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Tocantins

Aprovada exigência de nível superior para ingresso na PM do Tocantins

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Os deputados estaduais aprovaram depois de ampla discussão na Comissão de Constituição e Justiça o projeto de lei do governo que trata do ingresso na Polícia Militar do Estado. O deputado Sargento Argão (PPS) foi o relator da matéria e propôs quatro emendas entre elas a que determina a exigência de nível superior para integrar na PM.

Aragão defendeu a proposta e argumentou que essa exigência será um estímulo para os jovens estudarem e ainda que essa mudança vai contribuir para a qualificação dos policiais. A idade para ingresso tem o teto máximo de 35 anos conforme diz a proposta.

Os parlamentares discutiram por mais de uma hora em plenário se dividiram com relação à emenda. Iderval Silva (PMDB) e Aragão chegaram a discutir sobre a proposta. Depois de uma votação nominal votaram a favor do diploma os deputados Cacildo Vasconcelos (PP), José Viana (PSC), Fábio Martins (PDT), José Geraldo (PTB), Josi Nunes (PMDB), Luana Ribeiro (PR), Marcelo Lelis (PV), Pedro Lima (PR), Sargento Aragão (PPS), Stálin Bucar (PR),Sandoval Cardoso (PMDB) e Toinho Andrade (DEM).

Contra a emenda da exigência do nível superior votaram Raimundo Moreira (PSDB), Amélio Cayres (PR), Eli Borges (PMDB), Iderval Silva (PMDB), Manoel Queiroz (PPS), Osíres Damaso (DEM), Paulo Roberto (PR), Ângelo Agnolin (PDT), Raimundo Palito (PP) e Solange Duailibe (PT).

O deputado Raimundo Moreira (PSDB) se posicionou contra a exigência de nível superior alegando que os jovens não terão oportunidade de integrar na polícia. Eli Borges (PMDB) e Iderval Silva (PMDB) também fizeram essa ressalva contra a obrigatoriedade de diploma para ser policial militar. Amélio Cayres (PR) apontou que os jovens ficarão excluídos com a exigência assim como Raimundo Palito (PP) que também se posicionou contra.

O deputado estadual Paulo Roberto (PR) se posicionou contra a exigência de nível superior para ingressar na polícia. “O caráter de um homem não se forma com diploma”, argumentou o parlamentar que diz que com a emenda de Aragão a polícia do Estado pode ficar “super elitizada”.

O deputado estadual Marcelo Lelis (PV) entrou em contato com a Associação de Cabos e Soldados e se posicionou a favor da exigência de curso superior. Os deputados Stálin Bucar (PR), José Viana (PSC) e o presidente da Casa, Júnior Coimbra (PMDB) se pronunciaram também a favor do novo critério.

Financamento para a Celtins

Os parlamentares aprovaram ainda o projeto que autoriza o financiamento de R$ 80 milhões para instalação do programa Nacional de Iluminação Pública Eficiente nos 139 municípios. Moreira e Lelis fizeram ressalva com relação ao assunto e ressaltaram que faltou tempo para que o projeto fosse mais analisado na Casa. O relator da matéria, Cacildo, disse que o projeto é de grande alcance social. Após pedido de vista de Moreira no projeto, não houve nenhum voto contra. (Maria José Cotrim)

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Tocantins

Principal suspeito de assassinar médico no interior do Tocantins é preso

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Momento em que suspeito foge do local do crime

No final da tarde desta quarta-feira, dia 2, a Polícia Civil do Estado do Tocantins efetuou a prisão de um homem de 34 anos de idade, apontado como principal suspeito de cometer o homicídio que vitimou o médico Ricardo Maciel Catuladeira Miranda, de 55 anos de idade, fato ocorrido no início da tarde desta terça-feira, 1º, na Unidade de Saúde da Família em Santa Rosa, onde o profissional trabalhava.

Na ocasião, o médico estava repousando na unidade de saúde, quando foi surpreendido pelo agressor, sendo atingido por pelo menos três golpes de faca e veio a óbito no local.  De acordo com o delegado Joadelson Rodrigues Albuquerque, responsável pelo caso, logo após o crime, os policiais civis, da 98ª DP de Natividade, bem como equipes da Perícia Criminal e do Instituto de Medicina Legal estiveram no local do homicídio, onde realizaram os trabalhos de praxe, sendo que, de imediato, a autoridade policial iniciou investigações e passou a coletar relatos de testemunhas que ajudaram na identificação do autor.

