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Pará

BRK Ambiental mostra aos moradores do Pará os benefícios do consumo de água tratada

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A BRK Ambiental, maior empresa privada de saneamento do Brasil, leva água tratada para moradores das cidades de Redenção, Xinguara, Santana do Araguaia, Bom Jesus do Tocantins, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia, São João do Araguaia e Tucumã, no Estado do Pará.

No último mês, as equipes da concessionária deixaram nas residências dos moradores dessas cidades informações importantes sobre os benefícios do consumo de água tratada. Tendo em vista que muitos dos moradores dessas localidades ainda possuem poços artesianos em suas casas, a empresa busca dialogar com sobre os riscos que a ação representa.

A água dos poços artesianos residenciais pode até ser cristalina e parecer segura, mas ela não recebe tratamento e controle de qualidade necessários para o consumo humano. Desta forma, famílias podem estar expostas a doenças graves como hepatite, diarreia, disenteria, cólera, febres, e outras que se proliferam pela água de poço.

De acordo com o gerente de operações da empresa, Ygor Antunes, o objetivo da ação é levar informações sobre saúde. “Queremos explicar sobre os riscos do consumo de água de poços residenciais. A BRK Ambiental oferece água tratada para dez municípios do Estado, seguindo todas as normas estabelecidas nos anexos XX da portaria nº 05/2017 do Ministério da Saúde, por meio de uma equipe de controle de qualidade que monitora todos os processos de tratamento da água, até a distribuição nas residências”, explica.

A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), realizou nos últimos meses, um estudo sobre a universalização do saneamento, que mostrou que o Brasil poderia ter 13.712 leitos por mês disponíveis durante a pandemia do coronavírus, caso não houvesse internações por doenças causadas pela falta de saneamento.

O consumo de água tratada é importante e promove mais saúde e qualidade de vida, além de transformar a vida das pessoas. Maria da Paz é moradora de Xinguara e conta que fez um poço em sua casa, mas a água não tinha boa aparência. “Não dava para usar para beber e cozinhar, eu precisava pagar um moto táxi para buscar água. Quando a BRK chegou aqui, a coisa melhorou, pois temos água tratada e de qualidade para banhar, lavar a casa, lavar roupa. Não tem dificuldade”, conta Maria.

De acordo com o relatório Ranking do Saneamento 2020, divulgado pelo Instituto Trata Brasil, cerca de 35 milhões de brasileiros não têm acesso à água tratada. A BRK Ambiental trabalha para, cada vez mais, mudar essa realidade e levar água tratada e saneamento de qualidade aos brasileiros.

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Pará

Concurso da PM do Pará abre inscrição. São 2.405 vagas

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O Governo do Pará abriu nesta segunda-feira (30) as inscrições para o concurso da Polícia Militar. São 2.405 vagas, sendo 2.310 para praças e 95 para oficiais, com salário chegando até R$ 4.256,58.

As inscrições vão até o dia 10 de dezembro e as provas discursiva e objetiva acontecem no dia 28 de fevereiro de 2021. Para quem for concorrer para praças, o valor da inscrição é de R$ 76, e para oficiais o valor é de R$ 88. O certame é organizado pelo Instituto Ades. Veja o edital AQUI.

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Pará

MARABÁ: Travesti é executada em via pública

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A travesti Bianca, foi assassinada em plena via pública, na Folha 10, na cidade de Marabá, região de Carajás, estado do Pará, na última quinta, 26. O nome de batismo dela é José Augusto Pereira Veras. A travesti trabalhava fazendo programas na localidade.

Segundo testemunhas a execução foi protagonizada por dois indivíduos que surgiram de motocicleta efetuando três disparos.

Agentes da Polícia Militar foram acionados por populares, via Núcleo Integrado de Operações (NIOP), e ao chegarem no local se depararam com a vítima já sem vida. De acordo com os policiais que estiveram no local, ela e outras colegas teriam se envolvido em discussão recente com clientes

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Pará

Governo do Pará regulamenta lei para regularização fundiária e combate à grilagem e ao desmatamento

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Estabelecer critérios técnicos e procedimentos para regularização fundiária em áreas urbanas e rurais e, consequentemente, combater o desmatamento e a ocupação irregular de terras. Com esse objetivo, o governador Helder Barbalho assinou, na tarde desta quarta-feira (25), em solenidade no Palácio dos Despachos, em Belém, os decretos 1.190 e 1.191, que regulamentam a Lei Estadual nº 8.878, aprovada pela Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) em 2019.

