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Maranhão

Casarões em São Luís estão ameaçados de desabar com a chuva

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Com a transição entre o período seco e chuvoso em São Luís, aumenta o risco de desabamento de alguns casarões do Centro Histórico. Segundo a Superintendência de Defesa Civil do Município, várias famílias se recusam a deixar os prédios que estão em péssimo estado de conservação. Entre os imóveis sob responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), cerca de 70 prédios foram identificados com algum risco.

A proximidade do período chuvoso coloca de novo vários casarões do Centro Histórico em risco. Muitos estão com os telhados danificados, infiltrações nas paredes, piso e outros problemas, mas muitas pessoas insistem em morar nesses locais. Segundo a Superintendência de Defesa Civil, quatro casarões com alto risco de desabamento abrigam famílias atualmente.

Várias visitas já foram realizadas nesses endereços para reavaliação, mas as pessoas se recusam a deixar os locais. Segundo a superintendente de Defesa Civil, Elitânia Barros, novas abordagens serão feitas ainda esta semana, antes do início de chuvas mais intensas. “Muitas vezes, as pessoas insistem em se arriscar por comodidade ou por não ter outro lugar para abrigar todos os familiares, como ocorre em um dos casarões da Rua da Palma”, comentou.

A previsão meteorológica é de que o tempo instável e chuvoso deva continuar ao longo desta semana, com possibilidade de precipitações moderadas a fortes. O período chuvoso está previsto para começar apenas em fevereiro e se estender até abril.

Iphan

Na área tombada pelo Iphan, há cerca de 4 mil casarões tombados e a maioria é de propriedade particular. A capital do Maranhão abriga ainda o maior conjunto arquitetônico de origem portuguesa do Brasil, mas muitos desses imóveis estão em ruínas. Alguns estão isolados para impedir a invasão por moradores de rua, mas também não passaram por nenhuma manutenção recente.

Entre os casarões localizados em área de responsabilidade federal, 5% de 1.353 imóveis malconservados apresentam algum risco em sua estrutura. Essa porcentagem corresponde a aproximadamente 68 prédios com risco. Nesses imóveis, o proprietário é responsável pela manutenção do local e, caso não atenda à notificação preliminar de reforma do casarão, o imóvel pode ser embargado.

Moradores de rua depredam prédios

Em vários endereços do Centro Histórico, basta um rápido passeio para identificar as péssimas condições de imóveis que abrigam comércios e residências. Na Rua da Estrela, alguns apresentam buracos nos pisos e teto e as infiltrações causadas pelas raízes de plantas que crescem nos telhados. Muitos moradores dizem que a única solução que podem dar é aparar a água das goteiras com baldes.

Um exemplo é um casarão de três andares localizado na esquina entre as ruas da Saúde e Afonso Pena. No andar térreo do prédio, funcionam uma oficina e um bar, e o teto do local apresenta rastros de cupim e infiltrações. Os comerciantes vizinhos contam que telhas já chegaram a cair na calçada nos dias de chuva mais intensa, como aconteceu em outubro do ano passado.

Mas, apesar do risco de desabamento, a maior reclamação dos vizinhos é de que esse prédio está sendo ocupado por um grupo de usuários de drogas. Segundo a vendedora Ana Lúcia Ferreira, além do abandono do proprietário, o prédio sofre com a depredação causada pelos invasores. “Uma casa desse tamanho e com uma localização muito boa podia estar funcionando como um hotel ou um órgão do governo, mas está jogada para se acabar de vez”, disse. (iMirante, com informações do Blog de Pedro Sobrinho)

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Maranhão

ESTREITO: Orla corre risco de desmoronamento

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A Defesa Civil informou que há riscos de desmoronamento em partes da estrutura da Orla, na cidade de Estreito, na região Tocantina maranhense, que faz divisa com o Bico do Papagaio.

A Prefeitura solicitou que a população não ultrapasse as áreas interditadas que estão identificadas com as fitas zebradas.

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Maranhão

IMPERATRIZ: Marginais estão saqueando casas alagadas

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Famílias da cidade de Imperatriz, na região Tocantina, sul do Maranhão, que faz divisa com o Bico do Papagaio, em São Miguel, além de passagem por sérias dificuldades por conta da enchente do Rio Tocantins, estão sendo vítimas de criminosos que estão saqueando as casas durante a madrugada.

Os marginais estão roubando telhas e fiação elétrica das residências.

A Polícia Militar de Imperatriz deflagrou a “Operação Anfibius” para caçar os delinquentes. A operação, que irá ocorrer até a normalização do nível do Rio Tocantins, com patrulhamento nas áreas alagadas com utilização de carros e lanchas.

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Maranhão

Técnico de enfermagem é suspeito de furtar medicamentos da rede pública no Maranhão

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Um técnico de enfermagem, pertencente a Rede Municipal de Saúde de Santa Luzia, a 294 km de São Luís, foi preso na tarde de domingo (16) suspeito de furtar medicamentos do hospital do município. A prisão foi realizada pela Polícia Militar (PM) após denúncia anônima.

A PM foi informada que o técnico de enfermagem, de 46 anos, que não teve a sua identidade revelada, aproveitava os plantões de fim de semana para praticar os furtos. A polícia revistou o carro do funcionário e no local foram encontrados alguns medicamentos do hospital público.

A polícia apreendeu frascos, de pelo menos, oito tipos de medicamentos. Além disso, foi encontrada uma carteira de identidade com a foto dele e o nome de outro homem. Também havia com ele um bloco de receita de controle especial, que fica sob responsabilidade do diretor do hospital e que somente o diretor deveria liberar esse documento.

Os policiais ainda apreenderam também carimbos em nome de dois médicos. O técnico de enfermagem foi apresentado na delegacia de Polícia Civil de Santa Inês.

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