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Cachoeira chama governador de Goiás para briga por causa da mulher

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Andressa Mendonça é mulher do contraventor Carlinhos Cachoeira Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/cachoeira-chama-governador-de-goias-para-briga-por-causa-da-mulher-8650911#ixzz2VvrhJ3T7  © 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Andressa Mendonça é mulher do contraventor Carlinhos Cachoeira

Sabe aquela história de que mexeu com minha mulher chamou pra briga? Pois é. Uma carta do bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, publicada na edição desta terça-feira no “Diário da Manhã”, em Goiás, desafia o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), em tom de ameaça. “Em bom brasileirês (sic) falo com a cabeça erguida e com o peito arfante: cai pra dentro quem quiser que eu sustento o desafio”.

A declaração de guerra ocorreu porque Cachoeira sentiu que sua mulher, Andressa Mendonça, teria sido tratada com desrespeito em um evento beneficente no Palácio das Esmeraldas, sede do governo goiano e também residência oficial do governador. Andressa é empresária e foi a um desfile beneficente na última sexta-feira no Palácio. O convite custou R$ 350 e toda a renda seria revertida para a Santa Casa de Misericórdia de Goiânia. “Minha esposa, Andressa, empresária, foi convidada a participar e prestar sua colaboração para com uma causa que sem dúvida é nobre e justa. Não se furtou à sua responsabilidade social e cristã em ajudar e participar de uma ação engrandecedora”, escreveu ele na carta, que começa com uma citação bíblica, também em tom ameaçador: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” – João, capítulo 8, versículo 32.

Enquanto esteve no Palácio, segundo Cachoeira, sua Andressa foi “cortejada pelos poderosos e bem tratada, principalmente pela generosa contribuição que deixou”. Porém, ao sair do evento, a assessoria do governador teria negado que ela comparecera ao desfile beneficente. E atraiu a ira de Cachoeira.

Na carta, o bicheiro não poupa elogios à mulher – “digna e honesta, mãe amorosa, esposa adorável, não me negou amparo, apoio, auxílio e sobretudo amor” – e diz que não permitirá que ela seja agravada, “muito menos por desclassificados que não têm moral sequer para limpar-lhe os sapatos”.

“Se querem me atingir, estou preparado. Mas acusar minha amada e companheira de subterfúgio rasteiro, como o de entrar de penetra em uma festa no Palácio das Esmeraldas, passou dos limites”, criticou, para, em seguida, ameaçar:

“Escolham as armas. A verdade, que liberta e quebra paradigmas, mostrará ao povo goiano os erros cometidos ao longo dos anos e dará o norte da reparação e do caminho certo”, diz Cachoeira, para concluir:

“Não cometam a insanidade de tentar atingir de forma tão rastejante minha esposa porque não vão gostar nem um pouco de conhecer o peso da minha mão”. A caixa de Pandora abriu e permitiu que as desgraças se abatessem sobre os homens será brincadeira de criança diante do que posso perpetrar para defender a honra e a dignidade minha e de minha família.”

A assessoria de imprensa do governador Marconi Perillo foi contatado e informou que até o fim do dia se manifestará.

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Equipes de vacinação vão de casa em casa, para conter surto do sarampo no Amapá

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Mesmo com a pandemia da Covid-19, enfrentada com dificuldade pelo País, o estado do Amapá tem que lidar com outro surto de vírus: o sarampo. Segundo a Secretaria de Saúde, o estado registra 189 casos confirmados da doença, desde o começo de 2020 até janeiro deste ano, sendo a maioria (57%) em crianças de até 4 anos. Para conter o avanço do vírus, equipes da Estratégia de Saúde da Família vão vacinar população do Amapá, de casa em casa. Ao todo, sete municípios serão contemplados: Macapá, Santana, Mazagão, Laranjal do Jari, Vitória do Jari, Oiapoque e Porto Grande. 

A varredura vacinal dos lares amapaenses conta com apoio de contratados pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS). Os profissionais estarão com vestimentas completamente brancas, paramentados com equipamentos de proteção individual (EPI) e máscaras. Todos receberam treinamento para aplicar a vacinação durante a pandemia da Covid-19.

Além de aplicar as doses da tríplice viral, em pessoas de 6 meses a 59 anos, as equipes farão a atualização da caderneta de vacinação de crianças menores de 5 anos. Mesmo quem não possui registro da imunização, ou não se lembra de já ter sido vacinado contra o sarampo, deve tomar a dose. A meta da prefeitura da capital Macapá é imunizar 58 mil pessoas.

Arte - Brasil 61

Sarampo no Brasil

Em 2016, o Brasil recebeu o certificado de eliminação da circulação do vírus do sarampo, mas perdeu a certificação antes de completar 3 anos, devido a surtos de grandes proporções em 21 estados. Segundo o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, 17 estados conseguiram fazer o controle da doença, por meio de campanhas de vacinação. Mas, atualmente, quatro estados ainda mantém o surto ativo: Pará, Rio de Janeiro, São Paulo e Amapá. Entre dezembro de 2019 e dezembro de 2020, o País registrou um total de 8 mil casos confirmados e 7 óbitos.

