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Bastidores

Ao lado de Dimas, Luana Ribeiro prestigia inauguração da 1º etapa do hospital Eduardo Medrado

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Nesta segunda-feira, 12, a deputada estadual Luana Ribeiro prestigiou a inauguração da 1ª etapa do Hospital Eduardo Medrado, em Araguaína. Ao lado do prefeito do município, Ronaldo Dimas, a parlamentar parabenizou a gestão municipal e a entrega da unidade, que irá atender pacientes diagnosticados com a Covid-19. 

Na ocasião, Luana Ribeiro ressaltou a qualidade do hospital entregue e a sua importância para a população da região norte do estado. “Ronaldo, você está entregando para população de Araguaína um hospital com qualidade, com a primeira etapa concluída, lamento que a capital do estado não tenha um hospital dessa envergadura. Isso reforça a importância da sua gestão e o que você significa não só para Araguaína, mas para o estado do Tocantins, para nossa região norte, que também irá se beneficiar com a inauguração deste hospital”, parabenizou. 

Em seu discurso de inauguração, o prefeito Ronaldo Dimas lamentou pelas vítimas da covid-19, mas afirmou sua luta para garantir a saúde da população. “Hoje eu considero que estamos aqui fazendo a última parte de um trabalho que eu poderia fazer, me dói muito ver que temos quase 220 araguainenses que faleceram nesse período, mas tenho certeza que cumprimos com nosso dever, corremos atrás e em momento nenhum ficamos parados”, ressaltou.  

Hospital Eduardo Medrado

A unidade hospitalar, destinada a atender pacientes do norte do Tocantins, conta com 60 leitos para covid-19, sendo 20 em unidade de terapia intensiva e 40 leitos clínicos. O hospital conta com cobertura termoacústica para isolamento de temperatura e som, além de paredes com Sistema Drywall, proporcionando mais praticidade e conforto para os pacientes. 

A construção do hospital contou com investimento de 3 milhões de reais pelo governo do Tocantins e de 6 milhões de reais da prefeitura de Araguaína. A previsão é que os pacientes já comecem a ser transferidos para o novo hospital ainda nesta semana e que o restante das obras sejam finalizadas dentro de 60 dias. 

Presentes na inauguração

Além da deputada estadual Luana Ribeiro e do prefeito Ronaldo Dimas, também estiveram presentes na inauguração, o Deputado Federal Tiago Dimas, o vereador Jipão e a secretária de saúde Ana Paula. (Vitória Soares)

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Bastidores

Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 é criada pelo Governo Federal

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Foi publicada, em edição extra do Diário Oficial da União desta segunda-feira (10), a criação de uma Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, que será vinculada ao Ministério da Saúde.

De acordo com nota encaminhada pela Secretaria-Geral da Presidência da República, a Secretaria vai exercer a função de representante da pasta na coordenação das medidas que serão executadas durante a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional em decorrência da pandemia da Covid-19.


Além disso, caberá ao órgão “propor diretrizes nacionais e ações de implementação das políticas de saúde para o enfrentamento à covid-19, em articulação com os gestores estaduais, municipais e o Distrito Federal, bem como definir e coordenar as ações do Plano Nacional da Vacinação”. (Brasil 61)

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Bastidores

Produtividade na indústria cai 2,5% no primeiro trimestre do ano

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Segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (11) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a produtividade do trabalho na indústria brasileira caiu 2,5% no primeiro trimestre de 2021 em comparação com o último trimestre de 2020. De acordo com a entidade, o número de horas trabalhadas aumentou em 1,9%, porém, mesmo com este aumento, foi registrada uma queda de 0,5% na produção. O resultado do índice de produtividade é representado pelo volume produzido pela indústria dividido pela quantidade de horas trabalhadas.

A CNI atribui a queda da produtividade pela incerteza trazida pela pandemia, assim como o desarranjo das cadeias produtivas, associado a estoques baixos, alta dos custos e aumento da escassez de insumos e matérias-primas.

Essas dificuldades afetam a capacidade de planejamento das empresas e o ritmo de produção. Além disso, outro fator que pode ter influenciado o índice foi o esgotamento dos prazos dos acordos celebrados em 2020, que permitiram adiantamento de férias, redução de salário e jornada, e suspensão do contrato de trabalho. (Brasil 61)

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Bastidores

STF deve discutir nesta semana desde quando o ICMS deve ser excluído da base de cálculo do PIS/Cofins

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A pauta de debates do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) está em vias de avaliar os embargos de declaração no recurso extraordinário em que a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) pede que o judiciário defina a partir de quando começa a valer a decisão de que o ICMS não integra a base de cálculo das duas contribuições, destinadas ao financiamento da seguridade social – ou seja, o ICMS não integrar a base de cálculo do PIS/Cofins.

O tema ganha relevância ao contribuinte brasileiro, pois isso pode mudar a forma de arrecadação e reduzir alguns impostos para a população. O deputado federal Alexis Fonteyne (NOVO/SP), é um dos parlamentares com maior atuação relacionada ao tema e conversou com o portal Brasil61.com a respeito dos impactos desse julgamento para o Brasil.



“A importância desse julgamento é termos transparência na carga tributária que temos. Quando o Governo vai colocando um imposto na base de outro para compor os impostos, a gente vai jogando uma cortina de fumaça na transparência do sistema tributário brasileiro, fazendo com que o brasileiro pague impostos de forma alienada e sem ter a menor noção do que tem de carga tributária dentro de um bem ou serviço que está comprando. Então, para a sociedade, a importância é darmos a clareza e transparência de qual é a carga tributária do consumo, pois esses impostos são basicamente sobre consumo”, afirmou.

Em relação ao impacto fiscal, se não houver modulação no julgamento dos embargos, o parlamentar explica que esse é um cálculo difícil de ser feito com precisão, mas os números apontam para mais ou menos R$ 250 bilhões.

“Agora, o que são esses R$ 250 bilhões e onde estão? Quando essa tese veio à luz, muitas empresas acabaram entrando com mandados de segurança e já não foram pagando PIS e Cofins com essa base ‘engordada pelo ICMS’. O que acaba acontecendo com esse imposto é que o Governo deixa de arrecadar, mas boa parte já não realmente paga por conta dos mandados de segurança. Mas quando se pacificar o projeto, ninguém mais vai pagar, aí o que vai acontecer é termos um rombo na arrecadação. O governo faz essas confusões, essas manobras para ir arrecadando em cima de bases, inclusive inconstitucionais, por isso o assunto está no STF. Mas quando eliminar isso, vai ser preciso arrecadar de alguma outra forma, porque arrecadação é o que paga a máquina pública, que é enorme, ineficiente e custa muito caro”, destacou.

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