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Bico do Papagaio

Amélio desiste de Valnei mas quer professora do Buriti na Diretoria

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18599_091007depameliocayreskr1A queda de braço pela indicação do diretor de ensino em Araguatins continua muito forte nos bastidores. Na terça-feira, 10, os deputados do Bico do Papagaio se reuniram das 15h até as 22h, mesmo assim não conseguiram chegar a um acordo definitivo.

Nos corredores da Assembléia Legislativa corre a informação que o deputado Amélio Cayres(PR) está muito próximo de vencer a parada, principalmente pelo recuo sobre a indicação do nome do professor José Valnei Barros Monteiro, de Sítio Novo, professor secundarista denunciado pelo deputado Iderval Silva(PMDB).

Cayres repensou a indicação de Valnei e resolveu sugerir o nome da professora Lúcia do Buriti que é formada em pedagogia com pós-graduação na área de educação. Lúcia foi diretora de uma escola da cidade.

A informação que ainda circula nos bastidores seria a de que se caminha para um acordo em que Amélio Cayres ficará responsável por todas as indicações na área de educação. Iderval Silva assumiria as indicações na área da saúde e o restante do bolo dividido entre Raimundo Moreira e Manoel Queiroz.

Procuramos a assessoria do deputado Iderval Silva para comentar sobre as informações, mas o chefe de gabinete do parlamentar preferiu não se aprofundar no assunto alegando não ter informações suficientes. Iderval estava incontactavel. Já no gabinete de Amélio Cayres preferiram se esquivar em passar qualquer informação, até o sobrenome da professora Lúcia eles se recusaram a informar.

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Aquiles manda recado para assentados, “Não sou governado pelo rabo”

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O prefeito de Araguatins, no Bico do Papagaio, Aquiles da Areia (PP), ficou irritado por estar sendo cobrado por moradores de diversas regiões de assentamentos e distritos, por conta das más condições das estradas vicinais, que tem dificultado a vida dessa parte da população que necessita se locomover até a cidade.

O gestor gravou um vídeo e divulgou nas redes sociais, respondendo os críticos. Assista:

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Bico do Papagaio

AUGUSTINÓPOLIS: Estelionatário especialista em falsificação de diplomas de medicina é preso após desligar padrões de energia

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Por força de mandado judicial pelo crime de estelionato, a Polícia Militar realizou a prisão de um homem de 33 anos, na noite de segunda-feira, 24, na cidade de Augustinópolis, no Bico do Papagaio. 

A prisão foi feita pela equipe de policiais militares do 9º Batalhão da PM (9º BPM) e contou com o apoio de um militar que se encontrava de folga e agentes da Polícia Civil, que auxiliaram com informações que levaram a prisão do indivíduo.

As primeiras informações que chegaram para a Polícia Militar davam conta de que moradores da área central da cidade de Augustinópolis estariam amedrontados devido uma pessoa estar desligando o padrão de energia das casas durante a noite.

No local, a PM foi recebida por moradores que disseram para a polícia o nome do possível suspeito da ação e o indivíduo acabou sendo localizado pela equipe de policiais militares e preso. 

Através de consulta ao Banco Nacional de Mandados de Prisão, o sistema apontou que havia um mandado judicial aberto em desfavor do foragido, acusado pelo crime de estelionato. Segundo informações, o indivíduo era especialista em falsificação de certificados escolares e universitários, principalmente de curso de medicina.

O autor foi apresentado na Central de Flagrantes para as providências cabíveis.

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Bico do Papagaio

SÃO MIGUEL: Rio Tocantins recua e algumas famílias começam a voltar para casa

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Moradores que ficaram desabrigados ou desalojados por causa das enchentes começaram a voltar para casa em São Miguel, no Bico do Papagaio. Isso porque o nível do rio Tocantins baixou cerca de quatro metros nos últimos dias.

Por outro lado, ainda há muitos moradores em abrigos públicos na cidade. Há quase 30 dias, a cidade sofre com a cheia. O rio chegou a subir cerca de 11 metros, desabrigando 233 famílias, que estão alojadas em 15 locais fornecidos pela prefeitura.

“A gente retirou esse pessoal para abrigos públicos e a gente tem dado toda a assistência, como alimentação, assistência médica. Fornecemos tanto alimentação pronta, como cestas básicas para aquelas famílias que foram desalojadas e não estão em abrigos públicos”, explicou o coordenador de incidência Paulo da Silva Pereira.

Com essa baixa, a travessia feita de balsa entre São Miguel e Imperatriz voltou a ser feita normalmente. O serviço tinha sido suspenso porque não havia lugar para que a embarcação pudesse ancorar.

Em vários pontos da cidade, a vida começa a voltar ao normal. A principal rua do bairro Bela Vista não está mais alagada, no entanto há muitos estragos causados pela cheia.

O que restou dos móveis está acumulado na frente das casas. Um estabelecimento foi interditado porque pode desmoronar. Mesmo o rio tendo baixado, a orientação da defesa Civil é que as famílias não retornem ainda para as residências.

“Ainda temos o risco de essa água voltar a subir e afetar novamente os moradores. A Defesa Civil está trabalhando na prevenção, tentando conscientizar a população para que não retorne agora até porque juntamente com a Secretaria de Saúde, vai ser iniciado o trabalho de dedetização das residências e das ruas que foram afetadas pela inundação”, explicou o secretário da Defesa Civil, Gustavo Enes.

Mesmo assim, alguns moradores têm retornado. O nível que a água chegou na casa do servidor público Jésser Oliveira está marcado nas paredes. Por 15 dias ele ficou na casa de parentes, mas agora que o rio está baixando, resolveu voltar.

“Não me sinto seguro, mas como a gente está de favor na casa de parentes, eu optei por voltar, na esperança de que o rio não chegue mais ao nível que chegou”, disse.

Nas áreas mais baixas, muitas casas ainda estão tomadas pela água. A dona de casa Joelma Matos o marido e o filho de 4 anos estão em um dos abrigos. Ela conta que não teve tempo de retirar quase nada antes da água subir.

“Está aqui o que eu consegui [retirar]. O meu botijão e a bicicleta do meu filho. Foi o que eu peguei, joguei nas costas e vim. O restante, documento dele, tirei um pedaço pregado no chão”, disse a dona de casa Joelma Matos. (G1)

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