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Bico do Papagaio

AUGUSTINÓPOLIS: Auditoria aponta irregularidades na contratação de bandas do Carnapital Folia

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O fracasso de público e crítica do Carnapital Folia, realizado em 2017, pela Prefeitura de Augustinópolis, no Bico do Papagaio, não vai ficar apenas na opinião pública. A reprovação vem também por meio de uma auditoria feita na documentação do evento.

Segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE), existiram graves problemas na contratação das atrações musicais New Goove e Tom de Alerta, por meio da empresa L.A da Silva Locação de Palcos, Coberturas e Equipamentos para Eventos – ME.

O relatório aponta que houveram relevantes erros na conferência do procedimento de inexigibilidade da licitação no valor de R$ 90 mil.

Conforme o relatório, houve ilegalidade quando da realização do procedimento administrativo de inexigibilidade de licitação para realização do Carnapital Folia, como: Falta de justificativa referente aos preços praticados no mercado; Falta de publicação do ato de inexigibilidade de licitação na imprensa oficial; Ausência do contrato de exclusividade, registrado no cartório e Falta de comprovação de registro junto ao Ministério do Trabalho.

Os atos praticados pela gestão Júlio Oliveira, abriram brechas para prática de preços acima dos valores de mercado; Contratação sem a comprovação de exclusividade da empresa, o que demonstra que ela não era representante dos artistas, entre outros.

Foram responsabilizados nos atos o prefeito Júlio Oliveira e o presidente da comissão permanente de licitação, Ralsonato Gonçalves Santana.

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Bico do Papagaio

SÃO MIGUEL: Rio Tocantins recua e algumas famílias começam a voltar para casa

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Moradores que ficaram desabrigados ou desalojados por causa das enchentes começaram a voltar para casa em São Miguel, no Bico do Papagaio. Isso porque o nível do rio Tocantins baixou cerca de quatro metros nos últimos dias.

Por outro lado, ainda há muitos moradores em abrigos públicos na cidade. Há quase 30 dias, a cidade sofre com a cheia. O rio chegou a subir cerca de 11 metros, desabrigando 233 famílias, que estão alojadas em 15 locais fornecidos pela prefeitura.

“A gente retirou esse pessoal para abrigos públicos e a gente tem dado toda a assistência, como alimentação, assistência médica. Fornecemos tanto alimentação pronta, como cestas básicas para aquelas famílias que foram desalojadas e não estão em abrigos públicos”, explicou o coordenador de incidência Paulo da Silva Pereira.

Com essa baixa, a travessia feita de balsa entre São Miguel e Imperatriz voltou a ser feita normalmente. O serviço tinha sido suspenso porque não havia lugar para que a embarcação pudesse ancorar.

Em vários pontos da cidade, a vida começa a voltar ao normal. A principal rua do bairro Bela Vista não está mais alagada, no entanto há muitos estragos causados pela cheia.

O que restou dos móveis está acumulado na frente das casas. Um estabelecimento foi interditado porque pode desmoronar. Mesmo o rio tendo baixado, a orientação da defesa Civil é que as famílias não retornem ainda para as residências.

“Ainda temos o risco de essa água voltar a subir e afetar novamente os moradores. A Defesa Civil está trabalhando na prevenção, tentando conscientizar a população para que não retorne agora até porque juntamente com a Secretaria de Saúde, vai ser iniciado o trabalho de dedetização das residências e das ruas que foram afetadas pela inundação”, explicou o secretário da Defesa Civil, Gustavo Enes.

Mesmo assim, alguns moradores têm retornado. O nível que a água chegou na casa do servidor público Jésser Oliveira está marcado nas paredes. Por 15 dias ele ficou na casa de parentes, mas agora que o rio está baixando, resolveu voltar.

“Não me sinto seguro, mas como a gente está de favor na casa de parentes, eu optei por voltar, na esperança de que o rio não chegue mais ao nível que chegou”, disse.

Nas áreas mais baixas, muitas casas ainda estão tomadas pela água. A dona de casa Joelma Matos o marido e o filho de 4 anos estão em um dos abrigos. Ela conta que não teve tempo de retirar quase nada antes da água subir.

