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Bico do Papagaio

AUGUSTINÓPOLIS: Policiais militares evitam golpe do falso sequestro

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O 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM), através da 2ª Companhia (Cia) de Polícia Militar em Augustinópolis, evitou mais um golpe de uma modalidade criminosa de extorsão que vem sendo utilizado por infratores, o chamado “falso sequestro”, delito comumente anunciado por meio telefônico.

Criminosos, mesmo presos, têm se aproveitado da inexperiência e, consequentemente, do desespero de pessoas que imaginam ter seus familiares em poder de sequestradores para arrancar dinheiro de suas vítimas.

Na manha desta quarta-feira, 15, policiais militares receberam informações, que o filho de um conhecido comerciante da cidade, fora vítima de sequestro, e que seu pai via telefone, estava negociando o resgate.

Pelo sistema de monitoramento de câmeras, o pai da suposta vítima foi localizado já na porta do prédio de uma agência bancária da cidade, negociando com o suposto chefe da quadrilha de sequestradores quando foi interceptado por uma equipe da PM.

O oficial que comandava a equipe de policiais assumiu a negociação via telefone celular, enquanto os termos da negociação foram apresentados pelo interlocutor, que exigia o depósito, no valor de R$ 2 mil reais.

Enquanto o resgate era negociado, outra equipe da PM localizou a suposta vítima, na cidade em seu local de trabalho, momento em que ao serem informados sobre a localização da vítima, os infratores desligaram o telefone.

Esclarecimentos da PM

Normalmente, o marginal liga, de forma aleatória, para um número de telefone, noticiando à vítima o suposto sequestro de um parente. A estratégia é utilizar-se de frases fortes, ameaçando de morte o suposto refém, agindo psicologicamente sobre as pessoas.
É comum o marginal determinar à vítima que o telefone não seja desligado em hipótese alguma. Manter a pessoa ao telefone a impede de ligar para o familiar e constatar a fraude. O valor exigido para libertar o falso refém normalmente não é alto, ordenando-se que a vítima faça uma transferência bancária para contas abertas com documentos falsos.

A exigência dos bandidos pode até resumir-se à simples compra de créditos para telefones celulares pré-pagos.

Para a consumação do golpe, os criminosos podem, eventualmente, colocar outra pessoa ao telefone, fingindo ser o refém. Em momentos de tensão, pode ser difícil reconhecer com exatidão uma voz ao telefone.

Ao ouvir um falso pedido de socorro e, diante da situação de stress, é comum que as vítimas, na tentativa de certificar-se que seu familiar está em poder de sequestradores, acabem revelando nomes, o que facilita a ação criminosa.

Nestes casos, é extremamente importante desligar o telefone e tentar contato imediato com a pessoa que supostamente está sendo sequestrada, na tentativa de confirmar ou não o ocorrido.

Dicas importantes com relação ao uso de telefonia celular:

1. Desconfie sempre que receber uma ligação de um número privado/confidencial, ou interurbano, especialmente quando esta ligação solicitar ou exigir dinheiro, recargas para celular, documentos e informações pessoais, endereços, informações bancárias, números de cartões de crédito, senhas, etc.;
2. O identificador de chamadas é um ótimo recurso para a identificação de fraudes;
3. Jamais informe nomes ou repasse quaisquer outras informações por telefone e, em hipótese alguma, faça qualquer depósito ou transferência bancária para desconhecidos;
4. Em caso de assistência técnica para o aparelho telefônico, confie apenas em lojas autorizadas e devidamente identificadas;
5. Quanto maior o número de informações pessoais constantes na memória do telefone, mais recursos os criminosos terão em caso de perda, furto ou roubo do aparelho.

O 9º BPM ressalta que, mesmo em situações de ameaça, o melhor a fazer é sempre buscar ajuda e orientação policial para resolver o problema, evitando tornar-se refém de falsários.

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ARAGUATINS: Cláudio destaca obras de infraestrutura e diz que progresso não pode parar

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Em mais um dia de intensa movimentação de campanha, nesta sexta, 23, o candidato da Coligação “Juntos Por Araguatins”, Cláudio Santana (MDB), acompanhado de seu vice Edgar Tolentino (SD) e candidatos a vereador, fechou as ações com uma reunião no bairro Sossego.

