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Após impeachment, Kátia Abreu diz estar com consciência tranquila

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Após o resultado da votação que resultou na cassação do mandato da presidenta Dilma Roussef, a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) disse estar triste, mas com a consciência tranquila e com a certeza do dever cumprido. “Fiz meu dever. Para mim, lealdade, coerência e ética não são só palavras no texto, só uma bandeira. Para mim, é uma bandeira e as pessoas têm de lutar. Foi isso que fiz e faria tudo de novo”, afirmou.

Correligionária do presidente Michel Temer e uma das principais defensoras de Dilma, a senadora questionou a postura do partido durante o processo de impeachment.

“Não fui eu quem mudou de lugar. O Michel Temer foi vice-presidente da Dilma por duas vezes. Apoiei essa chapa. Quase que perdemos e também quase não tinha coligação com Dilma, porque grande parte do PMDB que hoje apoia Temer não queria que ele fosse vice-presidente da Dilma”, afirmou.

De acordo com a senadora, muitos votaram no Aécio Neves. “O Geddel Vieira Lima [atual ministro da Secretaria de Governo] e o Jucá [ex-ministro do Planejamento] votaram no Aécio Neves. Tantos outros diretórios não votaram no Michel Temer e hoje estão aí usufruindo de um governo que não ajudaram a eleger.”

Diante de rumores de uma possível expulsão, ela também cobrou da legenda respeito por sua posição e do senador Roberto Requião (PMDB-PR) que foram contra o processo.

“Quero lembrar que ele [o PMDB] sempre decantou em verso e prosa a democracia. Foi um dos grande pilares da democracia no Brasil, desde as diretas já, e isso não pode ser só discurso para fora. Espero que o PMDB pratique a democracia interna e eu, como o senador Requião, fizemos aquilo que nossos valores e princípios indicaram”, acrescentou.

Questionada como seria sua postura diante do novo governo, Katia Abreu informou que votará com independência e que o PMDB nunca cobrou fechamento de questão em torno das votações.

“Voto de forma totalmente independente. Ainda na semana passada, votei a favor da DRU [Desvinculação de Receitas da União]. Ninguém me pediu, mas minha consciência mandou votar com a DRU, porque ninguém governa o país sem a DRU. Votarei a favor de todas as matérias que forem boas para o Brasil, inclusive as reformas. Não terei nenhum problema em votar contra aquilo que acredito que não é bom para o país”, destacou.

Ao avaliar o novo governo, Katia Abreu disse acreditar que Temer terá dificuldade de manter coesa sua base de apoio no Parlamento.

“Tenho muita dúvida sobre a base de apoio do PMDB. Se de fato ela vai continuar com alguns partidos políticos à sua volta. Assistimos aqui hoje, antes mesmo do impeachment, divergências entre o PSDB e DEM com relação aos aumentos abusivos de gastos públicos que este governo está praticando. Assistimos no plenário do Senado.”

A senadora disse ainda que defendeu Dilma não apenas pela amizade, mas por acreditar na sua inocência, “Minha lealdade não pode ser encarada de forma contrária: é amiga da Dilma, logo é leal. Não. O que me fez ser amiga da Dilma foi justamente o tratamento que ela deu ao setor agropecuário, às demandas solucionadas.”

Conforme Kátia Abreu, existe a gratidão “pelo que ela deu ao setor de minha atividade e isso trouxe sintonia de ideia e pensamentos. Por isso, nos tornamos amigas. Poderíamos ser amigas, eu não acreditar na sua honestidade e continuar amiga dela, mas não a defenderia como fiz”, concluiu a senadora.

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Tocantins tem 1.157 mortes e 80.717 casos de Covid-19

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que nesta sexta-feira,27 de novembro, foram contabilizados 272 novos casos confirmados para Covid-19.

Deste total, 107 foram registrados nas últimas 24 horas e o restante por exames coletados em dias anteriores e que tiveram seus resultados liberados na data de ontem.

Desta forma, hoje o Tocantins registra um total de 255.288 pessoas notificadas com a Covid-19 e acumula 80.717 casos confirmados da doença. Destes, 72.986 pacientes estão recuperados e 6.574 estão ainda ativos (em isolamento domiciliar ou hospitalar), além de 1.157 óbitos.

Clique AQUI e veja o boletim completo.

