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Tocantins

Contratos dos últimos 8 anos de empresas envolvidas na “Operação Ápia” serão analisados pela CGU

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Os contratos das empresas tocantinenses envolvidas na Operação Ápia vão passar por auditoria da Controladoria Geral da União (CGU) no Tocantins. A operação foi deflagrada no dia 13 de outubro e tem como objetivo desarticular organização criminosa que fraudou contratos da ordem de R$ 1,2 bilhões em licitações no Tocantins, celebrados para terraplanagem e pavimentação asfáltica em diversas
rodovias estaduais.

Chefe da CGU, Cláudio Henrique Fernandes, afirmou que os contratos celebrados e a participação em licitações, mesmo as que não geraram contratos, dos últimos oito anos, vão ser levantadas pela Controladoria Geral do Estado (CGE) e pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

A medida faz parte de uma força tarefa entre CGU, CGE, TCE e Ministério Público Federal (MPF) e foi impulsionada, após solicitação da empresa EHL, feita ao MPF, para continuar as obras da Avenida NS-15 e LO-13, que estão paralisadas.

“Este contrato não foi objeto da operação, mas com o pedido, tínhamos solicitado o processo para a Secretaria da Infraestrutura e detectamos que o modus operandi da contratação tinha sido o mesmo que ocorreu nos outros contratos, objeto da Operação Ápia”, explicou Fernandes.

Em reunião com a CGU e o MPF, no dia 11, o advogado da EHL informou que 300 empregados da empresa estavam cumprindo aviso prévio, pois a empreiteira dispunha apenas de recursos para arcar com as custas da dispensa. “Eles informaram que a empresa está no negativo e que se o Estado não pagasse, a obra, que segundo eles está a 45 dias da conclusão, seria prejudicada”, informou o chefe da CGU ao ressaltar que a informação pode não condizer com a realidade, pois apenas 19% dos R$ 102 milhões da obra foram liberados para a empresa até agora.

O contrato em questão é o 78/2014 e a EHL propôs um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) para continuar a obra e no entendimento do MPF as informações técnicas seriam fundamentais para tal, tendo em vista que o contrato tem indícios de irregularidades. Foi então que a CGE e o TCE foram chamadas e apresentam o parecer sobre o contrato na manhã de 29 de novembro. “Hoje ainda não é possível afirmar se a EHL continua. Só depois do relatório que deve ser encaminhado e vai dizer como está o andamento dessa obra”, disse Fernandes. (Jornal do Tocantins)

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Tocantins

Tocantins atinge 79.612 casos confirmados de Covid-19

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que nesta segunda-feira, 23 de novembro, foram contabilizados 100 novos casos confirmados para Covid-19.

Deste total, 37 foram registrados nas últimas 24 horas e o restante por exames coletados em dias anteriores e que tiveram seus resultados liberados na data de ontem.

Desta forma, hoje o Tocantins registra um total de 250.785pessoas notificadas com a Covid-19 e acumula 79.612 casos confirmados da doença. Destes, 72.208 pacientes estão recuperados e 6.256 estão ainda ativos (em isolamento domiciliar ou hospitalar), além de 1.148 óbitos.

Clique AQUI e veja o boletim completo.

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Tocantins

ARAGUAÍNA: Ronaldo Dimas paga primeira parcela do 13º salário ao funcionalismo municipal

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A Prefeitura de Araguaína pagou, nesta sexta-feira, 20 de novembro, para todos os servidores municipais a primeira parcela do décimo terceiro salário. A medida beneficia aproximadamente 2.150 pessoas e deve movimentar a economia local com um montante de mais de R$ 2,4 milhões.
 
Os demais 2.681 servidores já haviam recebido o adiantamento de 50% do décimo terceiro em meses anteriores, seja por requerimento próprio ou em decorrência do mês de aniversário, conforme Decreto Municipal nº 067, de março de 2018.
 
Para o prefeito Ronaldo Dimas, a medida busca dar tranquilidade aos servidores que são chefes de família, neste momento de combate à pandemia da covid-19.
 
“Sempre que as finanças permitem, esse pagamento é antecipado, e este ano não foi diferente. Além de honrar esse compromisso com o nosso servidor, a proposta é movimentar o comércio e a economia local neste momento tão difícil de combate à covid-19 que estamos vivendo”, explicou o prefeito.
 
Aquecendo o fim de ano

A estimativa é de que, em dezembro, o Município injetará aproximadamente R$ 41,6 milhões na economia local, por meio da quitação do salário de novembro, dezembro, segunda parcela do 13º e proporcional de férias, segundo dados da Secretaria da Fazenda do Município. (Thatiane Cunha / Foto: Marcos Sandes)

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Tocantins

PALMAS: 150 quilos de maconha são apreendidos na capital

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Na noite deste sábado, 21, no Jardim Taquari, região Sul de Palmas, foi realizada mais uma operação conjunta da 1ª Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos (1ª Denarc Palmas) da Polícia Civil do Tocantins e do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual do Tocantins (MPE-TO) para desarticular ponto de armazenagem de drogas na Capital ligado à fação criminosa de renome nacional. Denominada Collapssus, a operação resultou na apreensão de cerca de 160 peças de maconha, totalizando mais de 150 quilos, em um valor estimado de cerca de R$ 300 mil. Também foi presa um homem de 31 anos e apreendida uma motocicleta que era utilizada para comercializar a droga.

Segundo o delegado-chefe da 1ª Denarc, Enio Walcácer, a ação se desenvolveu a partir de investigações de pessoas ligadas à facções criminosas que atuavam em núcleo ligado ao tráfico de drogas, como forma de conseguir recursos para as atividades ilícitas da facção criminosa.

O Delegado explica que as investigações realizadas apontavam para uma grande quantidade de drogas que teria sido enviada a Palmas para antecipar as entregas de final de ano. O objetivo dos criminosos era evitar a maior atuação policial nas rodovias em decorrência dos feriados de final de ano.

Conforme o delgado Enio Walcácer, para chegar ao “bunker”, local onde a droga estava armazenada, os agentes do núcleo de inteligência da Denarc e do GAECO cruzaram informações e verificaram uma movimentação para antecipação das remessas de drogas do final do ano. “Dessa forma, 15 dias após o monitoramento o local foi confirmado e neste sábado, depois do ingresso dos agentes de campo, foi localizado o esconderijo debaixo do chão em um fundo falso, onde estavam as 160 peças de maconha”, explicou Walcácer.

Collapsus

O nome da operação, Collapsus decorre da busca por paralisar as ações de tráfico como sustentação de facções criminosas, buscando desarticular o poder de captação financeiro das organizações criminosas, enfraquecendo-as.

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