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App Anatel Comparador facilita escolhas do consumidor

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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) lançou, nesta quinta-feira (23/7), o aplicativo Anatel Comparador. Em versões para Android e iOS, que já podem ser instaladas, o app é gratuito e oferece ao consumidor informações para busca e comparação das ofertas de telefonia fixa e celular, banda larga fixa e TV por assinatura disponíveis em sua região.

No lançamento virtual do aplicativo, o presidente da Anatel, Leonardo de Morais, afirmou que uma das principais diretrizes da Anatel é a do empoderamento dos consumidores. “A ferramenta que lançamos hoje tem como base o fortalecimento da qualidade dos serviços e de escolha dos usuários, por meio do acompanhamento das ofertas”, disse Morais. “Transparência é fundamental na relação de consumo e proporciona credibilidade ao mercado”, completou o presidente da Agência.

Para o superintendente de Competição da Anatel, Abraão Balbino, a possibilidade de o usuário comparar até três ofertas, atributo a atributo, permitirá que ele avalie com precisão aquilo que lhe interessa entre as ofertas. “O aplicativo é uma plataforma neutra, não há nenhum tipo de viés a favor da oferta A ou B e a responsabilidade em prestar as informações é das prestadoras”, ressaltou.

Elisa Vieira Leonel, superintendente que responde pela relação da Anatel com os consumidores, disse que o novo aplicativo deve trazer clareza nas informações de ofertas. “Uma grande parcela dos conflitos entre consumidor e empresas ainda se dá por falta de transparência e o investimento feito no Anatel Comparador deve contribuir para auxiliar o consumidor em suas decisões”, destacou Elisa.

Raphael Garcia de Souza, superintendente de Gestão Interna da Informação da Anatel, área responsável pelos recursos de TIC da Anatel, lembrou que o projeto se iniciou há alguns anos e foi objeto de amplo diálogo entre as áreas técnicas da Agência e as prestadoras. “Foi uma parceria que possibilitou mudar a forma de trabalho, dando mais agilidade para se chegar ao resultado e que deve ser expandido para outros trabalhos”, disse.

Participaram também do lançamento do Anatel Comparador o Secretário Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, Luciano Timm; o presidente do SindiTelebrasil, Marcos Ferrari; e o diretor-geral da Associação NEO Alex Jucius.

Como funciona. O aplicativo desenvolvido pela Anatel apresenta ao consumidor, em sua região, a possibilidade de buscar ofertas de telefonia fixa e celular, de banda larga fixa e de TV por assinatura. Ele é um instrumento para uma escolha de consumo consciente, em que o consumidor pode avaliar a oferta de serviço e a operadora que melhor atende suas necessidades.

Além disso, o app permite avaliar a oferta dos serviços por diferentes padrões de pesquisa, como preço, franquia, aplicativos incluídos na oferta, tecnologia, canais (para a TV por assinatura), entre outros. As informações serão fornecidas e atualizadas pelas prestadoras dos serviços.

Na tela inicial do app, o consumidor tem a possibilidade de escolher um dos quatro serviços de telecomunicações disponíveis para busca. De acordo com os filtros aplicados, ele terá à sua disposição uma lista de informações com as ofertas. A partir daí, poderá selecionar até três opções para comparação.

O aplicativo exibe as ofertas lado a lado, possibilitando ao usuário uma visão mais completa das facilidades apresentadas. Além disso, o usuário poderá acessar diretamente pelo aplicativo o regulamento e o site da prestadora responsável por aquela oferta.

Recursos inéditos. O projeto do Anatel Comparador foi a primeira iniciativa da Anatel com recursos do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD). O FDD foi criado pela Lei 7.347/1985 e é um fundo de natureza contábil, vinculado ao Ministério da Justiça e administrado por meio do Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (CFDD).

Entre as obrigações previstas nos regulamentos da Agência, há a de ressarcir os usuários afetados por cobranças indevidas e interrupções dos serviços de telecomunicações. Geralmente, o ressarcimento aos clientes ocorre de forma automática, mas há casos em que não é possível identificá-los. Nessas situações, a solução regulatória que atende o interesse público é o depósito dos valores no FDD, que tem por finalidade a reparação dos danos causados ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico, paisagístico, por infração à ordem econômica e a outros interesses difusos e coletivos.