A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mônica Levi, esclarece como a transmissão do vírus do sarampo retornou no Brasil.

“Esse surto atual iniciou com a entrada de estrangeiros infectados pela região Norte do País. Mas foi rápida a disseminação por todo o Brasil, devido às baixas coberturas vacinais, como a tríplice viral [que protege contra] sarampo, caxumba e rubéola”. Segundo a diretora, a vacinação em massa é ferramenta essencial para reverter esse cenário de surto e receber novamente o certificado de eliminação do vírus do sarampo.

Ela explica como é feita a vacinação de rotina contra o vírus. “A vacinação rotineira é feita com duas doses após 12 meses de vida, com intervalo mínimo de um mês entre elas. É necessário que tenha cobertura acima de 95%, com duas doses da vacina tríplice ou tetra viral, na população suscetível. Hoje a vacina está disponível nos postos de saúde até os 59 anos. Até 29 anos são duas doses. A partir de 30 anos se faz em dose única, como rotina”, explica.

Segundo a diretora Mônica Levi, a chamada dose zero permanece nos estados com transmissão ativa do vírus e é aplicada em criança entre 6 e 11 meses de vida – faixa etária com potencial agravamento da doença. No entanto, mesmo quem recebe a dose zero continua tendo que tomar as duas doses preconizadas na rotina, aos 12 e 15 meses de idade.

A vacina é recomendada à toda a população, exceto para pessoas com alergias a algum componente da vacina, gestantes e imunodeprimidos. Para esse público se proteger do vírus do sarampo, é fundamental que as demais pessoas estejam vacinadas, para que haja a imunidade coletiva. 

A diretora da SBIm, Mônica Levi, ressalta que as vacinas tríplice e tetra viral nunca estiveram em falta no Brasil. No entanto, as medidas de distanciamento social, para evitar o contágio do novo coronavírus, impediram as pessoas de buscarem os postos de vacinação. Por isso, é tão importante a ação das equipes da Estratégia de Saúde da Família do Amapá, de imunizar a população de casa em casa.

Sintomas e características

O epidemiologista e professor do departamento de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (UnB), Jonas Brant, detalha os sintomas do sarampo. “Os principais sintomas são: febre, tosse, corrimento nasal e manchas pelo corpo, que em geral iniciam pela face e espalham pelo corpo”, explica.

Segundo o epidemiologista, o vírus tem uma alta capacidade de infecção, por isso é fundamental identificar os bolsões de pessoas que não foram imunizadas, para que elas recebam a vacina e não criem condições para que o vírus se mantenha circulante. “Ou seja, encontrei um caso, vou buscar todos os lugares onde ele possa ter estado, checar a imunização dessas pessoas e fazer uma dose de reforço”, ressalta.

Arte - Brasil 61

A Superintendência de Vigilância em Saúde do Amapá orienta que as famílias já estejam com os cartões de vacinação em mãos, no momento que a equipe chegar na casa. Mesmo com a varredura vacinal, a população também pode se vacinar gratuitamente nos postos de saúde, que no Amapá funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. (Brasil 61)

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Sebrae comemora o início da vacinação contra a Covid-19 no Brasil

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O Sebrae acompanha, com enorme otimismo, os recentes anúncios feitos pelo Ministério da Saúde e pela Anvisa acerca da aprovação das primeiras vacinas contra a Covid-19 e o início da campanha de imunização em todo o país. A instituição compreende que as vacinas, produzidas graças ao esforço coletivo de cientistas de diversos órgãos de pesquisa em todo o mundo, são a estratégia para assegurar a saúde da população e a retomada segura e plena das atividades econômicas.

Desde o registro dos primeiros casos da doença no Brasil, o Sebrae vem monitorando o impacto da pandemia sobre os pequenos negócios. Depois de sofrer uma perda média de 70% do faturamento (em abril), as micro e pequenas empresas conseguiram recuperar lentamente o fôlego, chegando a reduzir as perdas para 36% (novembro), quando comparado ao período pré-crise. Ao mesmo tempo, os pequenos negócios foram os que mais rapidamente iniciaram a retomada de empregos, chegando – em outubro – bem próximo de recuperar todos os postos de trabalho perdidos desde o início da pandemia.

Para o presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles, é importante que o governo avalie – até que as medidas de isolamento possam ser abolidas – a possibilidade de extensão das medidas de apoio aos pequenos negócios, em especial na ampliação do acesso ao crédito, nas políticas de manutenção do emprego e no auxílio-emergencial. “Os empreendedores conseguiram recuperar parte do fôlego, graças ao processo de digitalização das vendas de produtos e serviços e às ações emergenciais do governo. Mas a situação ainda está longe de ser controlada”, comenta Carlos Melles.

Moisés Gomes, superintendente do Sebrae Tocantins, também destacou a importância da vacinação para a retomada da economia. “As medidas como distanciamento social, uso de máscara e protocolos de higiene devem continuar. No entanto, a vacinação vai possibilitar manter a economia funcionando, e, consequentemente, melhorar a arrecadação e a perspectiva na geração de emprego”, afirmou.

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