Imagem da ação da Polícia no dia 25 de janeiro, onde predeu vereadores e apreendeu documentos.

O clima está quente na cidade de Augustinópolis, uma das mais importantes do Bico do Papagaio. É que foi marcado para esta terça-feira, 18, o julgamento final pela Comissão Processante, sobre a conduta dos vereadores, Luizinha (PP), Toinho (PTB), Antônio Barbosa (SD), Antônio Queiroz (PSB), Neguin da Civil (MDB), Ozeas (PR), Nildo Lopes (PSDB), Ângela da Rapadura (PSDB), Marcos da Igreja (PRB) e Vaguin do Hospital (MDB), todos afastados dos cargos desde janeiro por envolvimento em um suposto esquema de corrupção, apontado pela Polícia Civil e Ministério Público, durante uma investigação de quase 2 anos.

As investigações comprovaram a exigência ilegal de contrapartida municipal em dinheiro para o exercício da função legislativa envolvendo 10 dos 11 vereadores. Durante todas as investigações, com o monitoramento dos vereadores, em nenhum momento se cogitou benefício aos populares de Augustinópolis, visando apenas ao enriquecimento ilícito, a partir da usurpação da Prefeitura Municipal, é o que apontou o delegado Thiago Busthorff, da Delegacia Especializada em Investigações Criminais (Deic).

Nesta segunda-feira, 17, após a definição da data de julgamento pela Câmara, a defesa dos parlamentares acusados, alega imparcialidade dos atuais membros do Legislativo. “Falta imparcialidade aos ocupantes da Comissão Processante para desempenharem as funções, ao

Passo, que têm nítido interesse no resultado do julgamento”, afirmou a advogada Cássia Cayres. A causídica ainda chegou a dizer na defesa, que todo trabalho realizado é nulo de pleno direito.

A advogada ainda ameaçou buscar o Judiciário se a Comissão Processante insistir na cassação. Para Cássia o trabalho da Comissão Processante está repleto de erros, nulidades e se tornou uma completa ignorância jurídica e procedimental.

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