A palestra “A perspectiva judicial da igualdade de gênero”, da desembargadora Priscila Placha de Sá, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJTPR), dá prosseguimento, nesta sexta-feira, 27, aos debates no I Encontro do Colégio de Coordenadores da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário Brasileiro (Cocevid), que está sendo realizado em Cuiabá (MT), com a presença da juíza Nely Alves da Cruz, titular da 1ª Vara Criminal de Araguatins e respondendo também pela Comarca do município.

Coordenadora Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar no Tocantins, a magistrada participou, nesta quinta-feira, 26, da abertura do I Cocevid, na sede do Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMT), que teve como destaque a palestra “ODS 5 da Agenda 2030/ONU: Gestão Integrada de dados e plano de ação para reduzir ou prevenir a judicialização”, da conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Maria Tereza Uile Gomes. A programação de abertura ainda teve como atrações a visitação pública aos trabalhos das coordenadorias estaduais, além de apresentação cultural.

A magistrada tocantinense, que conversou com o desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, presidente do TJMT, e com a conselheira Maria Cristina, do CNJ, é uma das coordenadoras e coordenadores estaduais que irão auxiliar na criação de uma política nacional de enfrentamento da violência doméstica. O encerramento do evento acontece às 17 horas desta sexta-feira, tendo ponto culminante a elaboração e leitura da Carta de Cuiabá, com o extrato das deliberações consolidadas durante o I Cocevid.

Texto: Marcelo Santos Cardoso (

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