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sexta-feira, 01 / julho / 2022
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Assessores de deputado do TO são presos por corrupção

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Em mais uma fase da Operação Catarse, a Polícia Civil do Tocantins, por meio da 1ª Delegacia de Polícia da Capital, em parceria com a Delegacia de Repressão a Crimes de Maior Potencial contra a Administração Pública – DRACMA e Delegacia Especializada em Investigações Criminais – DEIC prendeu na manhã desta quarta-feira, 19, três pessoas lotadas no gabinete do deputado estadual Valdemar Júnior, na Assembleia Legislativa, em Palmas. A suspeita é que os três estariam envolvidos num esquema de recebimento de parte de salários de servidores fantasmas e que, posteriormente, grande parte deste valor seria devolvida aos envolvidos.

De acordo com o delegado Cassiano Oyama, titular da 1ª DP, além de uma denúncia anônima, um envelope sem identificação teria chegado à delegacia contendo informações referentes ao chefe de gabinete do parlamentar e outros dois servidores lotados naquele departamento. Os três foram presos preventivamente. “A questão embrionária iniciou sobre a existência de funcionários fantasmas, mas a denúncia anônima que nos chegou foi que as pessoas que, além de serem funcionários fantasmas, tinham que devolver parte do salário que já era indevidamente recebido”, afirmou.

Ainda de acordo com o delegado, para dar continuidade nas investigações, demais informações a respeito da operação seguem em segredo de Justiça. “Nenhuma investigação por enquanto aponta que houve devolução direta a parlamentar”, afirmou.

Segundo o delegado Gregory Almeida Alves do Monte da DRACMA, após a denúncia realizada na delegacia, foi instaurada uma força-tarefa na checagem das informações. Nesta quarta-feira, foram apreendidos telefones celulares dos investigados. Conforme o delegado, algumas testemunhas relataram que começaram a ser instruídas e ameaçadas ao fazerem parte do esquema de devolução de grande parte dos vencimentos. “A informação foi confirmada de que as pessoas presas hoje estariam atrapalhando as investigações, inclusive intimidando as testemunhas, por isso representamos pela prisão preventiva dos envolvidos. Eles ficariam com uma mínima parcela dos salários e o restante seria devolvido aos integrantes deste núcleo”, afirmou.

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