustentáveis. “Nos últimos anos, a ciência e os negócios estão convergindo para pontos comuns baseados no conhecimento científico, que trazem segurança para desenvolver novas estratégias, para inovar como vemos e usamos os recursos naturais. Temos que investir muito ainda no poder da comunicação para informar, conscientizar e mudar comportamento – com alvos baseados na ciência.”, destaca Ione Anderson, que também é uma das produtoras executiva do filme.

O filme Amazônia 4.0 é um dos projetos de destaque Grape ESG, plataforma de sustentabilidade que promove, ainda, o Programa Van Solidária, uma plataforma de impacto social positivo e o Café da Margem – startup de sustentabilidade que será a primeira cafeteria do mundo a vender créditos de carbono no cardápio. 

Projeto Amazônia 4.0

O filme é baseado no Projeto Amazônia 4.0 – idealizado por Carlos Nobre, pesquisador sênior do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP). O projeto visa agregar as potencialidades econômicas da sociobiodiversidade amazônica às novas tecnologias e possibilidades que emergem da Quarta Revolução Industrial (este conceito resulta da junção das tecnologias digitais, biotecnologias e ciências dos materiais, fazendo uma ampla utilização dessas tecnologias modernas para beneficiamento social, econômico e ambiental da Amazônia e suas populações). A iniciativa tem apoio da WWF, WEF, USP e London Business School.

Segundo Carlos Nobre o grande valor econômico e social da floresta Amazônica está nos próprios produtos da biodiversidade. Por exemplo, sistemas agroflorestais produzem açaí, cacau, castanha e outros produtos com muito maior valor agregado. 

“O papel da ciência e tecnologia é o de explorar o potencial de inúmeros outros produtos, processos e conhecimentos e, ao mesmo tempo, buscar desenvolver tecnologias modernas–chamamos Amazônia 4.0–para agregação de valor aos produtos da floresta. Seria o desenvolvimento de uma bioeconomia de floresta em pé, com maior geração de renda e bem-estar para as populações Amazônicas e igualmente trazendo uma vibrante economia para o país como um todo”, afirma. (Ascom)

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Histórias Daqui resgata lendas e curiosidades da região amazônica

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As gravações da série Histórias Daqui tiveram início neste sábado, 08. Produzida pelo ator Carlos Gontijo em parceria com o Ponto de Cultura e Grupo Um Ponto Dois de Teatro, a série de contação de histórias terá oito episódios e, em cada um deles, o ator Carlos Gontijo recebe um convidado para juntos contarem lendas e curiosidades da região amazônica do País através do teatro de animação. A estreia está prevista para o mês de agosto, mês de destaque da cultura popular brasileira, sendo exibida no canal do Youtube do Ponto de Cultura do Grupo Um Ponto Dois de Teatro.

A direção dos episódios é do ator Justino Vettore. “Nosso país é repleto de histórias fantásticas, nossa cultura popular é rica em todos os sentidos e estamos muito felizes por contar essas histórias através do teatro de animação e outras técnicas na linguagem audiovisual”, disse. O figurino e os cenários são assinados pela artista Vivian Oliveira. “Nossa principal inspiração está nos programas infantis de contação de histórias da década de 90, mesclando com nossos elementos regionais. Muitas cores e muito material reciclado para mostrar as crianças que para contar uma história basta querer”, adianta.

A música tema da série será cantada pelas crianças do Projeto Veredas, acompanhadas por instrumentos musicais da região Norte do país e produção musical de Diego Brito. O projeto está sendo gravado ao longo do mês de maio com equipe reduzida em estúdio e apenas dois atores por episódio, respeitando normas da Organização Mundial de Saúde (OMS.

Projeto

O projeto tem o patrocínio do Governo do Tocantins por meio da Agência de Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), via edital da Lei Aldir Blanc. Para o ator Carlos Gontijo, que assina pela primeira vez como produtor de um projeto audiovisual, essa experiência foi possível graças a Lei Aldir Blanc. “Vivemos um momento muito delicado da história, não só no nosso País. Mais do que nunca o resgaste da nossa cultura é de extrema importância e a Lei Aldir Blanc, além de dar suporte aos artistas nesse momento difícil, está oportunizando projetos riquíssimos como o nosso”, conclui.

