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Pará

Banpará completa 59 anos de história

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Dona Francisca tem 79 anos e há 45 é cliente do Banco do Estado do Pará (Banpará). Uma relação de carinho e respeito. “Todo dia, o meu chefe me entregava o movimento das lojas e dos postos de gasolina para eu mandar depositar no Banco, eu perguntava qual o Banco ele me dizia ‘Chica, escolhe o melhor’, então eu depositava no Banpará”, sorri Francisca.

A excelência no atendimento fidelizou Francisca, hoje, é uma cliente apaixonada. “Eu abri poupança com o nome de cada filho meu, sete ao todo. Assim fui estreitando os meus laços com o Banpará. Depois que aposentei, o atendente do INSS me perguntou se eu já tinha conta em banco, eu disse com todo orgulho ‘meu Banco é o Banco do meu Estado do Pará, é o Banpará’ e serei cliente até o fim dos meus dias”, afirma Francisca Miranda, cliente da agência Estrada Nova.

O Banco do Estado do Pará (Banpará) completa, nesta segunda-feira, 26 de outubro, 59 anos de existência. A comemoração celebra a expansão da instituição, que hoje é realidade em muitos municípios do Pará e fortalece o compromisso do Banco de estar presente em todo o território paraense.

São 59 anos crescendo em número, estrutura física e tecnologia para oferecer aos paraenses o melhor serviço de um Banco Estadual, desenvolver o Pará econômica e socialmente, além de cumprir a missão de ser um banco autossustentável.

Ao todo, são 127 agências, em 109 municípios paraenses, muitas cidades têm apenas o Banpará como instituição financeira que se faz presente para fortalecer a economia local, gerando desenvolvimento, emprego e renda, além de facilitar a vida da população. Sabemos que o Estado tem dimensões continentais e muitas pessoas precisam se deslocar do seu município para uma cidade vizinha em viagens que podem durar muitas horas.

Em 2020, o Banpará marcou a história do povo paraense. Em tempo de pandemia, o Banco trabalhou incansavelmente, com funcionários dedicados, para oferecer linhas de crédito e fomento com taxas acessíveis e assim manter empreendimentos abertos enquanto muitos no Brasil fecharam as portas. Uma ação que manteve e gerou emprego e renda.

Uma pesquisa nacional realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostrou que, no Pará, o Banpará é a instituição financeira mais procurada por empreendedores durante a pandemia da Covid-19. O banco foi mencionado por mais de 50% do público participante da pesquisa.

Fundo Esperança
Para a economia paraense, o Fundo Esperança foi a principal ferramenta de apoio do Governo do Estado no enfrentamento de efeitos adversos da pandemia, viabilizando o atendimento de aproximadamente 90 mil pessoas (físicas e jurídicas) e a concessão de R$200 milhões de crédito em três meses.

Para o Banpará, o Fundo também trouxe uma grande oportunidade de prospecção de futuros negócios ao abrir as portas para clientes Pessoa Jurídica que conheceram o Banco no momento em que mais precisavam de um apoio. Todo esse resultado só foi possível graças ao empenho dos funcionários da rede de agências no atendimento dos clientes do Fundo Esperança, da equipe Superintendência de Desenvolvimento Econômico e Social, que trabalhou incansavelmente no suporte e orientação das unidades de atendimento e na articulação com os parceiros atuantes do processo, Sebrae e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME).

Capital de Giro

A sociedade paraense conta com o Banpará e o Capital de Giro veio para auxiliar empresas de pequeno e médio porte, como bares, academias, escolas e restaurantes, para minimizar os impactos econômicos causados pela pandemia da Covid-19. Com o Capital de Giro, o Banpará ajudou a manter e garantir empregos.

Crédito Imobiliário
Em 2020, o Banpará reativou a carteira de Crédito Imobiliário. Um sonho antigo dos clientes e do Banco, que virou realidade e hoje oportuniza a casa própria ao atender todos os públicos com valor mínimo de financiamento de R$ 40 mil e composição de renda que pode ser feita com qualquer pessoa.

