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quinta-feira, 18 / agosto / 2022
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COMIGASP reúne garimpeiros em Palmas

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A COMIGASP – Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada realizou, no domingo, na Escola de Tempo Integral da região Norte de Palmas, assembleia com os garimpeiros do Tocantins. O evento contou com a presença dos presidentes da cooperativa, Gesse Simão, e da Associação Nacional dos Garimpeiros de Serra Pelada, Toni Dutra.

Os principais temas debatidos foram a alteração do contrato que os garimpeiros têm com a empresa Colosus, e a aprovação desta para a exploração da montoeira. Atualmente, cerca de 45 mil pessoas estão cadastradas na associação dos garimpeiros, com direito a usufruir da arrecadação de Serra Pelada. Destes, a maioria é do Maranhão, mas pelo menos 10 mil são tocantinenses.

A assembleia de domingo foi o 9º encontro regional da categoria. O evento serviu como preparatório para encontro em Curionópolis (PA), que será realizado em 8 de novembro. Nessa reunião nacional, a categoria irá aprovar, ou não, o acordo que vem sendo defendido nas regionais.

Acordo

Até agora, o acordo vem recebendo a aprovação dos garimpeiros. Pelo novo acerto, 25% da extração de ouro e outros minerais semelhantes ficará com os garimpeiros, independente do trabalho que venha a ser realizado. Além disso, a participação pode receber um bônus extra de mais 12% da produção.

Para Toni Duarte, essa nova modalidade é um avanço. Antes, os garimpeiros precisavam extrair, sem as condições técnicas necessárias, e procurar o governo para fazer a revenda do produto obtido. Organizados em cooperativa, eles puderem fazer uma parceria com uma empresa e viabilizar a extração do minério.

Já o presidente Gesse Simão explicou os motivos do fechamento do acordo de participação na extração. Ele frisou que, como os garimpeiros não estavam conseguindo cumprir a sua parte no trabalho, vinham acumulando um prejuízo muito grande na relação com a empresa. Com o acordo, eles garantem uma renda e asseguram uma parte dos resultados. Simão frisou, também, que os garimpeiros estão unidos e que não há mais conflito na classe por disputa de espaço. (JT – Daniel Machado)

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