Com base nas investigações ininterruptas e de posse da identificação do suspeito, o Delegado representou junto ao Poder Judiciário da Comarca de Natividade pela prisão preventiva do homem, a qual foi deferida, uma vez que trata-se de crime de homicídio doloso qualificado, conforme apontaram as investigações da Polícia Civil. O crime teria sido planejado e foi executado em plena luz do dia, na presença de várias pessoas, que inclusive viram o suspeito cometendo o ato e fugindo do local a pé e depois com a utilização de uma motocicleta.

De posse da ordem judicial, policiais civis de Natividade, Porto Nacional e também Silvanópolis, coordenados pelos delegados Joadelson e também pelo delegado Antônio de Oliveira Carvalho, intensificaram as buscas e conseguiram localizar o paradeiro do suspeito que estava escondido em uma região de mata na zona rural de Silvanópolis.

Após ser preso, o homem foi conduzido à Central de Atendimento da Polícia Civil em Porto Nacional, onde será ouvido pelo delegado Antônio de Oliveira Carvalho. Na sequência será dado cumprimento ao mandado de prisão em desfavor do indivíduo. Após a realização dos procedimentos legais cabíveis, o homem será recolhido a Casa de Prisão Provisória de Porto Nacional, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário. As investigações continuam para que a Polícia Civil possa desvendar a motivação para o crime.

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Tocantins

Tocantins passa de 82 mil infectados com Covid-19

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que nesta quarta-feira, 2 de dezembro, foram contabilizados 333 novos casos confirmados para Covid-19.

Deste total, 59 foram registrados nas últimas 24 horas e o restante por exames coletados em dias anteriores e que tiveram seus resultados liberados na data de ontem.

Desta forma, hoje o Tocantins registra um total de 260.548 pessoas notificadas com a Covid-19 e acumula 82.295 casos confirmados da doença. Destes, 74.421 pacientes estão recuperados e 6.704 estão ainda ativos (em isolamento domiciliar ou hospitalar), além de 1.170 óbitos.

Clique AQUI e veja o boletim completo.

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Tocantins

742 quilos de queijos clandestinos provenientes do Pará são apreendidos no Tocantins

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A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) realizou entre os dias 1º e 2 de dezembro, operações de combate ao trânsito e comércio clandestino de produtos de origem animal, em diversos pontos do Estado, com apreensão de 180 quilos de queijo frescal na TO-050, no município de Porto Nacional e na madrugada desta terça-feira, 2, foi aprendida uma carga de 562 quilos de queijo ralado clandestino, com procedência do estado do Pará. Ambas as cargas tinham como destino as feiras da cidade de Palmas. Os condutores foram autuados em R$ 2.400,00 reais e R$ 4.500,00 reais respectivamente, e os produtos foram apreendidos e serão destruídos nos aterros sanitários Porto Nacional e Caseara.

De acordo com o inspetor de defesa agropecuária da Adapec, Ricardo Matarazzo, a equipe de combate ao trânsito, industrialização e comércio clandestino de produtos de origem animal da Adapec, realizou blitz nesta terça-feira, 1º de dezembro, na TO-050, entre os municípios de Porto Nacional e Silvanópolis, e após abordagem de diversos veículos de cargas, foi encontrado em um ônibus de linha, um carregamento de queijo frescal sem procedência, ou seja, clandestino e o condutor informou que seria comercializado em feiras da capital.

Apreensão em Caseara

Já na madrugada desta quarta-feira, 2, a equipe esteve na barreira fixa de Caseara na divisa com o Pará, e ao vistoriar um veículo utilitário suspeita, descobriram que se tratava de queijos clandestinos sendo transportados na corroceria da pick up, enrolados em lona preta, sem nenhuma refrigeração, sem registro de nenhum órgão oficial de inspeção e nem rotulagem. Diante disso, os inspetores e fiscais tomaram todas as medidas cabíveis, conforme determina a legislação.

Segundo o gerente de inspeção animal, Antonio José de Sousa Caminha, neste caso de Caseara, a Agência já vinha investigando a entrada de produtos clandestinos de origem animal no Estado, por meio da divisa com o Pará, “e num serviço de inteligência conseguimos interceptar antes que este carregamento chegasse ao seu destino final, o que poderia acarretar sérios riscos à saúde da população que viesse a consumir este queijo,” ressaltou Antonio José.

As duas ações contaram com o apoio da barreira volante da Adapec de Porto Nacional e da barreira fixa de Caseara. (Welcton de Oliveira)

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