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Cenourão é colocado em liberdade

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Elmar Batista Borges, vulgo Cenourão, suspeito de ser ‘laranja’ do ex-governador Marcelo Miranda e preso na Operação Carotenóides, da Polícia Federal, no último dia 25, saiu da prisão nesta segunda, 30, por volta das 7h.

Como o juiz durante audiência de custódia, decidiu pela prisão temporária, cujo prazo é de cinco dias, a medida vale como alvará de soltura, no caso de não haver uma nova decisão. Por conta disso, Cenourão deixou o cárcere pela manhã.

Cenourão estava preso na Casa de Prisão Provisória de Palmas. Ele foi secretário extraordinário de Integração Governamental na última gestão de Miranda.

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Bastidores

Medidas de enfrentamento à Covid-19 e anúncio do retorno do ano letivo marcam a semana do governador Carlesse

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A primeira semana de junho foi marcada por uma série de ações e anúncios feitos pelo governador do Estado do Tocantins, Mauro Carlesse, que impactarão positivamente a população do Estado, trazendo benefícios em diversas áreas como saúde, educação e economia.

Na segunda-feira, 1º de junho, o governador Mauro Carlesse anunciou que o Governo do Tocantins se prepara para entregar 433 novos ônibus escolares que vão atender alunos dos 139 municípios. Mais de 200 já se encontram na Praça dos Girassóis, em Palmas, seguindo os trâmites administrativos para formalização de cessão, circulação e patrimônio; outros 99 veículos já estão na fase montagem na fábrica e 114 estão sendo fabricados. 

Os recursos investidos na aquisição dos novos ônibus são oriundos de emendas parlamentares da bancada federal, mais aporte de recursos do deputado federal Carlos Gaguim e do senador Eduardo Gomes, totalizando R$ 86,5 milhões. “Graças a mais uma parceria com os nossos parlamentares, adquirimos esses novos veículos para atender os estudantes de todos os nossos municípios. Sabemos da realidade do nosso povo, que nem todos moram perto da escola e, portanto, precisam desse transporte. Agora terão mais conforto e segurança nesse trajeto, contribuindo também para o seu aprendizado”, afirma o governador Mauro Carlesse.

Enfrentamento à Covid-19

Também na segunda-feira, o governador Mauro Carlesse determinou o envio de dez respiradores ao Hospital Regional de Augustinópolis (HRA), região do Bico do Papagaio, para atender os pacientes acometidos pela Covid-19 que necessitarem do aparelho. As unidades fazem parte do lote de 20 respiradores obtidos pelo Estado junto ao Ministério da Saúde (MS).

O envio dos novos respiradores ao Tocantins contou mais uma vez com o apoio da bancada federal, novamente lembrada pelo governador Mauro Carlesse. “Quero destacar o empenho de toda a nossa bancada, mas em especial do senador Eduardo Gomes e o deputado federal Carlos Gaguim. É importante que a gente possa contar com esse apoio em um momento crítico e que precisamos de soluções rápidas”, agradece.

Ainda na segunda-feira, durante reunião por videoconferência do Comitê de Crise para Prevenção do novo Coronavírus, foi anunciado que os profissionais da rede pública de saúde do Tocantins, que estão ligados às unidades de saúde no combate à Covid-19, vão receber uma compensação financeira. A medida já está sendo formatada pela Casa Civil e deverá ser enviada à Assembleia Legislativa (AL/TO), para apreciação e votação dos deputados, o mais rápido possível.

Além disso, o Governo do Tocantins está trabalhando para fortalecer a rede de assistência à saúde e instalar mais 38 leitos de UTI-Covid: dez no Hospital Regional de Augustinópolis, 20 no Instituto Sinai de Araguaína e outros oito no Hospital Regional da cidade. Os equipamentos para a montagem destes novos oito leitos já foram enviados para Araguaína. Atualmente, o Estado conta com 139 leitos clínicos e 54 leitos de UTI-Covid. 

“Isso sem falar que temos mantido em dia os repasses fundo a fundo para todos os 139 municípios. São mais de R$ 14 milhões até junho deste ano. Dessa forma, a gestão fortalece os municípios com recursos que os ajudam a organizar suas ações de enfrentamento à pandemia, diminuindo o impacto na rede de saúde estadual”, afirma o Governador.

Responsabilização

Já na quarta-feira, 3, com foco na transparência e segurança nos processos de aquisição feitos pelo Governo do Tocantins, o governador Mauro Carlesse regulamentou por meio do Decreto 6.105, publicado na mesma data, o processo administrativo para responsabilizar empresas que praticarem atos lesivos contra a administração pública estadual. O processo de apuração de danos pode resultar em multa e restrição quanto a celebrar novos contratos ou participar de licitações com Estado, União e municípios.

Volta às aulas

Nessa quinta-feira, 4, a Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc) anunciou o retorno do ano letivo de 2020, com aulas não presenciais de 29 de junho a 31 de julho para os alunos do 3º ano do ensino médio, e presenciais a partir de 3 de agosto, de forma gradual, para todos alunos rede, devendo o ano letivo se encerrar no dia 31 de janeiro de 2021. As aulas estão suspensas no Tocantins desde março deste ano, como medida preventiva à pandemia da Covid-19.

