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ARAGUAÍNA: Cerca de 24,5 mil luminárias incandescentes serão substituídas por LED

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A Prefeitura iniciou na última terça-feira, 22, a modernização do serviço de iluminação pública de Araguaína. Cerca de 24,5 mil postes terão as luminárias incandescentes substituídas por lâmpadas de LED em toda a cidade. As Avenidas José de Brito, Cônego João Lima, Santos Dummont e Marginal Neblina já estão recebendo a nova iluminação.

Segundo o diretor do Departamento de Iluminação Pública, Francivaldo Oliveira, as quatro vias servirão como referência para a continuidade do serviço. “Nós trocaremos 395 lâmpadas nesta etapa, que servirá como piloto. Os critérios usados depois dos testes fotométricos do novo material e o destino do antigo serão os mesmos para toda a cidade”.

Os trabalhos de modernização trarão uma economia de até 70% de energia e diminuição dos custos de manutenção, além de outros investimentos. A mudança contribuirá com o aumento de até 30% em luminosidade. “Essas lâmpadas trarão mais segurança para a população, porque as ruas ficarão mais iluminadas”, afirmou o diretor.

Projeto sustentável
Além de sustentável ecologicamente, a substituição das lâmpadas é economicamente viável. A modernização está sendo feita com recursos da própria contribuição de iluminação pública, sem que seja necessário o aumento de tarifa para o contribuinte. “De acordo os cálculos, em cerca de cinco anos o investimento feito estará pago pela própria economia dos gastos com a iluminação”, acrescentou o secretário da Infraestrutura, Simão Moura.

Cronograma
As instalações seguem o cronograma de manutenção que é estabelecido por zonas geográficas, e deve terminar em seis meses. A área urbana de Araguaína é separada em 12 zonas. A 1ª é o Centro Expandido, compreendido entre a Avenida Dois de Julho, Marginal Neblina e as ruas das Mangueiras e Dom Bosco. Na região, serão trocadas cerca de 2.500 luminárias. (Marcelo Martins/Foto: Marcos Sandes)

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PF desarticula associação criminosa envolvida em tráfico de entorpecentes no Tocantins e Goiás

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (04), a “Operação Breaking” visando desarticular associação criminosa envolvida em tráfico de drogas nos Estados de Goiás e Tocantins.

Cerca de 30 Policiais cumprem 12 mandados de prisão preventiva, com apoio da Polícia Militar do Estado de Goiás. Os mandados foram expedidos pelo Juízo Criminal da 1ª Vara Criminal da Comarca de Colinas do Tocantins.

A Polícia Federal encontrou indícios de que os investigados têm relação com facção criminosa e praticavam diversos outros crimes, como roubos e homicídios, além do tráfico de drogas.

Os investigados poderão responder pelos crimes de roubo, homicídio e tráfico de entorpecentes, cujas penas somadas podem ultrapassar 40 anos de reclusão.

O nome da operação simboliza a “quebra”, a “ruptura” dos crimes praticados pela organização criminosa. (Ascom)

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ARAGUAÍNA: Comércio será reaberto com restrições na segunda, 8

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Diante do cenário da economia araguainense e com os novos casos tendo como fonte as relações entre familiares, dentro de casa, o prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas, emitirá novo decreto autorizando que parte do comércio local retorne com restrições para evitar a propagação da covid-19. O documento deve ser publicado no Diário Oficial do Município nesta sexta-feira, 5, com medidas que valerão a partir da segunda-feira, 8.

“É preciso colocar na conta que boa parte do comércio estava em funcionamento. Hoje, a transmissão está muito familiar e não há justificativa para que os comerciantes sejam os vilões desta situação”, afirmou o prefeito.

Dimas ainda acrescenta que todos devem cumprir sua parte. “Mesmo os comerciantes já tem seus comércios abertos terão que preencher um formulário e um termo de responsabilidade de cumprir as restrições sob pena de interdição”.

Para evitar aglomeração, uma das mudanças que está sendo discutida junto com a Associação Comércio e Industrial de Araguaína (Aciara) é para que os seguimentos adotem horários de atendimento presencial alternados.

Ainda continua determinado que serão adotadas todas as medidas restritivas impostas, ou as que venham a ser, pelo Governo Federal e pelo Governo do Estado do Tocantins.

Responsabilidade compartilhada
A partir de quinta-feira, 4, o formulário pode ser acessado no site da Prefeitura ou diretamente pelo link http://araguaina.to.gov.br/flexibilizacao/. Lá, o comerciante deverá colocar dados da empresa, proprietários e informações do local, como quantidade de metros quadrados na área de vendas, máxima de pessoas por área de vendas e quantidade de funcionários.

