O Ministério Público (MP) por meio da promotora, Ruth Araújo Viana, pediu à Justiça a manutenção de medida cautelar de afastamento da função dos dez vereadores de Augustinópolis, município do Bico do Papagaio, suspeitos de envolvimento no maior esquema de propina já registrado na região, envolvendo parlamentares.

Luizinha (PP), Toinho (PTB), Antônio Barbosa (SD), Antônio Queiroz (PSB), Neguin da Civil (MDB), Ozeas (PR), Nildo Lopes (PSDB), Ângela da Rapadura (PSDB), Marcos da Igreja (PRB) e Vaguin do Hospital (MDB), foram presos em janeiro deste ano, temporariamente e foram afastados por 180 dias dos cargos.

O prazo de afastamento venceu no último dia 24 de julho.

Agora, a Promotoria que junto com a Polícia Civil, fez toda a investigação, que culminou na Operação Perfídia, quer que os parlamentares continuem afastador por entender que a manutenção dos vereadores no exercício da função é temerário ao Estado Democrático de Direito. O MP diz que também quer preservar a instrução criminal e a garantia da ordem pública   

Desta vez, o pedido se estende ao secretário municipal Paulo Esse da Silva Ramos e o chefe de Controle Interno do município, Pedro Coelho Amaro Júnior, por considerar que ambos também cometeram condutas criminosas, com elementos suficientes que indicam a prática do crime e hábito para práticas irregulares criminosas na administração.

O MP teme também que o suposto grupo criminoso no exercício da função pública, garante meios para que sejam mascarados os atos pretéritos de ilicitude criminosa e a manutenção de condutas ilícitas.

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