A secretária de Educação, Adriana Aguiar, destacou que a retomada é uma determinação do governador Mauro Carlesse, assegurando o cumprimento de todas as normas de saúde e segurança aos alunos e profissionais da educação, observando ainda a situação epidemiológica do Estado.

“É preciso que fique muito claro que, mesmo com todas estas medidas previstas, o retorno das atividades presenciais no início de agosto dependerá da situação epidemiológica no Estado. Asseguramos o direito dos estudantes à educação, mas não podemos perder de vista que cuidar da saúde e da vida é o principal neste momento de pandemia”, conclui a secretária. (Vania Machado/Foto: Esequias Araújo)

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Justiça bloqueia mais R$ 23 milhões de Marcelo Miranda

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O ex-governador do Tocantins, Marcelo Miranda (MDB), teve mais R$ 23, 2 milhões bloqueados pela Justiça. A decisão liminar e cabe recurso.

O motivo seriam fraudes praticadas durante processos licitatórios para a prestação de serviços oftalmológicos e fornecimento de óculos de grau no programa ‘Governo Mais Perto de Você’.

O pedido foi do Ministério Público Estadual, em ação proposta em 2013.

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Lei da Ficha Limpa faz dez anos

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Esta quinta-feira (4) marca a passagem dos dez anos de assinatura da Lei Complementar nº 135, mais conhecida como Lei da Ficha Limpa, que proíbe a eleição a cargos públicos de candidatos condenados por decisão transitada em julgado ou por órgãos colegiados da Justiça.

A lei foi criada com grande apoio popular, a partir da iniciativa de juristas, e chegou a somar 1,6 milhão de assinaturas. A proposta começou a ser articulada no fim da década de 1990 pela Comissão Brasileira de Justiça e Paz, ligada à Igreja Católica, e foi apresentada ao Congresso Nacional em setembro de 2009.

“Foi uma das poucas propostas de iniciativa popular que conseguiram se concretizar em uma legislação. O processo de coleta de assinaturas foi uma mobilização da sociedade civil bastante importante, em resposta aos escândalos de corrupção que iam acontecendo com a reiterada tentativa de pessoas condenadas em concorrer a cargos eletivos”, lembra Guilherme France, coordenador de pesquisa da organização não governamental (ONG) Transparência Internacional.

“Essa lei é de extrema importância. Ao longo dos anos tem impedido que vários candidatos ou políticos avancem na carreira e consigam obter mandato, seja qual for o cargo público”, afirma Gil Castelo Branco, secretário-geral do Contas Abertas, site especializado que acompanha a aplicação de recursos públicos.

Desde a Constituição

O diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), Antônio Carlos Queiroz, acompanhou a tramitação da lei no Congresso Nacional, aprovada por unanimidade no Senado. Ele lembra que essa lei era esperada desde a promulgação da Constituição Federal (1988) e considera que a “Ficha Limpa vem cumprindo a sua missão” e tem funcionado como “bloqueio” para candidatos com condenações na área cível ou criminal.

Manoel Galdino, diretor executivo da Transparência Brasil, concorda que a lei tem sido “efetiva em barrar candidatos”, mas afirma que “ainda há certa impunidade” a crimes praticados por políticos e gestores públicos por “pouca fiscalização” do uso de recursos públicos, especialmente nos níveis estaduais e municipais.

O baixo acompanhamento é grave, em sua opinião, porque ainda “existe muita discricionaridade por parte dos gestores do Poder Executivo de como usar recursos públicos, que podem direcionar para favorecer empresários e desviar”.

Galdino entende que a diminuição da corrupção também depende da presença da imprensa, da atuação da sociedade civil organizada e da população. “O eleitor acaba não recompensando adequadamente os gestores que são honestos e competentes”, acrescenta.

Para Castelo Branco, do Contas Abertas, “uma lei só não faz verão” e “o ideal é que o combate à corrupção fosse política de Estado, envolvendo os Três Poderes”. Ele espera a aprovação de um conjunto de leis e a adoção das 70 medidas de combate à corrupção propostas ao Congresso Nacional antes da eleição de 2018.

Em sua avaliação, “nos últimos anos houve retrocesso no combate à corrupção”, e outras leis podem desestimular delitos e desvio de dinheiro público se houver garantia de punição. “A corrupção é uma doença social. O corrupto é um sociopata. Ele não tem remorsos, mas ele faz análise de riscos”.

Percepção da corrupção

“O correto seria estender a ficha limpa para todas as instituições que recebam recurso público de algum modo”, acrescenta Antônio Carlos Queiroz (Diap), que há mais de 30 anos acompanha o dia a dia do Congresso. Ele lamenta, por exemplo, o fato de ter “gente com condenação judicial exercendo liderança partidária fora do Parlamento”.

“Chama a atenção o fato de figuras com comprovado envolvimento de corrupção continuarem desempenhando papéis-chave dentro de partidos políticos”, diz Guilherme de France, da Transparência Internacional. “Isso demonstra que os partidos políticos ainda estão longe de se adequar a normas de transparência, probidade e democracia”.

France prevê que impunidade e retrocesso no combate a ilegalidades praticadas por políticos podem piorar a imagem que os brasileiros têm do próprio país. A Transparência Internacional mede em 180 países o Índice de Percepção da Corrupção (IPC). Nos últimos cinco anos, o Brasil cai seguidamente no índice. Em 2019, o Brasil ocupou a 106ª posição no grupo de países avaliados. (Gilberto Costa)

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