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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Integrantes do MST ocupam Incra

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Nesta segunda, 9, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), ocuparam o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), na cidade de Araguatins, no Bico do Papagaio. A mobilização conta com a participação de 150 trabalhadoras e trabalhadores Sem Terra de diversos municípios da região e integra a Jornada Nacional de Lutas das Mulheres Sem Terra.

Durante a ação, as trabalhadoras denunciam os cortes nos investimentos públicos, liberação desenfreada de agrotóxicos, sucateamento do Incra e abandono da reforma agraria.

O MST considera que as políticas de reforma agrária foram esfaceladas por medidas como o decreto nº 10.252 que enxuga a estrutura do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O decreto extingue o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), o programa Terra Sol e outros programas que davam incentivos aos assentados, quilombolas e comunidades extrativistas. O grupo diz que o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) vai na mesma direção. No ano passado, o valor executado pelo PAA com recursos do Ministério da Cidadania foi de R$ 188 milhões. Para o período que se inicia a previsão é de R$ 101 milhões.

Ainda segundo o MST, o governo Bolsonaro estaria determinado a privatizar as terras e promover a devastação ambiental. Um exemplo seria a MP 901/19 que, na prática, irá excluir da proteção ambiental de 4.745 hectares da flora nos estados do Amapá e Roraima e abrir estas áreas para a mineração. Já a chamada MP da Grilagem (MP 910/19) flexibiliza as regras de regularização fundiária, repassando áreas da União até 2.500 hectares ao valor irrisório de 10% sobre a terra nua à invasores ilegais, que se valeram do crime de grilagem para se abonar destas terras.

O protesto é por tempo indeterminado.

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Grupo de Estudo do IFTO realiza evento digital voltado a agroecologia

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Com o intuito de promover o ensino e a diversidade, o Grupo de Estudo em Manejo Agroecológico e Produção Vegetal (GEMAPV), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins, câmpus Araguatins, coordenado pelos professores, Dr. Samuel de Deus da Silva, Me. Décio Dias dos Reis, Me. Thiago de Loiola Araújo e Silva e Esp. Cristiely Maria de Sousa Alves de Oliveira, decide se ajustar às condições, devido a pandemia do novo coronavírus, e propõem um evento digital totalmente gratuito e com certificação ao final do evento.

O GEMAPV, tem como pressuposto metodológico o estudo e pesquisa em manejo agroecológico e produção vegetal e pretende integrar-se com a comunidade científica nacional e internacional, integrando docentes, pesquisadores, extensionistas, estudantes e profissionais de instituições de todo o mundo que trabalham com manejo agroecológico e produção vegetal com vista à gestão sustentável de agroecossistemas, tratando de temas ligados à Agroecologia e o uso dos produtos da sociobiodiversidade.

O evento será em plataformas digitais, e contará como palestrantes, Raphael Houayek, advogado e gestor da Fazenda Esperança, Dra. Tatiana Cristina da Rocha-UFRB, Dra. Emi Rainildes Lorenzetti-IFPR, Andréia Mesquita Zootecnista fundadora do Território  da Carne, Dr. Dany Geraldo Kramer Cavalcanti e Silva-UFRN, Dr. José Heriberto Oliveira do Nascimento-UFRN e a Ma. Eduarda Fernanda Gomes Viegas-INPA, Egressa IFTO- Campus Araguatins em Agronomia.

As inscrições do evento começaram nesta segunda, 1º, o link para inscrições será disponibilizado na bio do instagram do grupo clicando AQUI

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: Justiça derruba Lei Seca Anti-Covid-19

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A Justiça suspendeu o decreto municipal que proibiu a venda de bebidas alcoólicas no município de Tocantinópolis, no Bico do Papagaio. A medida foi adotaria pela Prefeitura na última sexta, dia 29 e se estenderia até esta sexta, dia 5.

Tocantinópolis já conta com 11 casos confirmados de Covid-19, com 3 mortes e é o terceiro município do Bico, mais atingido pela pandemia. A Prefeitura alegou que a medida foi adotada como forma de prevenção ao contágio do coronavírus, tendo em vista o grande aumento de casos da doença na cidade.

A Distribuidora OG de Bebidas questionou o decreto e o juiz Helder Carvalho 1ª Vara Cível, concedeu liminar nesta terça-feira,2.

Para o magistrado, não há na lei e nem na recomendação a proibição para a venda de bebidas alcoólicas e a prefeitura usou como fundamentação apenas a afirmação de que o comércio e o consumo são fatores diretos para festas e aglomerações. Ele completou ainda afirmando que não há comprovação “técnico-científica que assegure de forma categórica que a proibição da venda de bebida alcoólica seja a mais adequada para enfrentamento da pandemia em Tocantinópolis”.

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Bico do Papagaio

Tocantinópolis, São Miguel e Wanderlândia vão receber compensação de impactos da mineração

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Três municípios biquenses e outros 32 do restante do Tocantins receberam recursos referentes à partilha da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM). Segundo a Agência Nacional de Mineração (ANM), os valores repassados correspondem à apuração da arrecadação compreendida entre 12 de junho de 2018 e 30 de abril de 2020.

No geral para o Bico os valores são pequenos e praticamente módicos. Os três município que receberão, terão justos o direito a R$ 27.536,50. Tocantinópolis (R$ 16,25), São Miguel (R$ 5.315,48) e Wanderlândia (R$ 5.971,02).

Ao todo para todos os município do Tocantins, contemplados, foram transferidos R$ 3.338.789,19, a serem compartilhados entre os municípios.

Têm direito à CFEM os Municípios não produtores impactados de alguma forma pela mineração, seja por estruturas em seus territórios, seja pelas instalações de beneficiamento de substâncias, pilha de estéril, ferrovias ou minerodutos. Ainda, tem direito aqueles que possuem barragens com rejeitos armazenados. Essas cidades passaram a ser incluídas no repasse da Cfem por meio da Lei 13.540/2017.

Os Municípios podem utilizar os recursos em projetos que diretamente ou indiretamente sejam revertidos em benefício da comunidade local como, por exemplo, em melhorias da infraestrutura, da qualidade ambiental, da saúde e da educação. A legislação proíbe a destinação aos pagamentos de dívidas e de folha salarial do quadro permanente de funcionários.

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