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Quase 50% das mulheres já sofreram assédio sexual no ambiente de trabalho

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O recente levantamento do LinkedIn e da organização Think Eva apontou que 47,12% das mulheres já sofreram assédio sexual no ambiente corporativo, em algum momento de suas vidas. Ao todo, 414 mulheres responderam à pesquisa, realizada no início de 2020.  

Os dados também concluíram que a maioria das mulheres assediadas são negras (52%) e que recebem entre dois e seis salários mínimos (49%). O Norte e Centro-Oeste são as regiões com maiores índices de relatos de assédio, correspondendo a 63% e 55%, respectivamente.  

A maioria das mulheres assediadas, que responderam à pesquisa, ocupam cargos de assistente (32,5%). Posições de direção na empresa apresentou o menor índice, com 2,4%. Contudo, 60% das entrevistadas que desempenham funções de gerência afirmaram ter sido vítimas de assédio.  

O advogado Robson Tiburcio, especialista em Advocacia Extrajudicial, explicou o que caracteriza esse tipo de assédio. “De acordo com o art. 216-A do nosso Código Penal, o assédio sexual é todo ato que constrange alguém com o intuito de se obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função”, definiu.  

O especialista também alertou. “É importante que esse assunto seja amplamente discutido para que todas aquelas mulheres que possam estar sofrendo tal prática tenham conhecimento da gravidade do que é o assédio e que consigam tomar providências em relação a este crime”, ressaltou o advogado Robson Tiburcio.  

Pesquisa 

O questionário aplicado pelo LinkedIn e a organização Think Eva possui um índice de confiabilidade de 99% e constatou, ainda, que enquanto o agressor acaba saindo impune, a vítima é quem sofre as consequências. Sobre a reação ao assédio, 50% das mulheres relataram que contaram o caso para pessoas próximas; 33% não fizeram nada; 15% pediram demissão e 14% tomaram outras medidas (não especificadas). Acesse a pesquisa completa, no link: https://thinkeva.com.br/pesquisas/assedio-no-contexto-do-mundo-corporativo/ e saiba mais sobre o assunto.  

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Fim do distanciamento social pode provocar “síndrome da cabana”

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O retorno à rotina antes da pandemia de covid-19, a flexibilização das medidas protetivas, o fim do isolamento ou do distanciamento social podem causar em algumas pessoas um fenômeno que os psicólogos chamam de “síndrome da cabana”.

Apesar do nome, não é uma doença e nem é considerado transtorno mental, mas um acometimento, um estresse adaptativo entre pessoas que possam passar por dificuldades emocionais ao ter que sair do estado de retiro em sua casa e voltar às atividades presenciais no trabalho, às compras no comércio ou tenham que comparecer a uma repartição pública, como uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

“Eu tenho pacientes que ainda estão muito angustiados por não ter vacina contra a covid e a vida estar voltando à rotina de trabalho”, relata a psicóloga Célia Fernandes, de Brasília, acostumada a lidar com demandas provocadas por medo e angústia.

A expressão  “síndrome da cabana” tem origem no início do século 20 e serviu para relatar vivências de pessoas que ficavam isoladas em períodos de nevasca no Hemisfério Norte e que depois tinham que retomar o convívio. Também acometia caçadores profissionais que se embrenhavam nas matas no passado e, no presente, pode afetar trabalhadores que estão sempre afastados em razão do ofício, como por exemplo os empregados em plataformas de petróleo.

Fora de controle

“Todo tipo de isolamento pode desencadear a síndrome, principalmente se é um período extenso e que está ligado ao medo. Não é só o fato de estar em casa por longos períodos, mas a sensação de que lá fora tem algo desconhecido que pode infectar, matar ou adoecer”, contextualiza Débora Noal, também psicóloga em Brasília.

A psicóloga Ana Carolina de Araujo Cunto, do Rio de Janeiro, explica que o momento de suspensão do distanciamento pode ser desafiador para algumas pessoas. “Essa transição de sair do ambiente confortável, e controlado, para o mundo lá fora pode soar como uma coisa ameaçadora, assustadora. A pessoa pode sim ter dificuldade em retomar essas atividades e sofrer.”

“Sair não é mais natural como antes. As pessoas saiam de casa, estavam na rua e pronto. Agora não, têm que se preocupar com a máscara, têm que se preocupar em ter o distanciamento físico das pessoas. Não podem tocar nas coisas. Devem lavar as mãos ou passar álcool em gel. Verificar se estão sentadas em um lugar perto de ventilação. Ficamos em um estado de alerta constante”, descreve Cunto.

