Connect with us

Geral

Belezas do Norte: Influenciadora digital Layse Cohen mostra cultura nortista pelas redes sociais

Publicado

em

O que vêm à mente quando se fala do Norte do Brasil? Para muitos brasileiros, que nunca tiveram a oportunidade de conhecer os estados dessa região, provavelmente a imagem de uma floresta, índios, animais à solta e pessoas seminuas recriam o cenário local. A realidade de quem vive por lá, entretanto, é bem diferente dessa montada no imaginário popular, repleto de histórias, de folclore e de natureza exuberante. 

“Aqui ninguém anda pelado, nem pintado na rua. Aqui existe civilização, não é só mato, floresta, ocas e barcos… Temos pessoas inteligentes e qualificadas, mas muita gente acha que aqui é tudo atrasado. Que só tem tribo indígena, que ninguém estuda ou trabalha. Já me perguntaram se é preciso caçar para comer”,  relatou a  digital influencer Layse Cohen, moradora do município de Tefé, no Amazonas. Habituada com mudanças, Layse já fez de diferentes cidades do país seu lar, graças ao emprego do pai e, agora, ao do marido, ambos militares. “Nasci no Rio de Janeiro, mas já morei em diversas partes do país, já conheço quase o Brasil inteiro. Acho bom ter conhecido bastante coisa por aí para passar minha visão, né? Eu tento mudar a visão das pessoas de fora em relação à Amazônia, tento desmistificar”, afirma.

Dados do Censo Demográfico de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que atualmente apenas 8% de toda a população brasileira esteja no Norte brasileiro, e segundo a influenciadora, o desconhecimento sobre as outras regiões do país também é uma realidade para quem vive nessa região. “Na cidade onde moro hoje, com pouco mais de 60 mil habitantes, só se chega de avião ou barco. Há quem nunca tenha tido contato com pessoas de longe e que não fazem ideia de como seja São Paulo, Rio… Gosto de ser essa ponte, de mostrar para eles outras culturas do Brasil, especialmente pela moda e de levar as riquezas daqui para o restante do país pelas redes sociais”, comenta. 

Recentemente, a influenciadora que conta com mais de 600 mil pessoas no Instagram, publicou um vídeo brincando com  “o que as pessoas pensam e como realmente é morar no Amazonas”. O vídeo teve milhões de visualizações, curtidas e rendeu tantos comentários, que Layse resolveu postar uma nova edição. Além disso, diariamente ela faz postagens sobre o dia a dia com os filhos, a rotina de empresária no ramo da moda e o cotidiano nortista. 

“Aqui tudo é diferenciado para mim. Por exemplo, aqui ainda não tem shopping e eu ia muito aos shoppings com minha família, mas agora meus passeios são mais ao ar livre, durante o dia. Em relação à moda, claro que ninguém anda pelado (risos), mas com pouca roupa sim, roupas bem leves e nada com muito brilho e tanta pompa, isso pelo fato dos passeios e lugares que frequentamos sejam diferentes”, explicou. 

publicidade
FAÇA UM COMENTÁRIO
Atenção: Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do Jornal. Se achar algo que viole ou fira sua honra pessoal, envie para o email: [email protected] que iremos analisar.
Faça um comentário

Geral

Após acordo, Azul anuncia novos voos para o Amazonas

Publicado

em

Um acordo com os governos do Amazonas e federal a empresa aérea Azul Linhas Aéreas anunciou a expansão de suas operações no Amazonas. Se tudo correr conforme previsto, a companhia planeja começar a voar para oito cidades amazonenses e retomar as viagens para mais três destinos no estado ainda no segundo semestre.

As oito cidades que a companhia adicionará à sua malha aérea são Apuí, Barcelos, Borba, Eirunepé, Itacoatiara, Humaitá, Novo Aripuaña e São Gabriel da Cachoeira. O início das operações depende da conclusão de melhorias na atual infraestrutura aeroportuária.

O acordo com os governos estadual e federal também prevê a reativação dos voos para Coari, Lábrea e Maués e o aumento do número de assentos disponíveis na rota que passa por Parintins, um dos quatro municípios amazonenses onde a companhia atualmente opera – os outros três são Manaus, Tabatinga e Tefé.

O governador do Amazonas, Wilson Lima, a expansão das operações da empresa para 11 novos destinos do estado. “Estamos muito otimistas”, disse o governador ao explicar que, em contrapartida, o governo estadual ofereceu incentivos à empresa, como, por exemplo, a possibilidade de renovar a redução da alíquota do ICMS cobrado do combustível de aviação.

“Esse acordo foi possível a partir dos incentivos que o governo do estado dá a essa empresa, para fazer com que essas viagens se tornem viáveis para ela e também para o consumidor”, disse Wilson Lima.

