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Avanço de Dimas força Amastha agendar renúncia

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As medições quase que diárias da equipe de comunicação e estratégia da pré-campanha de Carlos Amastha, mostraram um forte avanço do nome de Ronaldo Dimas, pré-candidato do PR, no eleitorado inclinado a votar no colombiano.

Já na primeira semana do anúncio do nome de Dimas, os marqueteiros e mentores da campanha de Amastha, já haviam notado a flutuação da opinião púbica. A princípio, a estratégia foi de fazer ataques com virais de internet, para colar em Dimas a mesma tática usada em Palmas, ligando o nome do prefeito de Araguaína, a políticos tradicionais. A ação acabou sendo frustrada, porque diferente dos outros dois adversários anteriores, (Marcelo Lelis, em 2012 e Raul Filho, em 2016), o primeiro não tinha nenhum tipo de experiência administrativa e o segundo havia deixado um governo desastroso em Palmas. Daí foi muito fácil colar a rejeição dos tradicionais que recheavam os palanques de ambos.

Com Dimas a mesma estratégia acabou não funcionando, pelo menos nessas duas primeiras semanas, porque assim como a gestão de Amastha em Palmas é constatadamente boa, a de Dimas também é em Araguaína, e esse, é o ponto mais perigoso da história para Amastha, que inclusive já elogiou em diversas oportunidades a administração de Dimas em Araguaína.

Pior que assistir a tática dos virais não surtirem efeito, foi constatar no decorrer desta semana, o nome de Dimas penetrar ainda mais no eleitor predispostos e tendente a Amastha. Os dados coletados pelo núcleo de comunicação do colombiano, mostram que o avanço de Dimas foi predominante na intenção do eleitor de Amastha, que passou a adotar uma postura refreada e de reflexão. Se antes, a maior parte desse eleitor respondia categoricamente a intenção de votar em Amastha, hoje reflete e pondera, acenando com a possibilidade de poder escolher o araguainense.

Vendo a evolução rápida de Dimas, a equipe foi obrigada a bolar mais um viral, que colou como “chiclete”. Um dos pontos identificados nas pesquisas desta semana, dizem que boa parte dos potenciais eleitores, têm dúvidas sobre a real disposição de Amastha deixar a Prefeitura de Palmas para disputar o cargo de governador. Essa questão também foi identificada com o nome de Dimas, porém, em proporção bem menor. Na cabeça dos pesquisados, largar um mandato em Palmas, com um orçamento gigante é uma decisão bem mais difícil, que deixar a Prefeitura de Araguaína.

E para tentar neutralizar essa questão, o time de Amastha usou as redes sociais, tradicional motor do grupo, para disseminar uma suposta conversar do prefeito, em um grupo de Whatsapp, onde ele afirma que já teria dia e hora marcados para a renúncia. Daí, o serviço ficou por conta dos “guerrilheiro” de redes sociais, ligados ao grupo colombiano, tratar de alastrar a informação nas redes.

Rápido os prints da tal conversa de Amastha chegaram aos veículos de comunicação, que diante do tal “furo”, correram direto no prefeito para saber da veracidade, que foi prontamente confirmada pelo gestor e publicada como um fato novo pelos veículos de comunicação.

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Luana Ribeiro realiza live nesta quarta-feira, 23, com médico referência em hematologia

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A deputada estadual Luana Ribeiro participa nesta quarta-feira, 23, às 19h, de um evento online que tem como objetivo ampliar a conscientização sobre a importância da doação de sangue e de medula óssea com o médico Dr. Vanderson Rocha, especialista em hematologia e hemoterapia. O evento será online e a transmissão será realizada através das redes sociais da parlamentar @luanaribeiroto.