Durante o dia, Cláudio Santana visitou moradores do setor.

Na reunião noturna, Santana destacou os avanços de sua gestão e afirmou que as importantes ogras de infraestrutura não podem parar. “Estamos sendo bem recebidos por onde passamos. A população sabe reconhecer o trabalho que estamos realizando, com recuperação de vias, praças, avanços na Saúde. Não é fácil, mas estamos buscando sempre o melhor. Sabemos da necessidade do povo, e minha proposta para trazer qualidade de vida para a comunidade. Araguatins não pode parar”, disse o gestor em seu pronunciamento.

Neste sábado, 24, Cláudio promove ações de campanha no distrito de Transaraguaia.

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: No Esquinão, Aquiles diz que município voltará a ter obras e Saúde de qualidade

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Durante comício realizado na noite desta sexta, 23, realizado entre os bairros Vila Miranda e Madalena, o candidato da Coligação Uma Nova Política Para um Novo Tempo”, Aquiles da Areia (PP), disse que o município de Araguatins, voltará a contar com políticas públicas eficientes.

“Vocês vão terminar essa campanha sabendo que vão ter um prefeito para a cidade voltar a ter obras, saúde de qualidade, valorização ao educador, apoio ao agricultor e ser destaque novamente no turismo”, afirmou Aquiles da Areia e ainda acrescentou: “Nosso compromisso é Araguatins, por isso temos projetos para a melhoria da cidade”.

Participaram do evento, além de candidatos a vereador e líderes, o deputado estadual Olyntho Neto (PSDB).

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ARAGUATINS: Familiares de detentos reclamam sobre restrições e alertam para possibilidade de greve de fome e rebelião

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Esta semana a cadeia Pública de Araguatins, no Bico do Papagaio, foi palco de reclamações e queixas de familiares de detentos. Após a instauração da e Operação Legalidade Primavera Árabe, por parte dos policiais penais.

Os familiares alegam que as restrições impostas aos detentos, tem prejudicado inconsequentemente a permanência dos apenados e que além das visitas estarem restritas, vem enfrentando dificuldade, com as restrições impostas que bloqueiam a entrada de produtos de de limpeza, higiene pessoal e até remédios.

“Todos lá cometeram penalidades e estão pagando por isso. Agora, submete-los a não receber até medicamentos é demais. Sem contra que todos as famílias ajudam com materiais de limpeza, alimentação e higiene pessoal. Se existe problema entre os funcionários e o Governo, o caminho não deveria ser esse, mas sim o diálogo”, disse uma mãe de detento que pediu para não ser identificada, com receio de retaliação.

O movimento de reivindicação por direitos trabalhistas organizado por policiais penais no Tocantins já alcançou praticamente todas as unidades prisionais do estado. Batizado de Operação Legalidade Primavera Árabe, o movimento faz alusão à onda de movimentos e revoluções em países do Oriente Médio que teve início em 2010 e “faz referência a um movimento que começou pequeno, mas que se expandiu, tornando-se grande”, como explicou o presidente da Associação dos Prossionais do Sistema Penitenciário do Tocantins (Prosispen), Wilton Angelis Barbosa.

Apesar do nome, o movimento não se trata de uma ação operacional dentro das unidades, mas sim de um movimento que busca pressionar o Governo do Estado para cumprir o pagamento de direitos devidos aos policiais penais, como horas extras e adicionais.

De acordo com a Prosispen, a chamada Operação Legalidade Primavera Árabe suspende qualquer atividade que fuja às obrigações legais atribuídas aos policiais penais.

Os agentes prometem deixar de fazer horas extras, cumprindo somente as 40 horas semanais, de acordo com o estatuto da categoria, e ainda deixar de fazer escoltas fora do município de atuação por causa do não pagamento de diárias.

Ainda segundo a Prosispen, os agentes também pretendem como regalias de presos dentro das celas, como ventiladores, televisores, videogames, entrada de fumo e outros itens, além da proibição de contato de presos com parentes e advogados, a depender da disponibilização de equipamentos de proteção individual para prevenir o risco de contágio pela covid-19 no contato com pessoas do público externo.

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