Segundo o governo estadual, o acordo inicial vale para o biênio 2021/2022, mas pode vir a ser ampliado mediante a manutenção de voos e criação de novas rotas. O acordo também prevê que a empresa estabeleça voos diretos de Manaus para Belém, Boa Vista, Porto Velho, Recife, Santarém (PA) e Campinas (SP).

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, também comemorou a iniciativa. “Estamos falando de levar a aviação para o interior. De democratizar o serviço de aviação e conectar as pessoas que lá, naquela região, dependem muito do serviço de transporte aéreo”, disse o ministro após se reunir com representantes da Azul, em Brasília, na manhã desta quinta-feira (10). “Essa é uma iniciativa que casa com a dinâmica da nossa economia, cada vez mais voltada para o Norte do Brasil”, acrescentou Freitas.

De acordo com o ministério, o governo federal tem investido em melhorias nos aeroportos regionais operados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) com vistas a expandir a aviação regional em todo o país. Segundo a pasta, mais de R$ 1,4 bilhão já foram investidos desde 2019 para a compra de equipamentos de navegação aérea ou revitalização de aeroportos das cinco regiões brasileiras.

“Muitos dos aeroportos foram construídos nas décadas de 50, 60 e 70 e, aos poucos, foram sendo deixados de lado, sem uma manutenção e operação corretas. Justamente por isso, estamos fazendo esse trabalho de revitalização e colocando esses aeroportos em condições de infraestrutura para atender a operação comercial, adequando ao porte das aeronaves demandadas”, disse o secretário Nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, em nota.

O governo federal espera atrair investimentos privados por meio da concessão de aeroportos. O governo já realizou seis rodadas de leilões, e a sétima está prevista para ocorrer em 2022. Há também um projeto que o próprio ministério trata como desestatização de oito aeroportos amazonenses (Barcelos, Carauari, Coari, Eirunepé, Lábrea, Maués, Parintins e São Gabriel da Cachoeira) e que prevê a concessão dos equipamentos por meio de parcerias público-privada. (Alex Rodrigues)

Continue lendo

Geral

Governador do Amazonas, Wilson Lima, consegue habeas corpus para não ir à CPI

Publicado

em

No fim da noite desta quarta, 9, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber concedeu habeas corpus preventivo impetrado pelo governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), a não ir depor na CPI da Covid. Os pontos principais de seu depoimento aos senadores tratariam da crise que levou à falta de oxigênio no Estado em janeiro e da investigação de supostos desvios de verbas destinadas ao Estado para combater a pandemia.

O depoimento de Lima à CPI da Covid estava previsto para 29/06. Porém, foi adiantado para esta quinta, 10, após a Polícia Federal deflagrar, em 02/06, uma operação para apurar suspeita de irregularidades relacionadas ao Hospital de Campanha Nilton Lins, em Manaus, alugado pelo Estado para atender pacientes com covid-19.

Continue lendo

Geral

Defesa Civil Nacional reconhece situação de emergência em sete municípios da Amazônia

Publicado

em

Sete municípios da região Norte tiveram o reconhecimento de situação de emergência publicado pela Defesa Civil Nacional. As chuvas intensas e as inundações causadas pela enchente nos rios foram os motivos da solicitação ao Governo Federal.

No Amazonas, quatro cidades obtiveram o reconhecimento federal por causa das inundações: Itacoatiara, Parintins, Tonantins e Urucurituba. Pela mesma situação, Monte Alegre, no Pará, e Laranjal do Jari, no Amapá, também foram reconhecidas. Já Pedra Branca do Amapari, no Amapá, tem sofrido com as chuvas intensas.


A partir do reconhecimento federal de situação de emergência, estados e municípios podem solicitar recursos para atendimento das famílias atingidas pelos desastres e para  ações de resposta e reconstrução nas cidades. 

Karine Lopes, diretora de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, explica como os municípios devem proceder para solicitar o reconhecimento federal.

“O município deve ter já em mão o decreto de situação de emergência. Com o decreto, que é o ato do executivo, o município cadastrado no S2id vai enviar por lá a solicitação de reconhecimento, enviando o ofício, o decreto assinado pelo prefeito e publicado, e as informações que estão disponíveis no FIDE, que é o Formulário de Informação de Desastres.”

Karine reforça que todo o processo é realizado por meio do S2iD, o Sistema Integrado de Informações sobre Desastres. A ferramenta pode ser acessada em s2id.mi.gov.br

Para saber mais sobre as ações de defesa civil do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br. (Brasil 61)

Continue lendo
publicidade
publicidade Bronze