A carteira contribui com o desenvolvimento da economia local e o cliente Banpará conta com a melhor taxa de juros do mercado, pode financiar até 90% do valor de avaliação do imóvel, em até 35 anos. Sendo necessário somente o valor mínimo de 10% para entrada, quando a maioria das outras instituições financeiras solicita 20%.

Territórios Sustentáveis
O Banpará contribui com ações de fomento voltadas para a inclusão bancária dos pequenos produtores situados em Territórios Sustentáveis. Além de promover financiamento dos agricultores familiares e das cooperativas que os integram para que possam fortalecer suas produções, gerar renda e garantir que a regularização fundiária e ambiental venha atuar como uma ferramenta de desenvolvimento econômico e social.

O Banco desenvolve ações que buscam diminuir a dificuldade de acesso ao crédito e fortalecer a produção e renda dos pequenos produtores.

Banpará mais digital
A facilidade em realizar transações financeiras no horário que quiser e, principalmente, na segurança de sua casa levou os usuários do mobile crescerem significativamente na última década.
O cenário de Pandemia impulsionou ainda mais essa migração dos atendimentos presenciais para os atendimentos por meio dos canais digitais.

No Banpará as operações cresceram no patamar de 400% se comparado ao mesmo período do ano passado.

Esse crescimento foi também alavancado com o lançamento do novo App que ocorreu no final de março e dispõe de uma arquitetura mais moderna, ofertando maior segurança e estabilidade, além de agregar novas funcionalidades como investimento, biometria, solicitação de cartão, débito automático.

Para o diretor-presidente do Banpará, Braselino Assunção, hoje é um dia para agradecer. “Hoje eu vejo o Banco, um jovem senhor que se moderniza ao longo do tempo, que busca se atualizar, ser competitivo. Nesse dia, quero agradecer aos nossos queridos cliente, a sociedade paraense e a todos os funcionários do Banpará, muitos passaram momentos difíceis, mas sempre buscaram resultados melhores e fazem desse jovem senhor (Banpará) com o espírito da juventude um protagonista no sistema financeiro nacional”. (Karolinni Chaves)

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Pará

Concurso da PM do Pará abre inscrição. São 2.405 vagas

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O Governo do Pará abriu nesta segunda-feira (30) as inscrições para o concurso da Polícia Militar. São 2.405 vagas, sendo 2.310 para praças e 95 para oficiais, com salário chegando até R$ 4.256,58.

As inscrições vão até o dia 10 de dezembro e as provas discursiva e objetiva acontecem no dia 28 de fevereiro de 2021. Para quem for concorrer para praças, o valor da inscrição é de R$ 76, e para oficiais o valor é de R$ 88. O certame é organizado pelo Instituto Ades. Veja o edital AQUI.

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Pará

MARABÁ: Travesti é executada em via pública

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A travesti Bianca, foi assassinada em plena via pública, na Folha 10, na cidade de Marabá, região de Carajás, estado do Pará, na última quinta, 26. O nome de batismo dela é José Augusto Pereira Veras. A travesti trabalhava fazendo programas na localidade.

Segundo testemunhas a execução foi protagonizada por dois indivíduos que surgiram de motocicleta efetuando três disparos.

Agentes da Polícia Militar foram acionados por populares, via Núcleo Integrado de Operações (NIOP), e ao chegarem no local se depararam com a vítima já sem vida. De acordo com os policiais que estiveram no local, ela e outras colegas teriam se envolvido em discussão recente com clientes

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Pará

Governo do Pará regulamenta lei para regularização fundiária e combate à grilagem e ao desmatamento

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Estabelecer critérios técnicos e procedimentos para regularização fundiária em áreas urbanas e rurais e, consequentemente, combater o desmatamento e a ocupação irregular de terras. Com esse objetivo, o governador Helder Barbalho assinou, na tarde desta quarta-feira (25), em solenidade no Palácio dos Despachos, em Belém, os decretos 1.190 e 1.191, que regulamentam a Lei Estadual nº 8.878, aprovada pela Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) em 2019.