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PALMAS: Quadrilha que realizava furtos em redes varejistas da Capital é presa

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Policiais militares do 1º batalhão prenderam, nesta quinta-feira, 26, uma mulher por furto em vários estabelecimentos comerciais e redes varejistas de Palmas. Ao todo a Polícia Militar conseguiu recuperar em torno de R$ 50 mil em produtos furtados.

Uma equipe da polícia militar foi acionada, via sistema integrado de operações policiais (SIOP), para atender uma ocorrência de furto em estabelecimento comercial numa rede varejista de Palmas, localizada na quadra 402 Sul . No local, uma mulher foi presa, à qual confessou o crime de furto de duas Tv’s de 32″ e ainda informou aos militares, que contou com o apoio de um homem e uma outra mulher e que já tinha furtado, mais cedo e no mesmo supermercado, outras duas Tv’s.

A equipe solicitou apoio do comandante do policiamento da capital – CPU, e da Agência Local de Inteligência (ALI)  que, após analisar as imagens, foi constatado que a mesma estava atuando com mais três mulheres e que estavam na cidade há apenas dois dias.

Após diligências, foram encontrados em um hotel da cidade, vários objetos furtados pelas infratoras, sendo 04 (quatro) TV’s de 32 polegadas totalizando 06 (seis) aparelhos de TV, aproximadamente 500 peças de roupas que foram furtadas em várias lojas de grandes redes em Palmas. Ao todo a polícia militar conseguiu recuperar algo em torno de 50.000,00 reais em produtos furtados.

A infratora foi encaminhada para a central de flagrantes, juntamente com os objetos recuperados, e foi autuada no Art. 155 do código penal brasileiro. Os proprietários e responsáveis pela mercadoria foram informados e tiveram os produtos restituídos.

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Alegando adequações técnicas, PM do Tocantins adia lançamento do edital de concurso

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A Polícia Militar adiou o lançamento do edital do concurso público que estava previsto para ser divulgado nesta sexta-feira (27). O comando informou que foi necessário fazer adequações técnicas e o documento deve ser publicado nos próximos dias. A previsão é de que o certame vai ofertar mil vagas para o cargo de soldado.

O Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (CEBRASPE) foi contratado ao custo de R$ 2,7 milhões, sem licitação, para realizar as três primeiras fases da seleção. O edital deveria ter sido apresentado 30 dias a partir da contratação, o que não aconteceu.

Em uma rede social, a PM informou a determinação para adequações no certame partiu do governo do estado.

“A fim de implementar o edital do concurso público da PMTO, o Governo do Tocantins determinou que fossem realizadas novas adequações técnicas, o que provocou alteração no cronograma de trabalhos inicialmente planejado, desenvolvido em conjunto entre a Comissão Organizadora do Concurso e o CEBRASPE”.

Esse novo concurso será realizado porque o anterior, que teve as provas aplicadas em 2018, acabou sendo anulado por fraudes durante as avaliações. Na época, a empresa responsável pelo certame foi o Instituto AOCP, que foi contratado por R$ 2 milhões, após processo de licitação.

O contrato com a Cebraspe, conforme informado pelo governo, tem o valor de R$ 51,20 por candidato inscrito. A estimativa tem como base o total de inscritos no concurso anterior, que chegou perto dos 80 mil. O contrato foi publicado do DOE pelo comandante-geral da PM, Jaizon Veras Barbosa.

Serão três etapas, avaliação intelectual, teste de capacidade física e avaliação psicológica. Depois disso, os candidatos ainda passaram pelo curso de formação. O salário inicial deve ser informado no edital, conforme a legislação vigente. A idade limite para inscrição será de 32 anos.

O concuso anterior

O concurso anulado por fraudes foi realizado em março de 2018 e acabou anulado em abril de 2019 após a descoberta de celulares com gabaritos parciais das provas serem encontrados dentro de banheiros em locais onde o processo seletivo era realizado. Ao todo, mais de 70 mil pessoas fizeram as provas em 17 cidades.

No concurso anterior, o subsídio inicial previsto durante o Curso de Formação de Oficiais era de R$ 4.499,52 e para o Curso de Formação de Soldados de R$ 2.215,10. Foram oferecidas 1 mil vagas para soldado e mais 40 para oficial da PM.

Uma investigação interna realizada pela empresa que aplicou as provas concluir que pelo menos 23 candidatos tiveram participação no esquema. Eles já tinham sido eliminados quando a decisão de anular o concurso como um todo foi tomada. (G1)

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