“Está aqui o que eu consegui [retirar]. O meu botijão e a bicicleta do meu filho. Foi o que eu peguei, joguei nas costas e vim. O restante, documento dele, tirei um pedaço pregado no chão”, disse a dona de casa Joelma Matos. (G1)

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Homem é preso ainda pelado na casa da vítima após estupro

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Um homem de 18 anos foi preso pela Polícia Militar, suspeito de estuprar uma mulher de 30 anos. A ocorrência foi registrada na madrugada desta segunda-feira, 24, no centro da cidade de Araguatins, no Bico do Papagaio.

A Polícia Militar recebeu uma ligação feita por uma vizinha da vítima, relatando a situação onde a mulher havia sido violentada sexualmente e que necessitava de socorro da PM. 

A equipe de policiais de imediato deslocou ao local onde encontrou a vítima em desespero, chorando e bastante trêmula a qual foi de imediata socorrida pelos policiais militares. 

De acordo com a vítima, ela estava em sua casa juntamente com as suas duas filhas menores, quando o autor chegou e bateu na porta dizendo que era filho do namorado da vítima, e que naquele momento não tinha onde dormir. 

Ao abrir a fechadura, a mulher já foi surpreendida pelo indivíduo que forçou a porta adentrando a residência, já agredindo a vítima e forçando ela a ter relação sexual com o autor.  

A vítima disse à PM que mesmo sob ameaça e pressão psicológica ainda tentou se defender, mas o agressor a segurou violentamente e consumou o estupro. Com gritos e pedidos de socorro, a vítima conseguiu sair de casa junto com as filhas e pediu para uma vizinha ligar para a polícia.

O autor ainda estava no interior da casa da vítima quando foi preso pela PM. Os policiais encontraram o agressor despido e deitado em um colchão na sala. Sem reagir, o homem foi preso e conduzido para a Central de Flagrantes para as providências cabíveis.

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Bico do Papagaio

NAZARÉ: Prefeitura deixa matagal tomar conta de unidade de saúde e cobras invadem local

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O surgimento de serpentes na Unidade de Saúde Zilda Pereira de Oliveira, do município de Nazaré, no Bico do Papagaio, tem assustado moradores e pacientes. Desde novembro, vários animais foram encontrados no pátio e dentro dos consultórios. A matéria é do Portal G1.

A informação de moradores é que, em média, cerca de três jararacas aparecem por dia no local. Até o momento ninguém foi atacado, mas a comunidade teme os riscos.

A reportagem do G1, disse que fez contato com a Prefeitura de Nazaré para saber quais ações serão tomadas para evitar o número de aparecimentos e acidentes com essas serpentes na Unidade Básica de Saúde e aguarda uma resposta.

O especialista em toxicologia, Márcio Trevisan, explica que a jararaca é um animal peçonhento que está envolvido na maioria dos casos de acidentes ofídicos no Brasil.

“São serpentes que andam essencialmente pela noite, elas saem para explorar e caçar no final da tarde. É a espécie mais comum no Tocantins”.

O posto de saúde fica no bairro São Francisco, próximo a saída para o povoado Grota da Areia. Os moradores explicam que várias áreas da região estão cobertas por mato. Os funcionários da UBS relatam que o matagal está invadindo até a parte do pátio da unidade de saúde, deixando o espaço inutilizável.

Quem vive na região aguarda pelo serviço de roçagem e reclama que o matagal pode facilitar o aparecimento dos animais. O especialista explica que deixar o mato baixo deve ajudar a diminuir o número de aparições de serpentes.

“O matagal pode influenciar no surgimento dessas serpentes, já que o ambiente possibilita que o animal se esconda e se alimente. Por isso é sempre indicado que nesses lugares onde têm circulação de pessoas, se faça a roçagem para manter o mato baixo. Também é indicado que evite o acúmulo de objetos e matérias como madeira, tijolos e restos de materiais de construção, justamente porque esses locais acabam de tornando um refúgio para esses animais”.

Apesar do perigo, é crime matar animais silvestres. A orientação é que bombeiros, policiais e entidades ambientais sejam acionadas para fazer o resgate do animal.

“Esses animais estão sendo forçados a sair do ambiente natural deles. O ideal é que a serpente não seja morta, o ideal é solicitar o resgate para levar o animal a um lugar seguro, já que eles são importantes para a cadeia alimentar do ambiente”, explica Márcio Trevisan.

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