Os novos decretos permitem ao Estado avançar na regularização de terras já ocupadas por pequenos, médios e grandes produtores, desde que estes estejam dentro do perfil e atendam aos critérios estabelecidos. A medida não vale para processamento e análise dos pedidos de regularização fundiária de áreas rurais compostas integralmente com cobertura florestal primária, que deverão ser submetidos a outros procedimentos para concessão do uso sustentável.

As competências para coordenar, normatizar e supervisionar o processo de regularização fundiária de áreas rurais em terras do território paraense, e também para expedir os instrumentos de titulação, serão de responsabilidade técnica do Instituto de Terras do Pará (Iterpa). A regularização em Assentamentos Sustentáveis (AS), Assentamentos Extrativistas (AE) e remanescentes das comunidades quilombolas (TEQ) serão previstas em decretos próprios.

Dependendo do tamanho da área, o processo de regularização de terras públicas estaduais só será validado com aprovação da Alepa e do Congresso Nacional. Solicitação de regularização em área rural de até 1.500 hectares será feita pelo Iterpa. A aprovação de regularização de área entre 1.500 e 2.500 hectares será processada pelo Iterpa e validada com prévia autorização da Assembleia Legislativa. Já os pedidos de regularização acima de 2.500 hectares serão processados pelo Instituto de Terras e a expedição do título dependerá de autorização do Congresso Nacional.

Demanda histórica – O governador Helder Barbalho ressaltou que, além da preservação do meio ambiente e da possibilidade de identificar e punir quem explora os recursos naturais de forma predatória e irregular, os decretos, associados a outras ações do governo do Estado, auxiliarão o desenvolvimento sustentável do Pará.

“Estamos cumprindo uma etapa fundamental para a consolidação de uma missão estratégica de nosso governo. Uma demanda histórica. Fato que é um assunto complexo, que atrai a pluralidade de opiniões. Porém estamos sinalizando para a sociedade paraense que, efetivamente, estamos no caminho para garantir direitos e um futuro melhor, priorizando o desenvolvimento sustentável em nosso Estado” – Helder Barbalho.

 para evitar qualquer tipo de possiblidade de regularizar grileiros de terras ou mero especuladores. Essa legislação é para quem, de fato, produz e quer ajudar a desenvolver o Estado”, reiterou.

“A partir de agora, consolidamos entendimentos e estabelecemos os novos procedimentos para tornar a regularização fundiária, as atividades agrárias e não agrárias, mais eficientes. Essa lei é extremamente moderna e traz conceitos que trabalham a valorização da floresta em pé. O conceito da década de 1970, que orientava desmatar 50% da área para obter o título, agora não se exige mais. A floresta serve para realização de novos negócios sustentáveis previstos no Código Florestal”, completou Bruno Kono.

Decisão coletiva – O empresário Carlos Fernandes Xavier, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Pará (Faepa), disse que o tema é um antigo objeto de debate do setor agropecuário. “Temos hoje uma quantidade significativa de pequenos, médios e grandes produtores. Esse decreto de hoje é fruto de uma grande discussão. Portanto, é uma decisão tratada de forma coletiva, onde o produtor terá o seu título e vai fazer com que a terra cumpra sua obrigação e papel fundamental de produzir e, por consequência, gerando desenvolvimento e renda para o Estado, principalmente em um momento de pandemia, em que o mundo está precisando de alimento”, reforçou.

Para o secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mauro O’de Almeida, a regularização fundiária é uma ferramenta estratégica para a preservação e conservação do meio ambiente.

“Para fazer a regularização ambiental é necessária a regularização fundiária. Elas andam juntas. Portanto, cada vez mais que conseguirmos fazer a regularização fundiária mais conseguiremos fazer a correção dos passivos ambientais de áreas de reservas legais e, por consequência, o plano de recuperação de áreas degradadas” – Mauro O’de Almeida, titular da Semas.

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