Para as pessoas com síndrome da cabana, a casa é o melhor lugar para estar, explica a psicóloga: “quando o mundo lá fora passa a ser ameaçador, seja por quais razões forem, a casa representa um lugar de proteção. Onde me sinto bem, onde estou protegido e onde consigo ter o controle das coisas.”

“Para ela, a casa representa o refúgio, o conforto, a sensação de proteção, cuidado e acolhimento. “É como se houvesse lá fora esse desconhecido que não posso ver, que no caso é o vírus, aquilo que não posso ter certeza, se tem alguém contaminado”, acrescenta Débora Noal.

Atenção na retomada

A retomada das atividades pode ser pouco produtiva no momento inicial. As psicólogas orientam para que as pessoas fiquem atentas aos sinais de ansiedade, medo e até pânico. Pode haver desconfortos como taquicardia, sudorese e dificuldade de dormir. O apetite pode mudar, desde a perda da fome até a ingestão de maior número de alimentos.

As psicólogas orientam que cada pessoa mensure o seu estresse adaptativo. Se for muito difícil a retomada, tente se lembrar das estratégias que usou para outros desafios, busque apoio em sair de casa em sua “rede socioafetiva”, formada por familiares, amigos e vizinhos, e se tiver fé, acione a espiritualidade.

Uma sugestão é sair de casa junto com alguém em que confie e que também se previna contra a covid-19. Outra dica é ensaiar a saída, iniciando com uma descida até a portaria do prédio ou ao portão da casa. Depois, em outro momento, alguns passos na rua, e mais adiante, passeios maiores para restabelecer a confiança.

Caso isso não seja suficiente, as psicólogas sugerem que as pessoas busquem atendimento especializado em consultório. “Para compreender as reações, como elas se dão e quais são as ferramentas que ela pode utilizar para enfrentar”, diz Débora Noal.

“Se a pessoa perceber que não está conseguindo ultrapassar suas dificuldades, e que isso se tornou uma coisa maior e paralisante, a ponto de não conseguir cumprir com as atividades fora de casa, então acende uma luzinha de que precisa olhar para isso com mais cautela. Se não consegue fazer isso sozinha, é recomendado que busque uma terapia para conseguir entender se tem alguma raiz mais profunda”, acrescenta Ana Carolina Cunto.

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Brasil registra 10,9 mil novos casos de covid-19 em 24 horas

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Covid-19: Fiocruz amplia capacidade nacional de testagem

O Brasil registrou 10.982 novos casos de covid-19, em 24 horas, informou hoje (18) o Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, são 5.235.344 pessoas com infecção confirmada.

Foram registradas 230 novas mortes desde ontem, totalizando 153.905 óbitos. O número de pessoas recuperadas da doença no Brasil chegou a 4.650.030, enquanto há 431.409 em acompanhamento. Outros 2.362 casos estão em investigação.

O Ministério da Saúde informou que houve “um problema” na atualização dos dados de Rondônia, Pernambuco, Paraíba e Goiás. “O Datasus [Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde] está trabalhando para resolver o problema. Os dados estão preservados, e serão atualizados no boletim amanhã”, informou o ministério.

No final de semana, os números de novos casos e de mortes costumam ser mais baixos devido a problemas na alimentação de dados pelas secretarias estaduais de saúde.

Covid nos estados

São Paulo registra 1.063.602 casos acumulados de covid-19, com 38.020 mortes. Minas Gerais contabiliza 335.683 casos e 8.446 óbitos. A Bahia têm 335.351 casos e 7.316 mortes. O Rio de Janeiro tem menos casos do que os outros estados (290.878), mas fica em segundo lugar no número de mortes (19.765).

São Paulo

O estado lidera o número de infectados e mortes pelo novo coronavírus no país. Entre o total de pessoas infectadas, 947.608 estão recuperadas, sendo que 116.487 foram internadas e tiveram alta hospitalar.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 40,5% na Grande São Paulo e 41% no Estado. O número de pacientes internados é de 7.416, sendo 4.125 em enfermaria e 3.291 em unidades de terapia intensiva, conforme dados das 11h deste domingo.

Entre os mortos pela doença no estado, 21.882 são homens e 16.138 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 76,3% das mortes.

Os principais fatores de risco associados à mortalidade são cardiopatia (59,7% dos óbitos), diabetes mellitus (43,3%). (Agência Brasil)

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