Há 25 anos que o Serviço Nacional de Aprendizagem rural do Tocantins (SENAR-TO) realiza ações que promovem uma verdadeira transformação na vida de quem produz e trabalha no campo, proporcionando mais conhecimento e tecnologia, mais produtividade e qualidade de vida.

O Produtor Rural Igor Tobias Paula, da cidade de Augustinópolis, foi beneficiado com Assistência Técnica e Gerencial Através do programa ABC Cerrado. Neste programa os produtores recebem assistência técnica gratuita por 18 meses, com o acompanhamento de um técnico que ajuda cada participante a colocar em prática as tecnologias ensinadas,como a recuperação de pastagens degradadas.

“As vezes pensamos que o solo é uma eterna fonte de nutrientes que não precisa de nada. Antes do ABC Cerrado nós reformávamos as áreas todos os anos, não tínhamos entendimento do que era a recuperação” lembra o produtor.

O instrutor do Projeto ABC Cerrado, José Remi, foi responsável por fazer o acompanhamento da propriedade. “Fomos desenvolvendo ações como manejo de pastagens, divisão dos animais e rebanhos, divisão das áreas da propriedade, facilitando o manejo. Conseguimos alcançar através do alinhamento dessas informações tudo o que estava proposto. Hoje mesmo ao termino do programa ele continua investindo nessas tecnologias que foram repassadas. Como técnico meu papel aqui é a orientação, temos bons resultados pra mostrar porque o produtor acreditou”

Segundo o Produtor Igor Tobias, através do ABC Cerrado algumas realidades foram aparecendo, entre elas, a importância do planejamento e conhecimento. “Na época nos adquirimos 30 toneladas de adubo, com o acompanhamento do nosso técnico, vimos que foi realizada uma adubação de plantio e de cobertura e observamos que nas áreas adubadas a saúde do capim estavam muito melhor.”

O instrutor destaca pontos positivos ao final da assistência: “Implantamos o trabalho de recuperação de pastagens degradadas dentro do projeto ABC CERRADO, conseguimos através disso melhorar os níveis de produção da propriedade. Antes os animais demoravam até quatro anos pra sair, hoje em dia conseguimos colocar esse animal em ponte de abate em dois anos e meio à três anos.”  

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