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segunda-feira, 08 / agosto / 2022
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Audiência pública em Marabá discute andamento da Unifesspa

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Uma audiência pública na sexta-feira, 4, lotou o auditório da Universidade Federal do Pará, Campus I em Marabá. O objetivo foi prestar contas à sociedade civil local em relação ao andamento da criação da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa).

De acordo com o deputado federal Miriquinho Batista (PT), relator do projeto, o momento agora é de construção de um relatório. “Nós estamos fazendo uma audiência pública para ouvir aqueles que ajudaram na construção da universidade: a sociedade civil, prefeito, vereadores e movimentos sociais de uma maneira geral, todos estamos trabalhando nesse sentido”, explica o deputado federal.

“O relatório em si será síntese dos debates, o que nós aprovamos e debatemos vai contribuir para organizarmos o documento”, observa Miriquinho Batista.

Segundo ele, o próximo passo é reunir com a bancada do Pará e concluir o relatório. “Estamos negociando com a presidência da República para que o rito de votação aconteça com mais celeridade e o projeto seja aprovado ainda aprove este ano”, disse o parlamentar acrescentando que a expectativa é de que em 20 dias o relatório esteja pronto.

O deputado federal Cláudio Puty (PT), presidente da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara dos Deputados, ressalta que o projeto está atualmente na Comissão de Educação da Câmara. “O governo manda um projeto para a Câmara, que tem que ser aprovado pela comissão”, explica Puty. “Hoje aqui decidimos que vamos tentar acelerar o processo, criando comissões e nomeando o relator para cada uma e levar os três juntos para o plenário para fazer a aprovação”, detalha ele.

Puty lembra que o projeto já está sendo debatido há quase dez anos. “O que me espanta é algumas pessoas virem pra cá e ainda opinarem que devem retardar o processo porque é necessário se debater mais. Na minha opinião, tem de aprovar o projeto de lei e depois do processo de implantação vamos fazer os ajustes”, salienta.

Celeridade

O reitor da UFPA (Universidade Federal do Pará), Carlos Maneschy afirma que a audiência pública é mais um passo na direção da Unifesspa. “Estamos tentando convergir todas as forças de modo que possamos conduzir para que o processo de sinalização ocorra com mais absoluta celeridade”.

“Os detalhes sobre como vai se instituir, que tipos de políticas podem ser estabelecidas, podemos discutir em um processo que é posterior a essa primeira movimentação”, explicita o reitor.

Carlos Maneschy sublinha que o projeto da universidade já é uma realidade. “Queremos poder fazer as transformações sociais que esta região espera”, almeja.

Sem espaço

A estudante universitária Taiana Cortez, de Ciências Sociais, coordenadora geral do Diretório Acadêmico da UFPA, destacou a importância do evento. No entanto, afirmou que os estudantes não estão tendo espaço na criação do projeto. “Eles vêm e colocam o projeto goela abaixo dos estudantes, nós não queremos isso, e sim uma participação efetiva, pois há demandas que não são atendidas, como assistência estudantil, Restaurante Universitário nem moradia estudantil, nada disso está incluído no projeto”, critica.

A coordenadora do DA exemplifica que a criação do Reuni que é um programa de apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais, lançado pelo governo Federal é uma expansão irresponsável. “Criam universidades, mas não possuem recursos para aplicar, não existe o tripé da educação–ensino–extensão”, conclui. (Correio Tocantins)

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