Os novos decretos permitem ao Estado avançar na regularização de terras já ocupadas por pequenos, médios e grandes produtores, desde que estes estejam dentro do perfil e atendam aos critérios estabelecidos. A medida não vale para processamento e análise dos pedidos de regularização fundiária de áreas rurais compostas integralmente com cobertura florestal primária, que deverão ser submetidos a outros procedimentos para concessão do uso sustentável.

As competências para coordenar, normatizar e supervisionar o processo de regularização fundiária de áreas rurais em terras do território paraense, e também para expedir os instrumentos de titulação, serão de responsabilidade técnica do Instituto de Terras do Pará (Iterpa). A regularização em Assentamentos Sustentáveis (AS), Assentamentos Extrativistas (AE) e remanescentes das comunidades quilombolas (TEQ) serão previstas em decretos próprios.

Dependendo do tamanho da área, o processo de regularização de terras públicas estaduais só será validado com aprovação da Alepa e do Congresso Nacional. Solicitação de regularização em área rural de até 1.500 hectares será feita pelo Iterpa. A aprovação de regularização de área entre 1.500 e 2.500 hectares será processada pelo Iterpa e validada com prévia autorização da Assembleia Legislativa. Já os pedidos de regularização acima de 2.500 hectares serão processados pelo Instituto de Terras e a expedição do título dependerá de autorização do Congresso Nacional.

Demanda histórica – O governador Helder Barbalho ressaltou que, além da preservação do meio ambiente e da possibilidade de identificar e punir quem explora os recursos naturais de forma predatória e irregular, os decretos, associados a outras ações do governo do Estado, auxiliarão o desenvolvimento sustentável do Pará.

“Estamos cumprindo uma etapa fundamental para a consolidação de uma missão estratégica de nosso governo. Uma demanda histórica. Fato que é um assunto complexo, que atrai a pluralidade de opiniões. Porém estamos sinalizando para a sociedade paraense que, efetivamente, estamos no caminho para garantir direitos e um futuro melhor, priorizando o desenvolvimento sustentável em nosso Estado” – Helder Barbalho.

 para evitar qualquer tipo de possiblidade de regularizar grileiros de terras ou mero especuladores. Essa legislação é para quem, de fato, produz e quer ajudar a desenvolver o Estado”, reiterou.

“A partir de agora, consolidamos entendimentos e estabelecemos os novos procedimentos para tornar a regularização fundiária, as atividades agrárias e não agrárias, mais eficientes. Essa lei é extremamente moderna e traz conceitos que trabalham a valorização da floresta em pé. O conceito da década de 1970, que orientava desmatar 50% da área para obter o título, agora não se exige mais. A floresta serve para realização de novos negócios sustentáveis previstos no Código Florestal”, completou Bruno Kono.

Decisão coletiva – O empresário Carlos Fernandes Xavier, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Pará (Faepa), disse que o tema é um antigo objeto de debate do setor agropecuário. “Temos hoje uma quantidade significativa de pequenos, médios e grandes produtores. Esse decreto de hoje é fruto de uma grande discussão. Portanto, é uma decisão tratada de forma coletiva, onde o produtor terá o seu título e vai fazer com que a terra cumpra sua obrigação e papel fundamental de produzir e, por consequência, gerando desenvolvimento e renda para o Estado, principalmente em um momento de pandemia, em que o mundo está precisando de alimento”, reforçou.

Para o secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mauro O’de Almeida, a regularização fundiária é uma ferramenta estratégica para a preservação e conservação do meio ambiente.

“Para fazer a regularização ambiental é necessária a regularização fundiária. Elas andam juntas. Portanto, cada vez mais que conseguirmos fazer a regularização fundiária mais conseguiremos fazer a correção dos passivos ambientais de áreas de reservas legais e, por consequência, o plano de recuperação de áreas degradadas” – Mauro O’de Almeida, titular da Semas.

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