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Bico do Papagaio

AUGUSTINÓPOLIS: Isolado, Júlio não confirma futuro político

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Eleito em 2016 de forma improvável até a Convenção Partidária do PRB, hoje Republicanos, o prefeito Júlio Oliveira, atualmente do SD, se encontra politicamente isolado e distante das articulações mais incisivas. Fora da rota de decisões.

Júlio chegou ao comando da Prefeitura com uma vitória surpreendente, derrotando a favorita Carmem Alcântara (PMDB) e seu grupo, que davam como certa a vitória. Júlio conseguiu empolgar, atrair líderes tradicionais no decorrer da campanha, e construiu um verdadeiro “rolo compressor” que atropelou a candidata do ainda PMDB, e tudo parou ai.

Ao assumir a Prefeitura, Júlio já conseguiu mostra no primeiro ano, que faria uma gestão fraca e sem a mesma empolgação da campanha, se enfraqueceu politicamente e se isolou. Retornou a ativa, após ser encurralado por operações policiais, que apontavam corrupção na gestão, e paralelo, enfrentava processos de cassação na Câmara, com os vereadores que haviam assumido a vaga dos parlamentares afastados.

Em meio a crise, Júlio conseguiu reagir política e administrativamente, e nos últimos meses, apresentou melhoras na gestão, que também impactaram sua aceitação popular, que melhorou. Só que já era tarde.

A crise política e administrativa em Augustinópolis, fortaleceu o ex-prefeito Antônio do Bar (PSC), que se, não é apontado com um candidato progressista para Augustinópolis, traz consigo, a marca da estabilidade.

Júlio aportou no grupo Cayres, e acabou se filiando no partido do deputado estadual Amélio Cayres, o SD, deixando claro que a tendência é seguir com a família. Júlio alimentava o sonho de disputar a reeleição, no caso de Antônio do Bar recuar, condição que o atual prefeito já considera improvável. Tão difícil, que boa tarde que seu grupo, já tem buscado se achegar em outro pré-candidato, o empresário Roni Teodoro, que virou opção dessa parcela de órgãos de Júlio.

O que nesse momento, Júlio ainda tenta, é indicar o vice na chapa de Antônio do Bar.

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NAZARÉ: Quantidade de eleitores supera o de moradores

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Em matéria publicada no portal G1/TO sobre os municípios tocantinenses com mais eleitores que habitantes, está Nazaré, único da região do Bico do Papagaio nessa situação.

A base de dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo especialistas e integrantes de tribunais regionais eleitorais, as diferenças podem ser explicadas por defasagem nas estimativas de população, migrações e até fraudes.

Outra explicação para esse fenômeno é que o IBGE considera o domicílio civil, onde a pessoa efetivamente mora. Já o TSE leva em conta o domicílio eleitoral, que pode ser o lugar em que o eleitor tenha “vínculo político, familiar, afetivo, profissional, patrimonial ou comunitário”.

Ou seja, é possível que uma pessoa mude de endereço para estudar ou trabalhar, mas não transfira o título eleitoral para continuar mantendo um vínculo com seu local de origem.

Nazaré tem hoje, segundo o IBGE, 3.834 habitantes e conforme o TSE, 3.845 eleitores (diferença de 11).

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TOCANTINÓPOLIS: Paulo Gomes protocola pedido de registro para disputar reeleição. Conheça o Plano de Governo

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A Coligação “O Trabalho Vai Continuar”, integrada por PTB, PSD e MDB protocolou junto a Justiça Eleitoral, o pedido de registro do prefeito Paulo Gomes (PSD) e sua vice Eleny Araújo (PTB). Ambos disputam a reeleição.

Partidos políticos e coligações tinham até as 19h deste sábado (26) para requerer o registro de candidaturas à Justiça Eleitoral.

Para concorrer aos cargos de prefeito ou vice-prefeito, o candidato deve ter 21 anos. No caso da disputa pela vereança, 18 anos. Essa idade mínima é verificada tendo como referência a data da posse. Também é necessário que o postulante esteja em dia com suas obrigações eleitorais, isto é, não pode dever multa à Justiça Eleitoral.

A Resolução TSE nº 23.609/2019 estabelece que qualquer cidadão pode concorrer às eleições desde que cumpra as condições constitucionais e não esteja impedido por qualquer causa de inelegibilidade prevista em lei. Pelo texto, para disputar o pleito, o candidato deverá possuir domicílio eleitoral na respectiva circunscrição e estar com a filiação deferida no partido político pelo qual pretende concorrer seis meses antes das eleições.

Cada partido político ou coligação poderá solicitar à Justiça Eleitoral o registro de um candidato a prefeito e um a vice-prefeito. Somente partidos poderão requerer o registro de candidatos a vereador, no limite de uma vez e meia o número de vagas disponíveis na Câmara Municipal.

No caso de o partido político ou coligação não solicitarem o registro de seus candidatos, estes poderão requerer o registro no prazo máximo de dois dias após a publicação do edital de candidatos do respectivo partido ou coligação no Diário de Justiça Eletrônico (DJe).

Clique AQUI e veja o Plano de Governo de Paulo Gomes.

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AUGUSTINÓPOLIS: Veja os números da Covid-19 deste sábado, 26

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