Luana é a autora da Lei 3099/2016 que estabelece a campanha Junho Vermelho de conscientização sobre a doação de sangue no Tocantins. De acordo com a deputada, a conversa será um momento para que a população entenda a importância da doação de sangue e tire dúvidas sobre a doação de medula óssea. “Acompanho o trabalho do Dr. Vanderson já tem uns anos e hoje será um momento de troca bastante enriquecedor. Ele tem um vasto trabalho prestado na área de hematologia e é reconhecido internacionalmente. É um momento oportuno para que todos possam participar, agregar conhecimento e sanar dúvidas”, disse.

O evento online conta com o apoio da União Nacional dos Legisladores e Legislativos do Brasil. A deputada estadual Luana Ribeiro preside a Secretaria de Saúde da Unale.

Dr. Vanderson Rocha

O Doutor Vanderson Rocha é médico especialista em Medicina Interna e em Hematologia e Hemoterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais, e Transplante de Médula Óssea pela Universidade de Paris VII. O médico também é diretor presidente da Fundação Pró Sangue (Hemocentro de São Paulo), cientista e professor convidado da Universidade Oxford, no Reino Unido.

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Correção do saldo de contas do FGTS pode ter impacto de R$ 401 bilhões

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A mudança na correção do saldo do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), cuja discussão está parada no STF (Supremo Tribunal Federal), pode ter um impacto de R$ 401 bilhões de reais nas contas do fundo. O cálculo foi feito pela Secretaria de Política Econômica, vinculada ao Ministério da Economia. 

Ao mesmo tempo em que as entidades representantes dos trabalhadores pressionam a Corte para colocar o processo em pauta novamente, o governo alerta para o risco da medida representar um financiamento mais caro para os próprios trabalhadores.

O saldo das contas do FGTS, segundo a lei em vigor, deve ser corrigido pela Taxa Referencial (TR), atualmente zerada, com acréscimo de um juro de 3% ao ano. Os ministros precisam decidir se a TR será corrigida de 1993 até 2013. 

Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) pede a correção monetária e a aplicação de um dos índices de inflação ao consumidor medidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais o juros de 3%.

“Por muito tempo, o FGTS rendeu menos do que os juros e a inflação, mas recentemente, essa situação se inverteu”, comenta Thomas Carlsen, COO e co-fundador da mywork, startup focada em controle de ponto online para pequenas e médias empresas. “É um assunto espinhoso que pode afetar muito o governo”, diz o executivo. (Beatriz Candido Di Paolo)

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Brasil ocupa o 2º lugar no ranking do índice de mal-estar entre 38 países

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Com alta taxa de desemprego e inflação crescente, o Brasil ocupa a 2a posição em ranking que mede o mal-estar de 38 países, ficando atrás apenas da Turquia. De acordo com estudo do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre-FGV), o país tem 19,83% de desconforto socioeconômico, contra 26,28% da nação turca.

A lista de países que é avaliada relaciona membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que engloba economias avançadas e o Brasil, e quanto maior o índice de desconforto apresentado, pior é a taxa. Em terceiro lugar no ranking está a Espanha (16,09%), seguida por Colômbia (15,63%), Grécia (14,08%) e Chile (13,42%).

O índice de infelicidade, que é medido através da soma das taxas de inflação e de desemprego, atingiu o pior patamar dos últimos cinco anos no primeiro trimestre de 2021. O mesmo índice foi registrado em 2016, quando o país enfrentava uma grave recessão econômica.

Segundo Daniel Duque, pesquisador responsável pela pesquisa, o índice brasileiro é preocupante, pois, ao contrário da líder do ranking, o indicador brasileiro vem piorando ao longo do tempo, especialmente durante a segunda onda da pandemia causada pela Covid-19.

“A pandemia sem dúvidas tem um impacto profundo no índice de desconforto socioeconômico dos brasileiros, tendo em vista o crescimento das taxas de desemprego e alta da inflação”, comenta Thomas Carlsen, COO e co-fundador da mywork, startup especializada em controle de ponto online e gestão de departamento pessoal para pequenas e médias empresas. “Embora o PIB do país esteja voltando a crescer, os efeitos negativos sobre a economia vão perdurar por um bom tempo”, avalia ele. (Beatriz Candido Di Paolo)

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