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Ataídes, Kátia, Gaguim e Irajá assinam emenda via Ministério

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Os senadores Ataídes Oliveira (PSDB) e Kátia Abreu (PMDB), juntamente com os deputados federais Carlos Gaguim (PODE) e Irajá Abreu (PSD), assinaram ainda na quinta-feira, 19, a emenda impositiva no valor de R$ 163 milhões para serem divididas entre os 139 municípios do estado. Seriam 40% do valor total para Araguaína e Gurupi e os outros 60% divididos entre outros municípios do estado.

Desde quarta-feira, 18, uma polêmica na bancada federal vem se arrastando, para decidir como seria destinado esse recurso. Todos os oito deputados federais e três senadores, acertaram e concordaram com a partilha do recurso entre os municípios. A controvérsia se instalou, no momento da definição de como seria feito esse repasse.

Dulce Miranda (PMDB), Josi Nunes (PMDB), Lázaro Botelho (PP), Professora Dorinha (DEM), César Halum (PRB), Vicentinho Júnior (PR) e o senador Vicentinho Alves (PR), querem que a os 60% previsto para os demais municípios, sejam destinados não diretamente pelas Prefeituras via Ministério da Integração Nacional, mas que seja feito via Governo do Estado.

Por sua vez, Ataídes Oliveira, Kátia Abreu, Carlos Gaguim e Irajá Abreu, querem que o recurso seja gerido pelo Ministério direto aos municípios.

Ainda na quinta, Ataídes Oliveira, Kátia Abreu, Carlos Gaguim e Irajá Abreu, deixaram a Ata com a proposta via Ministério assinada, aguardando a chancela dos demais parlamentares.

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Bastidores

Luana Ribeiro realiza live nesta quarta-feira, 23, com médico referência em hematologia

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A deputada estadual Luana Ribeiro participa nesta quarta-feira, 23, às 19h, de um evento online que tem como objetivo ampliar a conscientização sobre a importância da doação de sangue e de medula óssea com o médico Dr. Vanderson Rocha, especialista em hematologia e hemoterapia. O evento será online e a transmissão será realizada através das redes sociais da parlamentar @luanaribeiroto.

Luana é a autora da Lei 3099/2016 que estabelece a campanha Junho Vermelho de conscientização sobre a doação de sangue no Tocantins. De acordo com a deputada, a conversa será um momento para que a população entenda a importância da doação de sangue e tire dúvidas sobre a doação de medula óssea. “Acompanho o trabalho do Dr. Vanderson já tem uns anos e hoje será um momento de troca bastante enriquecedor. Ele tem um vasto trabalho prestado na área de hematologia e é reconhecido internacionalmente. É um momento oportuno para que todos possam participar, agregar conhecimento e sanar dúvidas”, disse.

O evento online conta com o apoio da União Nacional dos Legisladores e Legislativos do Brasil. A deputada estadual Luana Ribeiro preside a Secretaria de Saúde da Unale.

Dr. Vanderson Rocha

O Doutor Vanderson Rocha é médico especialista em Medicina Interna e em Hematologia e Hemoterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais, e Transplante de Médula Óssea pela Universidade de Paris VII. O médico também é diretor presidente da Fundação Pró Sangue (Hemocentro de São Paulo), cientista e professor convidado da Universidade Oxford, no Reino Unido.

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Bastidores

Correção do saldo de contas do FGTS pode ter impacto de R$ 401 bilhões

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A mudança na correção do saldo do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), cuja discussão está parada no STF (Supremo Tribunal Federal), pode ter um impacto de R$ 401 bilhões de reais nas contas do fundo. O cálculo foi feito pela Secretaria de Política Econômica, vinculada ao Ministério da Economia. 

Ao mesmo tempo em que as entidades representantes dos trabalhadores pressionam a Corte para colocar o processo em pauta novamente, o governo alerta para o risco da medida representar um financiamento mais caro para os próprios trabalhadores.

O saldo das contas do FGTS, segundo a lei em vigor, deve ser corrigido pela Taxa Referencial (TR), atualmente zerada, com acréscimo de um juro de 3% ao ano. Os ministros precisam decidir se a TR será corrigida de 1993 até 2013. 

Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) pede a correção monetária e a aplicação de um dos índices de inflação ao consumidor medidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais o juros de 3%.

“Por muito tempo, o FGTS rendeu menos do que os juros e a inflação, mas recentemente, essa situação se inverteu”, comenta Thomas Carlsen, COO e co-fundador da mywork, startup focada em controle de ponto online para pequenas e médias empresas. “É um assunto espinhoso que pode afetar muito o governo”, diz o executivo. (Beatriz Candido Di Paolo)

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Bastidores

Brasil ocupa o 2º lugar no ranking do índice de mal-estar entre 38 países

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Com alta taxa de desemprego e inflação crescente, o Brasil ocupa a 2a posição em ranking que mede o mal-estar de 38 países, ficando atrás apenas da Turquia. De acordo com estudo do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre-FGV), o país tem 19,83% de desconforto socioeconômico, contra 26,28% da nação turca.

A lista de países que é avaliada relaciona membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que engloba economias avançadas e o Brasil, e quanto maior o índice de desconforto apresentado, pior é a taxa. Em terceiro lugar no ranking está a Espanha (16,09%), seguida por Colômbia (15,63%), Grécia (14,08%) e Chile (13,42%).

O índice de infelicidade, que é medido através da soma das taxas de inflação e de desemprego, atingiu o pior patamar dos últimos cinco anos no primeiro trimestre de 2021. O mesmo índice foi registrado em 2016, quando o país enfrentava uma grave recessão econômica.

Segundo Daniel Duque, pesquisador responsável pela pesquisa, o índice brasileiro é preocupante, pois, ao contrário da líder do ranking, o indicador brasileiro vem piorando ao longo do tempo, especialmente durante a segunda onda da pandemia causada pela Covid-19.

“A pandemia sem dúvidas tem um impacto profundo no índice de desconforto socioeconômico dos brasileiros, tendo em vista o crescimento das taxas de desemprego e alta da inflação”, comenta Thomas Carlsen, COO e co-fundador da mywork, startup especializada em controle de ponto online e gestão de departamento pessoal para pequenas e médias empresas. “Embora o PIB do país esteja voltando a crescer, os efeitos negativos sobre a economia vão perdurar por um bom tempo”, avalia ele. (Beatriz Candido Di Paolo)

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