Ponto de Cultura Itinerante Um Ponto Dois

O Grupo Um Ponto Dois de Teatro realiza suas ações em espaços públicos e virtuais. Durante a pandemia, tem desenvolvido ações através das redes sociais e plataformas digitais. O grupo Um Ponto Dois foi fundado em 2012 por jovens artistas residentes da capital tocantinense e reconhecido como Ponto de Cultura no ano de 2016, tendo como missão a promoção, difusão e proteção da arte e da cultura brasileira, por meio do teatro. (Cinthia Abreu / Foto: Flaviana Ox)

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Brasil chega a 15,19 milhões de casos e 422,3 mil mortes por Covid-19

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O Brasil registra, até o momento, 422.340 mortes por covid-19. Em 24 horas, foram confirmados 1.024 óbitos e 38.911 novos casos. No total, 15.184.790 casos foram diagnosticados no país. 

O número de pessoas recuperadas totalizou 13.714.135 – 90,3% do total de infectados pelo novo coronavírus. Existem 3.722 mortes em investigação por equipes de saúde, dados relativos a ontem, porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado no fim da tarde de hoje (9). O balanço é elaborado a partir dos dados sobre casos e mortes levantados pelas autoridades locais de saúde.



O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (100.799), Rio de Janeiro (46.427) e Minas Gerais (36.011). As unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (1.546), Amapá (1.582) e Acre (1.589).

Em relação aos casos confirmados, São Paulo também lidera, com mais de 3 milhões de casos. Minas Gerais, com 1,4 milhão, e Rio Grande do Sul, com pouco mais de 1 milhão de casos, aparecem na sequência. O estado com menos casos de covid-19 é o Acre, com 79,3 mil, seguido por Roraima (98,3 mil) e Amapá (107,7 mil).

Vacinação

Em relação à vacinação, foram aplicadas no Brasil 46.516.233 doses de vacinas contra a covid-19, segundo dados disponíveis no portal Localiza SUS, do Ministério da Saúde.  Deste total, 31.522.511 foram vacinadas com a primeira dose e 14.993.722 receberam a segunda.

Neste domingo, 6.127 doses foram aplicadas.

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1,12 milhão de vacinas da Pfizer começam a serem distribuídas no Brasil esta segunda, 10

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O Ministério da Saúde começa a distribuir nesta segunda, 10, mais um lote com 1,12 milhão de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech. As doses são destinadas para a primeira aplicação em pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas e pessoas com deficiência permanente.

Segundo a pasta todos os estados e Distrito Federal receberão o imunizante de forma proporcional e igualitária.

Na semana passada, o governo distribuiu o primeiro lote de vacinas da Pfizer com 1 milhão de doses.

De acordo com a pasta, a logística de distribuição das vacinas da Pfizer foi montada levando em conta as condições de armazenamento do imunizante. No Centro de Distribuição do ministério, em Guarulhos, as doses ficam armazenadas a uma temperatura de -90°C a -60°C.

Ao serem enviadas aos estados, as vacinas estarão expostas a temperatura de -20°C. Nas salas de vacinação, onde a refrigeração é de +2 a +8°C, as doses precisam ser aplicadas em até cinco dias.

“Em função disso, o Ministério da Saúde orienta que, neste momento, a vacinação com o imunizante da Pfizer seja realizada apenas em unidades de saúde das 27 capitais brasileiras, de forma a evitar prejuízos na vacinação e garantir a aplicação da primeira e segunda doses com intervalo de 12 semanas entre uma e outra”, informou o ministério.

A vacinação contra a covid-19 começou no país no dia 18 de janeiro. Até o momento, contando com esse novo lote, foram destinadas a todas as unidades da Federação aproximadamente 75,4 milhões de doses de imunizantes.  Até este domingo (9), mais de 46,8 milhões de doses já foram aplicadas. (Luciano Nascimento)

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