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Bico do Papagaio

ANANÁS: Professor e bacharel são presos acusados de exploração sexual de menores

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Uma importante operação da Polícia Civil, comandada pelo delegado, Afonso José Azevedo de Lyra Filho, em parceria com a Polícia Militar, realizada na quarta-feira, 23, em cumprimento a três Mandados de Prisão Preventiva e um Mandado de Busca e Apreensão Domiciliar, expedidos pelo juiz de Direito da Comarca de Ananás, José Roberto Ferreira Ribeiro, levaram para a cadeia o professor Volmar Pires Carvalho, de 38 anos e Moises Coelho Gusmão, 29 anos que é bacharel em direito.  A principio no Relatório de Operação Policial divulgado pela própria Polícia Civil consta que Moises Coelho seria secretário municipal de juventude, mas o secretário de planejamento, Wilson Saraiva, fez contato com a redação do jornal para negar veementemente a informação e dizer que Moises nunca foi e nunca será secretário na administração Raimunda Rosa.

Ainda resta cumprir o Mandado contra Alexandre Paes da Cunha, médico veterinário que é considerado foragido da Justiça. Alexandre é este na foto ao lado.

Os três foram indiciados pelo crime de exploração sexual de vulnerável, tipificado ao artigo 218-B do Código Penal, que comina pena de reclusão de 04 a 10 anos.

A Busca e Apreensão Domiciliar foi realizada pela polícia na residência do professor Volmar, cujo objetivo era apreender materiais pornográficos envolvendo crianças e adolescentes.

Conforme consta dos autos de Inquérito Policial os três indiciados estavam mantendo relações homossexuais com adolescentes no município de Ananás, explorando os mesmos mediante paga ou promessa de pagamento de dinheiro.

A notícia da infração penal chegou até o conhecimento da polícia através de requisição do Ministério Público Estadual (MPE), que durante a oitiva informal do adolescente J. S. M. C. tomou conhecimento de suposto crime de favorecimento à prostituição de vulnerável, em tese praticado por Volmar.

Instaurado o Inquérito Policial, a polícia empreendeu diligencias para investigar o caso, tendo identificado inúmeras outras vítimas, todos adolescentes do sexo masculino, que estavam sendo induzidos à manter relação homossexual com os representados mediante pagamento de dinheiro.

Os adolescentes, ora vítimas, acompanhados dos respectivos pais, relataram à polícia em detalhes, os inúmeros abusos que os mesmos sofreram pelos três indiciados.

Volmar,  Moises e Alexandre Paes, todos homossexuais, recrutavam adolescentes do sexo masculino, de faixa etária de 14 à 16 anos, e induzia os mesmos à praticarem sexo oral e anal com os representados, mediante pagamento de determinada quantia em dinheiro.

Os valores que os representados pagavam aos adolescentes variavam de acordo com a modalidade de sexo que praticava com os mesmos, sendo que às vítimas recebiam em média R$10,00 (dez reais) para praticarem o chamado “sexo oral”, e R$30,00 (trinta reais) para praticarem o chamado “sexo anal”.

A maioria dos encontros amorosos aconteciam na residência de Volmar, que promovia festas e orgias com o intuito de induzir adolescentes à prostituição.

A maioria dos adolescentes apresentaram sintomas de depressão como baixo rendimento escolar, problemas de comportamento com a família, vergonha de si mesmos etc., sendo que uma das vítimas alegou ter contraído sífilis, uma doença sexualmente transmissível.

Até o presente momento foram confirmados 9 adolescentes vítimas do grupo de exploradores.

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AUGUSTINÓPOLIS: Polícia e MP novamente na cola de Júlio. Agora, suspeita é de corrupção eleitoral e peculato com uso de retroescavadeira

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Após uma denúncia anônima, o Ministério Público Eleitoral (MPE) e a Polícia Civil do Tocantins apreenderam nesta segunda-feira, 19, uma máquina retroescavadeira que pertence ao município de Augustinópolis sendo utilizada em uma propriedade particular no município de Buriti do Tocantins. O promotor eleitoral da 21ª Zona Eleitoral do Tocantins, Paulo Sérgio de Almeida, e agentes da polícia civil flagraram o momento exato em que o funcionário da Prefeitura de Augustinópolis operava a retroescavadeira para construir um açude na propriedade rural.

De acordo com o promotor Paulo Sérgio de Almeida, as informações iniciais indicam que a retroescavadeira estava na propriedade particular desde o último domingo, 18, e que a autorização para a realização do serviço irregular teve motivações eleitoreiras. O atual prefeito é candidato a reeleição.

Estão sendo apurados os crimes de corrupção eleitoral e peculato. O operador da retroescavadeira já passou pela oitiva do Ministério Público. A Promotoria Eleitoral está levantando todas as informações para analisar as medidas judiciais cabíveis ao caso. (Luiz Melchiades)

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Bico do Papagaio

XAMBIOÁ: 15ª morte por Covid-19 é oficializada

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Xambioá, no Bico do Papagaio, registrou sua 15ª vítima pela Covid-19. A informação foi confirmada no Boletim epidemiológico da Secretaria de estado da Saúde, desta segunda, dia 19.

A vítima é um homem de 72 anos, com diabetes. Ele morreu neste domingo, 18, no Hospital Regional de Araguaína.

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Bico do Papagaio

AUGUSTINÓPOLIS: Com modelo de parceria inovador, Complexo de Delegacias começa a ser construído

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Foi iniciada em Augustinópolis, no Bico do Papagaio, as obras para construção do Complexo de Delegacias da Polícia Civil.

A obra é resultado de parceria envolvendo órgãos do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, local e estadual.

O projeto começou a ser rascunhado no final de 2018. No início de 2019, a Prefeitura Municipal realizou a doação da área para construção. Já no final de 2019, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Helvécio de Brito Maia Neto, se reuniu com os deputados estaduais para tratar da construção do Complexo de Delegacias da Polícia Civil e solicitar a destinação de recursos para a obra.

O Complexo de Delegacias da Polícia Civil de Augustinópolis vai abrigar a 12ª Delegacia de Polícia Civil, a 13ª Delegacia de Polícia Civil e a 2ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher e Vulneráveis (Deamv);

A licitação para construção do Complexo não teve previsão de lucro (BDI), sendo que a empresa vencedora vai realizar a construção da obra pública apenas e tão-somente com fins sociais. No valor da obra, foram descontados os valores referentes à utilização parcial da mão de obra voluntária dos presos, tendo como contrapartida o direito à remissão de pena, em observância aos fins educativos, produtivos e ressocializadores do trabalho.

Essa será a primeira Delegacia de Polícia Civil do Tocantins construída com essa forma de convênio entre a Polícia Civil e os outros poderes, instituições e particulares.

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