As medidas exigidas são as mesmas adotadas anteriormente, quando era possível manter o estabelecimento aberto. Entre as principais estão disponibilizar álcool 70 graus INPM líquido ou em gel para funcionários e clientes, evitar superlotação do espaço físico interno, manter distanciamento, divulgar informações sobre a prevenção e permitir entrada somente de pessoas com máscara.

Abertura parcial
Com o fim do lockdown estadual, Araguaína já havia retornado ao Decreto Municipal 223/20 que autorizava o funcionamento do comércio para recebimento de vendas a crédito, vendas digitais ou por telefones para entrega ou retirada do produto. À época, a presidente da Aciara, Hélida Dantas, pediu o retorno das vendas presenciais, no modelo previsto do Decreto 222/20.

“É uma volta com muita segurança e muito compromisso. Nós estamos conscientizando os empresários, principalmente os mais novos, de que somos parceiros nessa flexibilização, que não é uma responsabilidade só do poder público”, declarou a presidente. Ela também contou que está preparando um material educacional para os colaboradores. “É um treinamento de como se comportar em casa e é preciso evitar as festinhas. É momento de trabalhar, nós precisamos”.

Menos recursos
O fechamento de alguns comércios e o funcionamento parcial de outros afetaram a economia como um todo, inclusive na arrecadação de recursos que são destinados para benfeitorias no Município. 

“A pandemia desacelerou a economia. Até o final de maio, arrecadamos menos R$ 7 milhões em relação ao mesmo período do ano passado, considerando tributos como IPTU, ITBI, FPM, IPVA e taxas”, explicou o secretário municipal da Fazenda, Fabiano Souza. (Marcelo Martin/Foto: Marcos Sandes)

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Governo do Tocantins pediu que órgãos fiscalizadores apurassem sobrepreço na venda de máscaras

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Secretário de Estado da Saúde, Dr. Edgar Tollini, lembra que no Tocantins, como em todo o mundo, a chegada do novo Coronavírus pressionou o preço de itens de higiene e produtos hospitalares

Para evitar que empresas pratiquem sobrepreço e se aproveitem do momento de dificuldade mundial provocado pela pandemia do novo Coronavírus, o Governo do Tocantins tem se utilizado de todos os mecanismos legais, bem como buscado o apoio de órgãos competentes, de controle e fiscalização, para que auxiliem o Estado a impedir a ocorrência desta prática.

O secretário de Estado da Saúde, Dr. Edgar Tollini, lembra que no Tocantins, como em todo o mundo, a chegada do novo Coronavírus pressionou o preço de itens de higiene e produtos hospitalares e aumentou a procura por artigos como álcool em gel e máscaras de proteção, principalmente para uso dos profissionais de saúde que estão na linha de frente nos hospitais.

“O cenário é igual para todo o mundo: de muita dificuldade, de grande procura e pouca oferta. Mas mesmo diante disso não nos furtamos em tomar as medidas cabíveis e necessárias para manter a proteção dos nossos profissionais de saúde. No dia 16 de março, a empresa com a qual a Secretaria da Saúde mantinha contrato para fornecimento de máscaras solicitou o cancelamento de saldo de atas alegando que em virtude do cenário e a alta do consumo de materiais, principalmente os descartáveis, não lhe restaria outra opção senão o cancelamento do item. Desta forma, com a necessidade urgente de aquisição dos equipamentos, fez-se necessária a dispensa de licitação”, explica o secretário de Saúde, Dr. Edgar Tollini.

Dada a urgente necessidade e sob pena de haver risco à segurança do manejo clínico de pacientes, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) adquiriu os equipamentos necessários com o valor encontrado no mercado e imediatamente representou  no Ministério Público Federal (MPF) para que investigasse a possibilidade de ter havido sobrepreço e possível crime contra economia popular.

O superintendente Jurídico da SES, Marcus Senna, reforça que a Gestão Estadual vem evitando ao máximo a realização de dispensas de licitação, mas que o Tocantins não poderia deixar de contar com os itens adquiridos. “A aquisição foi feita diante de uma urgente necessidade, mas como o preço encontrado no mercado chamou a atenção do Governo imediatamente provocamos os órgãos de controle para que fosse feita uma investigação”, explica.

Videoconferência com de órgãos de controle

Como mais uma ação para evitar práticas ilegais e definir ações coordenadas para o combate à prática de sobrepreço, ainda no mês de abril a Secretaria de Saúde realizou uma videoconferência com representantes de órgãos de controle estadual e federal.

O objetivo foi buscar o apoio dos órgãos para uma atuação conjunta de forma a garantir o melhor emprego possível do recurso público, evitando possíveis danos ao erário.

A reunião contou com a participação de representantes dos seguintes órgãos de controle: Ministério Público Estadual (MPTO), Ministério Público Federal (MPF), Tribunal de Contas do Estado (TCE), Defensoria Pública do Estado (DPE), Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), Procon, Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) e Procuradoria Geral do Estado (PGE). (Sara Cardoso/Foto: Erlane Miranda)

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